“Eles querem o presidente fraco, destroçado politicamente pra pode fazer negócio”, Afirma Jorge Solla sobre deputados do Centrão

Uma notícia chamou a atenção dos internautas baianos nesta manhã de quarta-feira (7). O deputado federal Jorge Solla (PT) fez uma declaração polêmica no programa BNews Agora, da Piatã FM. O ex-senador afirmou em entrevista que os parlamentares do “Centrão” não querem o impeachment de Bolsonaro para que o presidente se submeta totalmente à câmara.

De acordo com o parlamenta, os deputados querem Bolsonaro de “joelhos” para que eles consigam fazer “negócio”.

“O Centrão, a maioria dos deputados na Câmara não quer o impeachment, quer o presidente Bolsonaro ajoelhado no milho pra fazer o que eles fizeram no orçamento, vocês viram o que eles fizeram, tiraram 22% do orçamento da saúde e botaram bilhões para emendas parlamentares, que o relator que é ligado ao Centrão vai distribuir entre os deputados do PP, PSD, DEM, MDB, de toda a base do governo Bolsonaro. Eles não querem o impeachment, eles querem o presidente fraco, destroçado politicamente pra pode fazer o que eles gostam de fazer, que é fazer negócio, se apropriar do orçamento”, afirmou Solla.

Da Redação Acontece na Bahia.

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Solla desabafa por pauta da Câmara: “Senti vergonha de ser parlamentar”

O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) fez um duro desabafo sobre a pauta que o Congresso Nacional tem priorizado nas últimas semanas, período em que o Brasil vive a pior crise no sistema de saúde desde o início da pandemia, com números recordes de mortes e internações. Nesta semana, a principal pauta apreciada foi a chamada “Lei do Gás”, com nova regulamentação para o mercado de gás natural no Brasil. O discurso foi durante reunião da Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF).

“Foi duro ficar até uma da manhã votando a lei do gás, enquanto recebia mensagens de amigos, colegas (médicos), desesperados com a situação. Hoje às 5h acordei com a notícia de mais um amigo que morreu nessa tragédia. (…) Primeira vez que eu senti vergonha de ser parlamentar nesse congresso Nacional. O que dizer aos colegas que estão nos serviços de saúde? O que dizer aos familiares e amigos da vítimas enquanto deputado federal? A gente tem que fazer alguma coisa, gente”, cobrou Solla.

O petista salientou ainda que as medidas de restrição fiscal impostas pela Câmara na chamada PEC Emergencial (PEC 186) punem os profissionais de saúde. “Não podemos mais continuar nessa Câmara de Deputados fazendo de conta que estamos em outro mundo, outro planeta, outra dimensão. Votando para congelar salário mínimo, congelar salário do profissional de saúde que estão no desespero, no front dessa guerra”, completou.

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Faleceu Valmir Sampaio, ex-prefeito de Amargosa. Dep. Jorge Solla presta homenagem

O povo da Bahia lamentou uma grande perda nesta quarta-feira (17). Isso porque morreu o querido Valmir Sampaio, ex-prefeito da cidade de Amargosa. Aos 58 anos, o ex-gestor estava internado em Salvador, sedado e respirando com ajuda de aparelhos. Contudo, ele não resistiu e perdeu a luta contra a covid-19.

Diante disso, o deputado federal Jorge Solla (PT), prestou uma bela homenagem ao colega. Nas redes Sociais, Solla escreveu:

“VALMIR SAMPAIO, PRESENTE! Acabei de receber a notícia que todos temíamos, o falecimento do nosso amigo Valmir Sampaio, ex-prefeito de Amargosa e histórica liderança de esquerda de nosso estado. Os últimos dias foram de grande corrente de orações e fé, mas esse vírus maldito não perdoa. Valmir tinha medo do covid, só saía de máscara e para o estritamente necessário, estava muito preocupado com a situação do país e de nosso estado. Mas esse maldito vírus não perdoa. Valmir é um grande amigo, mas também um grande conselheiro político, um professor, alguém que sempre conversava e consultava, uma pessoa de enorme espírito público e de coragem para fazer o que tem de ser feito. Um paizão, um coração de abraçar todos ao seu redor. É difícil ter de falar de Valmir, ainda não caiu a ficha, até semana conversávamos de planos, de futuro. Quanta dor, quanta angústia, quanta revolta. Eu, Marília e toda nosso gabinete deixamos nosso grande pesar pela passagem tão precoce de Valmir, aos 58 anos. Vamos seguir em oração para que Deus conforte sua família e amigos, todo o povo de Amargosa, que reconhece seu trabalho e sua dedicação pela cidade que tanto amou. Vai com Deus, amigo! Um dia a gente se reencontra.”

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Deputado Jorge Solla aciona Pazuello por desabastecimento de remédios no SUS

O deputado federal Jorge Solla (PT-BA) ingressou com ação popular contra o ministro da Saúde de Jair Bolsonaro, o general Eduardo Pazuello, devido ao desabastecimento de mais de 40 medicamentos de HIV/Aids, transplantados, para tuberculose, doença falciforme, oncológicos e com outras patologias que precisam de cuidados contínuos e que estão sob risco de terem seus tratamentos interrompidos.

Os tratamentos são fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e estão com a entrega atrasada em alguns estados do país. Em um deles, a Bahia, o governo do estado notificou o Ministério da Saúde e o Ministério Público Federal (MPF) sobre o desabastecimento dos medicamentos, que fazem parte do Componente Especializado e Estratégico da Assistência Farmacêutica – o MPF abriu inquérito para investigar o caso.

Solla, em sua ação, questiona o motivo que levou ao atraso na entrega dos remédios e destaca a omissão do Ministério da Saúde aos ofícios da Secretaria de Saúde da Bahia, que alertaram para a urgência de regularização da oferta dos medicamentos. Há situações gravíssimas, segundo Solla, em que a pendência em relação à quantidade aprovada é de 100%.

São os casos de Pramipexol 1 mg, que trata o Parkinson; Levetiracetam 250 mg e 750 mg, para Epilepsia; e Teriflunomida 14 mg, para Esclerose Múltipla.

Tragédia e aberração

“A interrupção do tratamento de câncer é uma tragédia, a interrupção da administração do coquetel HIV/AIDS é uma aberração. São pessoas que dependem desses medicamentos, a interrupção no uso de imunossupressores por transplantados significa perder o órgão, depois de tanto sofrimento. É uma incompetência injustificável. Por que foram mexer em algo que dá certo?”, questiona o parlamentar.

A ação popular requer decisão liminar para ordenar o Ministério da Saúde a regularizar, imediatamente, a oferta dos medicamentos. Caso contrário, haverá multa diária de R$ 500 mil, além de apuração criminal na omissão do ministério

Da Revista Forum

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