‘Que veja, pô’, diz Mourão sobre analise de pedidos de impeachment de Bolsonaro

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta terça-feira (20). A atitude do vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), de querer analisar os 127 pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro, fez com que o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, comentasse nessa segunda-feira (19), a decisão tomada pelo parlamentar. Em conversa com a imprensa o vice-presidente disse: “Que veja, pô”.

A fala de Mourão ocorreu na saída do Palácio do Planalto e veio em um momento de muitas discussões sobre a aprovação de quase R$ 6 bilhões para o fundo eleitoral e da declaração feita pelo vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos, que se colocou como oposição ao governo.“Vamos ver até onde vai durar essa oposição, né? […] E a questão do Marcelo Ramos querer ver os pedidos de impeachment… Tá bom. Que veja, pô”, disse Mourão.

O vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos, só poderia colocar os pedidos em tramitação, de forma legal, se estivesse em exercício do poder na Casa Legislativa, no caso de licença, por exemplo, do atual presidente Arthur Lira (PP-PL). Marcelo Ramos, no entanto, já descartou a possibilidade de dar andamento ao pedido de impeachment do presidente Bolsonaro, estando provisoriamente como presidente da Câmara.

Os deputados ampliaram de R$ 2 bi para R$ 5,7 bilhões o dinheiro revertido para o fundo eleitoral em 2022 numa sessão que aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), comandada por Marcelo Ramos. A aprovação da LDO gerou muitas críticas no Congresso e na opinião pública. Houve muitas críticas nas redes sociais porque alguns bolsonaristas também apoiaram o aumento do fundo eleitoral.

Ao receber alta hospitalar nesse domingo (18), Bolsonaro culpou Marcelo Ramos pela ampliação do fundo eleitoral.“O responsável por aprovar isso aí e o Marcelo Ramos, lá do Amazonas, o presidente. O Marcelo Ramos que fez isso tudo. Se tivesse destacado, talvez o resultado teria sido diferente. Então, cobre em primeiro lugar do Marcelo Ramos”, contou o presidente.

Da redação do Acontece na Bahia

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‘Hamilton Mourão diz que não há espaço para prosperar pedido de impeachment de Bolsonaro

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta quinta-feira (1). Diante de várias denúncias relacionadas a aquisição do imunizante indiano Covaxin e toda a repercussão que se criou em razão de supostas irregularidades, o vice-presidente Hamilton Mourão resolveu se manifestar. Mourão afirmou nessa quarta-feira (30) que no momento atual não há condições para um impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

‘‘Acho que não há espaço para prosperar um pedido de impeachment. Estamos há um ano e pouco das eleições. Vamos deixar o processo prosseguir e chegar a outubro do ano que vem para ver o que acontece’’, afirmou o vice-presidente. Mas não é só isso…

Hamilton Mourão ainda reforçou a fala do presidente Bolsonaro sobre ser impossível ter o controle dos ministérios em sua totalidade.‘‘O presidente falou uma coisa que é certa, ele não tem condições de controlar tudo o que está acontecendo dentro de um governo. Isso é uma realidade. Então, compete a cada ministro controlar o seu feudo’’, contou.

Da redação do Acontece na Bahia

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Pesquisa Datafolha informa que Impeachment de Bolsonaro é apoiado por 49% dos brasileiros

Uma notícia está sendo destaque nesta semana. Isso porque, segundo a pesquisa Datafolha, 49% da população brasileira apoia o impeachment do presidente da república Jair Bolsonaro (Sem partido). Ainda de acordo com a pesquisa, 46% das pessoas entrevistadas não querem o afastamento do chefe do legislativo.

Segundo o Datafolha, é possível perceber que aqueles que não são a favor do afastamento do presidente são representantes de alguns segmentos ou de algumas regiões específicas. Exemplo disso é que 52% daqueles que reprovam o Impeachment, são homens que moram no sul do país. Esse número sobe para 60% quando são entrevistadas pessoas que dizem não ter medo do novo coronavírus, 57% entre os evangélicos e 56% são aqueles que são assalariados registrados.

Entretanto, já aqueles que apoiam o impeachment do presidente, são jovens entre 16 a 24 anos, representando (57%), o resultado para os moradores do Nordeste também foi de 57%, aqueles estão procurando por emprego representam (62%), outros entrevistado que informaram ter muito medo do coronavírus (60%). Esse numero apoio ao afastamento do Bolsonaro do poder aumenta, quando os entrevistados são os eleitores do ex-presidente Lula, o número dispara para (74%).

As informações são da pesquisa do Instituto Datafolha, que entrevistou 2.071 pessoas pessoalmente em todas regiões do Brasil, entre os dias 11 e 12 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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Da Redação do Acontece na Bahia.

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Witzel sofre impeachment e não é mais governador do Rio de Janeiro; A decisão foi unanime

Uma notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (30). O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC),sofreu impeachment na tarde de hoje. O Tribunal Especial Misto (TEM), que foi formado para julgar processo de impeachment do governador, que já estava afastado, obteve votos suficientes para afastá-lo definitivamente do cargo.

O tribunal é formado por desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ao total, foram 10 votos, todos a favor do impeachment, mas somente 7 votos eram precisos para que a decisão fosse definitiva.

Agora, ele ficará inelegível por 5 anos e terá o cargo assumido definitivamente pelo seu vice – que já estava atuando nesse período de afastamento- Claúdio Castro. Cláudio também assume o Palácio Guanabara.

Witzel é investigado por crime de responsabilidade e corrupção na condução da pandemia, segundo uma acusação de que ele havia uma caixinha de propina paga por Organizações Sociais (OSs). Para a CNN, Witzel elegou ter sido “injustiçado”.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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