DPE pede R$ 200 milhões em ação envolvendo morte de tio e sobrinho em supermercado

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta terça-feira (3). A ação movida contra a rede de supermercado Atakarejo pela Defensoria Pública Estadual (DPE), da Bahia, estabelece uma indenização de R$ 200 milhões pela morte de Yan Barros da Silva, de 19 anos, e o tio Bruno Barros da Silva, 29 anos, mortos em 26 de abril deste ano.

O tio e sobrinho furtaram pacotes de carne do supermercado Atakarejo, no bairro Amaralina, em Salvador, e na ocasião foram pegos por seguranças. Horas depois foram encontrados mortos dentro do porta-malas de um carro, com marcas de tiro e sinais de tortura, no bairro de Brotas.

A DPE explica que a Ação Civil Pública foi movida por danos coletivos contra a população baiana negra e consumidora. Segundo a DPE, o valor será destinado para a criação de um fundo estadual de combate ao racismo.

A Defensoria ainda demanda que o supermercado que é “um dos maiores atacadistas do país”, implemente programas antirracistas nas suas unidades, para todos os funcionários, incluindo terceirizados.”O plano deve contemplar temas como o tratamento à população carente, a abordagem pacífica, evitando violência verbal ou física, além de formas de combate à discriminação racial de gênero”, disse a DPE. A ação será julgada pelo poder judiciário.

A Polícia Civil da Bahia prendeu no final de junho um homem suspeito de ter descartado os corpos de Yan e Bruno. Seguranças do Atakarejo entregaram tio e sobrinho para traficantes que torturaram assassinaram a dupla.

Da redação do Acontece na Bahia

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Categoria(s): Destaque, Regional.

Apresentador Sikêra Jr. perde 71 patrocinadores e terá que pagar indenização de R$ 10 milhões em ação movida pelo MPF

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta quarta-feira (21). A fala recente do apresentador Sikêra Júnior no programa Alerta Nacional, da RedeTV!, a qual ofendeu a comunidade LGBTQIA+, fez com que o apresentador perdesse 71 empresas que anunciavam em seu programa. Sikêra terá ainda a obrigação de pagar uma multa por danos morais no valor de R$ 10 milhões, em uma ação movida pelo MPF, Ministério Público Federal, contra a RedeTV! e o apresentador.

Diante da declaração feita por Sikêra Jr. na qual chamou os homossexuais de ‘raça desgraçada’, empesas como BMW, Ford, Tim, TLC, Casas Bahia, Samsung, Renault, Caixa Econômica Federal, além de outras, pararam de anunciar no programa. Sikêra Jr. também perdeu seu perfil no Instagram que tinha mais de 6 milhões de seguidores. Mas não é só isso…

Em 2020, Sikêra teve falas homofóbicas divulgadas em seu programa e foi condenado a pagar R$ 30 mil de indenização para a modelo transexual Viviany Beleboni, que representou Jesus Cristo, em 2015, na parada do Orgulho LGBTQIA+. Sikêra fez referências à modelo ao falar de um casal de mulheres lésbicas que havia cometido um crime. A campanha do  Sleeping Giants Brasil iniciou um movimento no qual as marcas deixaram de apoiar o apresentador em respeito aos valores defendidos por elas.

Da redação do Acontece na Bahia

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Categoria(s): Artistas, Destaque.

Justiça condena Globo e Drauzio Varella a pagar indenização de R$ 150 mil a pai de menino morto

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (23). Uma entrevista exibida pelo ‘Fantástico’ em março de 2020, resultou na condenação do médico Drauzio Varella e da TV Globo e respectiva reparação por danos morais no valor de R$ 150 mil. Entenda…

Na ocasião o doutor Drauzio Varella entrevistou Suzy Oliveira, condenada pela justiça por tirar a vida de uma criança de nove anos. A ação foi movida pelo pai do menino que repudiou a postura da emissora de televisão e de Drauzio Varella, a qual repercutiu muito nas redes sociais. O julgamento aconteceu em primeira instância e foi assinado pela Juíza Regina Oliveira Marques, do Tribunal de Justiça de São Paulo, com a decisão judicial sendo embasada no fato do pai do menino “sofrer novo abalo psicológico ao reviver os fatos” após lembrar e reviver o caso quando procurado pela imprensa.

‘‘Por todo o exposto, julgo parcialmente procedente o pedido inicial para condenar solidariamente os requeridos ao pagamento ao autor de indenização por danos morais no importe de R$ 150.000,00 devidamente corrigido e acrescido de juros de 1% ao mês, ambos desde a data da sentença até o efetivo pagamento’’. O julgamento faz referências à entrevista de Suzy e traz a ‘piedade social’ como argumento. A decisão aconteceu em primeira instância e ainda cabe recurso e a TV Globo comunicou que não se posiciona em questões judiciais ainda em curso.

Da redação do Acontece na Bahia

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Após ofender Xuxa e a chamar de “imbecil”, Datena terá de pagar indenização de R$50 mil

Uma notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (24). O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou José Luiz Datena a pagar uma indenização de R$ 50 mil à apresentadora Xuxa Meneghel. Em 2017, Datena chamou Xuxa de “garota de programa” e “imbecil”, depois que ela fez críticas a Joel Datena, filho do jornalista.

Joel comandava, então, o programa “Brasil Urgente”, da Band. Durante uma reportagem sobre uma criança de 10 anos que havia dirigido o carro da mãe, ele disse que, se fosse o seu filho, o puniria fisicamente. Xuxa ficou indignada com o comentário e, nas redes sociais, criticou Joel: “Como uma pessoa que deveria passar informação é tão desinformada? Uma criança não deve ser corrigida com porrada, é fato, é lei”, escreveu.

José Luiz Datena tomou as dores do filho e gravou o vídeo com as ofensas a Xuxa: “Olha, pra dizer a verdade, uma das poucas vezes em que eu quis dar umas palmadas no meu filho Joel (e foram bem poucas), é quando ele assistia aquela garota de programa, infantil, que cresceu e continua infantil. E, além disso, imbecil”.

Datena disse em sua defesa no processo que o vídeo não cita Xuxa nominalmente e que usou a expressão “garota de programa infantil” para dizer que fazia referência a uma apresentadora de programa para crianças. O adjetivo “imbecil”, segundo ele, foi utilizado para demonstrar a sua falta de maturidade. “Não houve ofensa”, afirmou à Justiça.

O desembargador Enéas Costa Garcia, relator do processo, não aceitou a argumentação. “José Luiz Datena é um jornalista experiente, tem pleno conhecimento do significado das palavras e de sua repercussão na mídia”, afirmou. “O dano moral está caracterizado.”

O TJ manteve a condenação de primeira instância, mas reduziu a indenização que havia sido estabelecida em R$ 75 mil para R$ 50 mil.

Datena ainda pode recorrer da decisão.

Textos e informações do portal UOL

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