Morre, aos 19 anos, jogador de base da equipe do São Paulo: “Havia passado por três clubes”

Um jovem muito promissor nos deixou hoje. Ele já havia passado pelas categorias de base e tinha um brilhante carreira pela frente.

Aos 19 anos, o meio-atacante Matheus Piffer se foi nesta quinta-feira (9). O jogador era um dos possíveis nomes do futebol profissional no futuro e já havia jogado nas categorias de base de São Paulo. Nas redes sociais, o clube relatou:

“O São Paulo FC lamenta o falecimento de Mateus Piffer, meia de 19 anos que passou pela nossa base entre 2016 e 2019. Desejamos força e luz para os amigos e familiares.” Mas afinal, o que aconteceu?

Matheus chegou a jogar na categoria entre 2016 e 2019, alcançando marcas e prêmios importante. Contudo, o rapaz enfrentou uma longa batalha contra o câncer e a sua saúde vinha oscilando muito, o que o afastou dos campos. Natural de pedreira, do interior de SP, Matheus havia começado no Ponte Preta, ido para o São Paulo e depois para o Joiville.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Ministério Público denuncia e pede prisão de militares que agrediram um jovem com câncer que morreu após abordagem em Goiânia

Os dois policiais militares acusados de agressão à jovem com câncer que morreu após uma abordagem, em Goiânia, foram denunciados pelo Ministério Público de Goiás por homicídio triplamente qualificado. De acordo com depoimento de testemunhas, os agentes deram golpes de cassetetes e empurraram a cabeça de Chris Wallace da Silva, de 24 anos, contra um muro de concreto chapiscado com pedra.

Os advogados dos agentes ficaram surpresos com a denúncia do MP e reforçaram que seus clientes alegam inocência. “O inquérito militar, que corre paralelamente ao da Polícia Civil, demonstra que há a possibilidade bem real de não ter sido os dois denunciados os autores dessa lesão corporal na vítima. A investigação está apontando que inúmeras viaturas estavam na região”, explicou o advogado Danilo Vasconcelos.

Danilo Vasconcelos ainda questiona o posicionamento do MP em considerar o caso como um homicídio. “Seria uma lesão corporal, no máximo uma lesão corporal seguida de morte”, afirmou.

Os dois policiais envolvidos preferiram não se manifestar no interrogatório, segundo consta na denúncia assinada pelos promotores Geibson Rezende, Sebastião Marcos Martins, Felipe Oltramari, Luís Antônio Ribeiro Júnior e Sávio Fraga e Greco.

Existe também a necessidade de prisão dos agentes denunciados, segundo parecer dos promotores. “A medida se faz necessária para a aplicação da lei penal, garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal, uma vez que se trata de delito hediondo, cometido com invulgar ofensa, revelando a crueldade dos executores que praticaram o crime de forma fria e violenta […], sobretudo por se tratar de crime doloso contra a vida, com testemunha ocular que reconheceu os denunciados como autores das agressões”, explica o documento.

Imagens de câmeras de monitoramento filmaram quando Chris Wallace e um amigo passavam por uma rua do Residencial Fidélis, no dia 10 de novembro deste ano. Logo após este momento, uma viatura se aproxima dos dois. A partir daí, os equipamentos de segurança não registram o que aconteceu.

A Polícia Civil ouviu testemunhas que afirmaram que a vítima foi agredida com vários golpes de cassetete e teve a cabeça batida contra o muro. Segundo a mãe e irmã de Chris, o jovem estava se tratando contra um câncer e naquele episódio chegou em casa muito machucado, vomitando sangue e teve uma convulsão.

Ficou comprovado por relatório médico, que o jovem teve traumatismo na cabeça por espancamento, contusões no abdômen e nos pulmões. Em razão dos ferimentos, precisou ser internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu e morreu seis dias depois do ocorrido.

Da redação do Acontece na Bahia

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Após 4 dias desaparecida, jovem de 20 anos é encontrada sem vida em estrada de chão: “Havia ido para a casa do namorado”

A polícia localizou o corpo da jovem Giovanna Laura Santos Peters, de 20 anos, em uma estrada de chão, próximo à antiga Academia da Polícia Civil, em Taguatinga. Giovanna Peters foi para a casa do namorado, em Ceilândia Sul, na última segunda-feira (29/11), e desde então estava desaparecida.

O jovem Leandro de Araújo Marques, de 22 anos, foi preso após ter confessado que matou a namorada. Informações apontam que Leandro degolou Giovanna dentro de casa e escondeu o corpo com pedras. A jovem era funcionária de uma creche, no Areal.

Familiares confirmaram que Giovanna ficou incomunicável após ter ido para à casa do namorado. A mãe de Giovanna pediu ajuda de Leandro, após ter registrado a ocorrência, pois entendia que o rapaz poderia colaborar com informações importantes que pudessem ajudar a solucionar o caso. No entanto, Leandro disse que não poderia ir à delegacia em razão de estar trabalhando em uma chácara.

Os agentes de polícia estiveram no local onde Leandro trabalhava e colheram o depoimento dele. A princípio, o rapaz disse que viu Giovanna pela última vez na segunda-feira. Disse ainda que a jovem teria dormido em sua casa de domingo para segunda e que também pediu um transporte por aplicativo para voltar para casa, que ficava em Samambaia.

O jovem contou que no fim de semana passou a noite sozinho em companhia de Giovanna. Os policiais identificaram pontos divergentes no depoimento obtido de Leandro, por um motivo simples…, nenhum motorista por aplicativo havia sido acionado ao endereço, versão apresentada por ele.

A polícia voltou à casa onde Leandro mora para localizar o aparelho celular de Giovanna. Os agentes encontraram manchas de sangue em uma cadeira da sala, uma camiseta branca com manchas, aparentemente de sangue, em um cesto cheio de roupas que estava no banheiro da casa.

Foi localizado também um facão com manchas escuras. Estes indícios foram suficientes para que a PCDF acionasse a perícia. Já no local, de madrugada, os peritos confirmaram as manchas de sangue na cadeira da sala e no chão da sala.

A polícia conseguiu descobrir que Leandro teria circulado por Ceilândia, na noite do último domingo (28/11), fato que o suspeito havia omitido. Leandro confessou o crime para sua família, diante de tantas evidências.

O jovem foi preso e levou os agentes até o local onde escondeu o corpo da namorada. O corpo da jovem estava em avançado estado de decomposição em uma região de mata, em Taguatinga, próximo à antiga Academia de Polícia Civil.

O rapaz disse que havia rompido o relacionamento com Giovanna e que mais tarde retomaram o namoro. No entanto, teria recebido a informação de que ela havia se envolvido com outras pessoas. Disse também, que na noite de domingo (28/11), eles se relacionaram na casa do autor.

Após o ato, eles discutiram, e segundo o acusado, Giovanna o xingou e o agrediu fisicamente. De acordo com Leandro, nesse momento ele a segurou por trás e cortou o pescoço com uma faca. O rapaz ocultou o cadáver até a manhã do dia seguinte.

Leandro usou o carro de um amigo para levar o corpo da jovem até a região da mata. O corpo estava coberto por várias pedras grandes e em avançado estado de decomposição. O jovem foi questionado sobre o celular de Giovanna e a faca usada no crime e disse que havia jogado fora.

Da redação do Acontece na Bahia

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Rapaz que desapareceu e depois foi encontrado sem vida estaria com amante em um relacionamento extraconjugal

O corpo de um jovem foi encontrado carbonizado no interior do porta-malas de um carro em Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba (PR). A polícia conseguiu prender, em São José dos Pinhais, dois suspeitos de participação na morte de Lucas de Oliveira.

A polícia recebeu uma denúncia e foi até uma cancha de futebol. No local, a polícia localizou e prendeu os dois homens suspeitos. Os suspeitos negaram que tenham tido participação na morte de Lucas. Entretanto, a polícia encontrou uma pistola 9mm, que foi encaminhada para a perícia. Além da arma, foram encontradas munições, maconha e R$ 8 mil em espécie.

Lucas de Oliveira havia sido baleado na noite do último dia 23/11. Segundo o pai do rapaz, o filho vinha recebendo ameaças há algum tempo e estaria em companhia da amante na data em que o crime aconteceu. A morte do jovem pode ter alguma relação com o caso extraconjugal.

Lucas liderava um movimento de moradores que ocupou um terminal de ônibus na capital paranaense. Outra hipótese a ser analisada é que o crime pode ter ligação com uma possível briga por território.

Da redação do Acontece na Bahia

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