Solla defende que Jaques Wagner é o melhor nome para a chapa na Bahia: “Com Lula, cria o potencial que tivemos anteriormente”

Diante das dúvidas de quem será o nome do Partido dos Trabalhadores para o governo do estado, o deputado Jorge Solla (PT) se pronunciou em apoio à indicação do senador Jaques Wagner. Em conversa com o portal Bahia Notícias nesta segunda-feira (7), Solla também desmentiu que a relação entre os partidos de aliança estaria abalada.

Conforme o portal, Solla afirmou que Wagner seria o melhor nome para a eleição e também ressaltou que com Lula na presidência, a Bahia teria um potencial ainda maior. Além disso, o deputado trouxe à tona que a relação entre o PT, PSD, PSB e PCdoB está sólida e que nenhuma “intriga tenha conseguido trincar”. Os líderes do partido devem se reunir ainda nesta semana para decidir quem entrará na corrida pela Bahia. Solla afirmou o seguinte:

“Minha preferência se chama Jaques Wagner. É o nome para ganhar a eleição e governar a Bahia. Wagner na Bahia e Lula no Brasil cria um potencial que tivemos anteriormente[…]A melhor estratégia nesse momento é a gente deixar Otto como senador, Rui terminar o mandato.”

Da Redação do Acontece na Bahia

 

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Nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas mostra ACM Neto com folga nas intenções de voto para 2022

Nova pesquisa eleitoral divulgada nessa quinta-feira (2) e realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, aponta que ACM Neto, que lança candidatura ao governo do estado hoje, despontou com 54,8% das intenções de voto do eleitorado. A aposta do Partido dos Trabalhadores na Bahia para 2022, o senador Jaques Wagner, apareceu em segundo lugar com 23,1% das intenções de voto.

O ministro da Cidadania João Roma, apontado como terceira via, somou 3,9% das intenções de voto. A Dra. Raíssa Soares, ex-secretária de Saúde de Porto Seguro, mostrou 2,6% das intenções de voto no estado.

Veja os candidatos com percentuais menores apontados no estudo: o vereador de Salvador Alexandre Aleluia (DEM) 0,9% e o ex-vereador Marcos Mendes (PSOL) 0,3%.

Os entrevistados que não souberam ou não responderam equivalem a 5% e os que votariam branco, nulo ou não escolheria nenhum dos nomes 9,3%, apontou a pesquisa.

Não sabe/Não respondeu -5,0%

Nenhum/Branco/Nulo -9,3%

ACM Neto -54,8%

Jaques Wagner -23,1%

João Roma -3,9%

Dra. Raíssa Soares -2,6%

Alexandre Aleluia -0,9%

Marcos Mendes -0,3%

A pesquisa espontânea é caracterizada quando o entrevistador não apresenta nenhuma opção ao eleitor, neste caso se verificou que 63,6% não soube responder. Entre as opções citadas pelo eleitor, o candidato ACM Neto somou o maior percentual: 12,2%.

O atual governador Rui Costa foi citado por 10,6% dos entrevistados. Já o senador Jaques Wagner foi citado por 3,2% dos entrevistados. João Roma teve 0,9%, Raissa Soares 0,4% e outros nomes 0,3%.

Não sabe – 63,6%

Ninguém -8,7%

ACM Neto -12,2%

Rui Costa – 10,6%

Jaques Wagner -3,2%

João Roma -0,9%

Dra. Raíssa Soares -0,4%

Outros nomes citados -0,3%

O estudo foi realizado por meio de entrevistas pessoais por telefone, não robotizadas, e abrangeu 200 municípios da Bahia. Foram entrevistados 2002 eleitores entre os dias 24 e 28 de novembro.

Da redação do Acontece na Bahia

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Jaques Wagner afirma que fila de 2,2 milhões no programa Bolsa Família mostra o descaso do governo com o problema da fome

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta quarta-feira (29). O senador Jaques Wagner (PT-BA), usou as redes sociais para fazer críticas ao governo Bolsonaro em razão do aumento no número de brasileiros à espera do programa Bolsa Família. Atualmente existem 2,2 milhões de pessoas que aguardam o benefício.

O senador fez questão de compartilhar um link de uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo que mostra que no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a taxa de mortalidade infantil no país foi reduzida em 17% em razão da criação do programa.

O estudo feito por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs) da Fiocruz Bahia, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e a Escola de Medicina Tropical e Higiene de Londres, apontou que o programa Bolsa Família deu passos importantes positivos em melhorias de saúde de crianças no Brasil, em dez anos, de 2006 a 2015.

“Criado em 2003, no 1º ano de governo do presidente @LulaOficial, o Bolsa Família se tornou referência mundial no combate à exclusão e à pobreza. Esse estudo só reafirma o quanto ele foi fundamental para salvar vidas e retirar o Brasil do Mapa da Fome”, escreveu Jaques Wagner em seu perfil no Twitter.

O senador lamentou o aumento de 20% em quatro meses do número de pessoas na fila de espera do benefício Bolsa Família e disse que a situação é ‘resultado cruel’ de um governo federal irresponsável e sem competência de resolver os problemas da fome, inflação e desemprego.

Da redação do Acontece na Bahia

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Jaques Wagner afirma que base estadual irá superar divergências e estará unida em 2022

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste sábado (3). Diante das divergências entre aliados por causa de lugares na composição da chapa para as eleições de 2022, o senador Jaques Wagner afirmou que a base de apoio ao governo estadual, composta pelo PT, PSD e PP, estará unida para as eleições do ano que vem. “O que posso garantir é que o grupo vai se manter unido. Nós temos maturidade suficiente, temos uma condição feita pela Bahia, temos o crescimento de todos os partidos da base”, comentou Wagner, avaliado como potencial candidato ao governo estadual nas próximas eleições.

“Seria uma bravata dizer que não estaremos juntos para nos apresentar perante o povo baiano no ano eleitoral, que é o ano que vem”, disse o potencial candidato. A fala do senador Jaques Wagner foi uma resposta a posicionamentos de aliados políticos como o senador Angelo Coronel (PSD) e o vice-governador João Leão (PP), que apontaram interesses destes partidos em encabeçar a chapa para a disputa das próximas eleições. Angelo Coronel tem defendido também o nome do senador Otto Alencar e o Progressistas defendem o nome de Leão para o pleito de 2022.

“As pessoas têm liberdade, é legítimo. Um quer ser senador, outro quer ser governador, mas nós vamos sentar e vamos nos entender”, afirmou Wagner. Mas não é só isso…

Jaques Wagner rebateu críticas de que o PT não estaria empenhado na defesa do impeachment de Bolsonaro. O senador disse que o partido tem se mobilizado e que a prova seria a assinatura do superpedido de impeachment, protocolado nessa quarta-feira (30), na Câmara dos Deputados.

O senador disse que estar à frente deste processo pode criar interpretações de que o PT teria intensão eleitoral, o que não é verdade. “Nós temos responsabilidade sobre o Brasil, porque governamos o Brasil durante 16 anos, praticamente. Nós estamos completamente dentro da campanha”, concluiu.

Da redação do Acontece na Bahia

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