PF abre inquérito para investigar Bolsonaro sobre suposta prevaricação

Uma notícia tem sido manchete em todos os meios de comunicação nesta segunda-feira (12). A Polícia Federal (PF) investiga suposto crime de prevaricação praticado pelo presidente Bolsonaro na compra da vacina indiana Covaxin. A negociação envolvia inicialmente a compra de 20 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 Covaxin, no valor total de R$ 1,6 bilhão. O início desta investigação atende a uma solicitação da PGR (Procuradoria-Geral da República), após denúncias feitas pelo deputado Luiz Miranda (DEM-DF) e do seu irmão, o servidor Luis Ricardo Miranda.

A investigação que iniciou nessa quarta-feira (7) está sendo conduzida pelo Sinq (Serviço de Inquéritos), área estratégica da Polícia Federal em Brasília que investiga pessoas com foro privilegiado. A PF analisará o suposto crime praticado pelo presidente e encaminhará a PGR que analisa a possibilidade de provocar o STF. A Corte poderá autorizar uma investigação contra o presidente, a depender de autorização da Câmara.

A abertura de inquérito pela PF constitui a fase inicial deste processo. Caso o STF encontre elementos suficientes para investigar o presidente, e só ele pode fazê-lo, é necessário que a Câmara dos Deputados aprove com um quórum de 2/3 dos deputados e a partir daí ocorre o afastamento preventivo do presidente da República. Mas não é só isso…

O deputado Luiz Miranda e seu irmão afirmam que avisaram o presidente Bolsonaro sobre supostas irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin. A investigação busca saber se o presidente Bolsonaro cometeu crime de prevaricação, que segundo o Código Penal constitui retardar ou deixar de praticar indevidamente ato de ofício ou para benefício próprio praticar ato contrário a disposição legal.

Da redação do Acontece na Bahia

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Segundo inquérito, cantora Amanda Wanessa foi a responsável pela acidente que a deixou gravemente ferida

Uma notícia está sendo destaque nesta quinta-feira (13). A Polícia Civil concluiu hoje o inquérito que apura o acidente envolvendo a cantora Amanda Wanessa, de 34 anos. Na investigação foi constatado que a cantora foi a responsável pelo acidente, que a deixou gravemente ferida.

A corporação divulgou por meio de uma nota que “foi constatado que a vítima “deu causa ao acidente” e que o inquérito foi concluído “sem indiciamentos”.

Essa conclusão policial diverge da versão que a família apresentou. Segundo os parentes, um caminhão de tijolos teria invadido a faixa contrária e colidido com o veículo que Amanda Wanessa estava com mais três pessoas: sua filha, de 6 anos – que chegou a passar por uma cirurgia no ombro, sendo liberada dois dias depois-, seu pai e uma amiga. O acidente aconteceu em janeiro, na PE-60, em Rio Formoso, no Litoral Sul de Pernambuco.

Amanda Wanessa segue internada desde o acidente. Após dois meses em um leito de UTI, ela foi transferida para um quarto de cuidados especiais. De acordo com o cunhado da artista, Denílson Santos, ela “vem evoluindo”, respira sem ajuda de aparelhos, mas não se comunica normalmente. “Os médicos não fizeram nenhuma previsão de alta, ainda”, declarou.

O documento do inquérito seguiu para Ministério Público de Pernambuco, na segunda (11).

 

 

Da Redação do Acontece na Bahiau

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