Caso Henry: Perícia aponta 23 lesões por ‘ação violenta’ no dia da morte; perita acredita que garoto apanha todos os dias

O caso do garoto Henry, que chocou o Brasil, tem gerado mais desdobramentos nesta segunda-feira (12). Após a reconstituição da morte do garoto Henry Borel, os peritos responsáveis pelo caso descartaram “a possibilidade de um acidente doméstico (queda)”, que foi apontado como a causa da morte após o exame de necropsia no corpo do garoto.

Nesse contexto, os profissionais encontram 23 lesoes espalhadas pelo corpo de Henry. As feridas “apresentavam características condizentes com aquelas produzidas mediante ação violenta (homicídio)”.

Dentre as lesões encontradas, as principais foram, a laceração no fígado, danos nos rins e a hemorragia na cabeça.

“Não há a menor hipótese de ele ter caído, quer seja da cama, quer seja da poltrona, quer de uma estante, que tem 1,20 metro de altura”, frisou Denise Gonçalves Rivera, perita criminal da Polícia Civil do RJ que está a frente do caso.

“Fizeram todas as medições e viram que, em nenhuma dessas circunstâncias, ele teria essas lesões que a necropsia apresentou”, completou.

O laudo apontou também lesões de alta e baixa energia decorrentes de agressões. De acordo com a reconstrução do caso, a mãe de Henry, Monique Medeiros, afirmou que o garoto acordou três vezes com o barulho da televisão da sala, onde o casal assistia uma série.

“É possível que Henry tenha sido agredido cada vez que ele ia reclamar”, afirma a perita.

Da redação Acontece na Bahia.

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Após chamar Bolsonaro de “ladrão”, PF investiga Ciro Gomes por suposto crime contra Honra do presidente; Ciro afirma não estar “nem ligando” para inquérito

Uma notícia chamou a atenção dos internautas nesta manhã de sábado (20). O ex-governador do Ceará Ciro Gomes está sendo investigado pela Polícia Federal por suposto crime contra a honra do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O pedido investigação foi iniciada pelo próprio presidente e pelo ministro da Justiça, André Mendonça.

O político tem sido investigado após entrevista à Rádio Tupinambá, de Sobral (CE), em novembro do ano passado. Na ocasião Ciro afirmou que tinha “repúdio ao bolsonarismo, à sua boçalidade, à sua incapacidade de administrar a economia do país e seu desrespeito à saúde pública”.

“Qual foi o serviço do Moro no combate à corrupção? Passar pano e acobertar a ladroeira do Bolsonaro. Por exemplo, o Coaf, que descobriu a esculhambação dos filhos e da mulher do Bolsonaro, que recebeu R$ 89 mil desse [Fabrício] Queiroz, que foi preso e é ladrão, ladrão pra valer, ligado às milícias do Rio de Janeiro. E onde estava o senhor Sérgio Moro? Acobertando”, afirmou Ciro.

Após à investigação ter sido divulgada publicamente, Ciro Gomes se posicionou no twitter e menosprezou o processo: “Particularmente não ligo para esse ato contra mim, mas considero grave a tentativa de Bolsonaro de intimidar opositores e adversários”.

Da redação Acontece na Bahia.

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Após ser esfaqueada, mulher pula de carro em movimento e morre a caminho do hospital; marido foi preso

Uma triste notícia chamou a atenção dos internautas nesta manhã de quinta-feira (17). Uma mulher morreu após ser esfaqueada na tarde de segunda-feira, dia 15, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. A mulher foi identificada como Kissila Goudard, de 32 anos. Ela ainda tentou pular de um carro em movimento para se salvar, porém, infelizmente, não foi suficiente.

A mulher, que trabalhava de enfermeira, faleceu ao chegar no hospital. O suspeito de ter cometido o crime é o marido da moça, Guilherme Maciel, de 35 anos, que fugiu, mas foi encontrado pela polícia e foi preso.

A mulher afirmou ao corpo de bombeiros que prestaram os primeiros socorros, antes de falecer, que teria sido atacada pelo seu marido.

A mulher deixa para trás três filhos do primeiro casamento.

Nas redes sociais, a filha mais velha da enfermeira, Luana Paineiras, fez uma homenagem emocionante.

“Eu te amarei para sempre, mãe. Você era linda, incrível, batalhadora, tudo que conquistou foi com tanto esforço. Te amarei até os confins da terra. Não consigo acreditar que você se foi”, disse a jovem, antes de pedir auxílio para encontrar o suspeito. “Esse homem assassinou a minha mãe hoje. E eu não consigo nem descrever a tristeza e a dor que eu estou sentindo.”, escreveu

Da redação Acontece na Bahia.

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Sargento do exército é investigado por denúncia de assédio sexual feita por cabo: “Na hora, eu pensei em bater, em correr, em fugir.”

Uma história chamou a atenção dos internautas nesta manhã de segunda-feira (15). Um sargento do exército está sendo investigado pelo Primeiro Batalhão de Polícia no Exército do Rio de Janeiro por possível crime de assédio sexual. O sargento foi denunciado por um cabo que trabalha com ele em um prédio ondem moram generais, na Urca, bairro da Zona Sul da capital fluminense.

De acordo com o cabo, que não teve a identidade revelada, o homem já havia tentado assediá-lo mais de uma vez, até que ele decidiu gravar e denunciar seu superior. Assim, ele apresentou um áudio à equipe de reportagem da Rede Globo em que o sargento Ricardo Godoi teria feito comentários sexuais e assediado o militar.

Os dois homens trabalhavam em um prédio onde moram generais do exército do Rio de Janeiro fazendo a segurança do local. O sargento é responsável pela administração do local e teria prometido recompensas em troca de favores sexuais do cabo.

“Ele me chamou pra fazer uma verificação de uma alteração em um apartamento que estava vazio. Ele fecha a porta. Quando ele me pede para sentar no sofá da sala, começa a fazer elogios do meu porte físico, né, e começa a acariciar as minhas pernas. Ele queria fazer sexo oral”, contou o militar em depoimento que foi noticiado no programa Fantástico da Rede Globo.

“Na hora, eu pensei em bater, em correr, em fugir. Só que eu consegui ter a frieza, o sangue frio pra poder acabar com esse mal que já vem há muito tempo”, completou.

Assim, uma investigação foi aberta para apurar os fatos. No entanto, o cabo que denunciou o assédio também está sendo investigado por suposto crime militar.

De acordo com a sindicância, há indícios que não somente o sargento Ricardo Godoi, mas também o cabo teriam cometido crime sexual. O sargento por ato libidinoso e o cabo por ter permitido. Assim, o cabo diz estar sendo prejudicado duas vezes, uma pelo assédio e duas pela investigação sobre ele.

Durante a investigação, o sargento Godoi admitiu ser sua voz no áudio, e disse que o cabo consentiu a relação com a intenção de conseguir benefícios.

Da redação Acontece na Bahia.

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