“Tá mancando”, avisou babá do menino Henry à mãe em vídeo dele caminhando; nas mensagens de pouco depois dele ficar trancado com vereador

Um caso complicado voltou à tona neste sábado (10). Mais uma vez, as mensagens do caso Heny deixaram o povo revoltado.

Desta vez, o povo ficou ainda mais estarrecido com a história do menino Henry. Isso porque, nas mensagens recuperadas pelas autoridades, a babá do garoto, Thayna, chegou a gravar um vídeo que estaria mostrando o menino mancando enquanto andava e avisado à mãe dele, Monique.  Tudo ocorre pouco depois de Jairinho ficar trancado com Henry num quarto e aumentar o volume da TV, como explicamos numa matéria anteriormente. Na conversa via Whatsapp, a babá avisou a mãe sobre as queixas do menino.

Quando o menino saiu do quarto, a babá ficou por muito tempo com o garoto e percebeu sinais preocupantes. Em mensagens enviadas à Monique, mãe de Henry, a babá Thayna afirmou: “E eu tenho medo porque cuido dele com muito amor e tenho medo até dele cair comigo. Aí não sei o que o Jairinho faz quando chega, depois ele [Henry] tá machucado, sei lá.” Logo em seguida, a babá explica o que Henry teria dito: “Então me contou que deu uma banda [uma rasteira] chutou ele e que toda vez faz isso. Que ele[Henry] perturba a mãe dele e que tem que obedecer a ele [Dr. Jairinho]. Se não vai pegar ele. Combinei com ele agora, toda vez que Jairinho chegar e você não tiver, eu vou chamar ele pra brinquedoteca e ele vai aceitar. Porque estou aqui para proteger ele. Aí disse se você confia na tia [Monique], me dá um abração. Aí ele me deu[…]”

Em seguida, ela envia um vídeo e avisa à mãe que o menino está machucado: “Tá mancando. Mas to cuidando dele. Termina tudo em paz. Quando você chegar a gente se fala.” Confira o trecho:

Apesar de ter demonstrado preocupação, a babá também também se complicou. Isso porque as autoridades descobriram inconsistências em seus depoimentos e agora ela terá que responder na Justiça. No momento, tanto Jairinho quanto Monique seguem presos. Para a Polícia, a recuperação das mensagens foi imprescindível, tanto para a consolidação dessas prisões quanto para o avanço das investigações.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Mãe de Henry tirou foto na delegacia no primeiro depoimento sobre a morte do filho

Uma notícia está sendo destaque neste sábado (10). A mãe do menino Henry Borel, Monique Medeiros, deixou a todos perplexos essa semana ao tirar uma selfie no primeiro dia de depoimento à policia sobre a morte do filho. Esse depoimento aconteceu nove dias depois da morte da criança e na foto, Monique aparece com um leve sorriso e com as pernas para cima em uma cadeira.

Nesse primeiro depoimento, inclusive, Monique não havia revelado à policia que sabia das torturas e agressões que o filho sofria de Dr. Jairinho, seu companheiro. Porém, ela, ao menos desde fevereiro, foi avisada dessas agressões pela babá. As mensagens recuperadas em seu celular expuseram diversos prints de troca de mensagens entre as duas onde Monique é comunicada em tempo real que Dr. Jairinho se trancou no quarto com o garoto para agredi-lo.

O delegado responsável pelo caso, Henrique Damasceno, afirmou que “não resta a menor dúvida” de que a mãe e o padrasto causaram a morte de Henry. Assim, segundo ele, os dois responderão por homicídio duplamente qualificado, com emprego de tortura e sem chances de defesa da vítima.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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“Deixa eu ficar mais um dia com você”, pediu Henry ao pai antes de voltar para a casa da mãe e do Dr. Jairinho

Uma notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (09). O pai do menino Henry, Leniel Borel, em entrevista à TV Globo contou o pedido que filho teria feito antes de voltar para a casa da mãe, onde morava com o vereador Dr. Jairinho: Ficar mais um dia com ele.

“Quando eu fui entregar para ela, a Monique veio, eu falei ‘vai com a mamãe’, e ele: ‘não papai, não quero ir. Me dá mais um dia. Deixa eu ficar mais um dia com você’. Eu falei vai com a mamãe, porque eu tinha que trabalhar no dia seguinte. E ela falou: ‘filho, amanhã tem escolinha, amanhã tem futebol, natação’. E ele disse ‘não, mamãe, eu não gosto'”, relatou Leniel.

Durante a entrevista, o pai de Henry contou alguns detalhes do acontecimento. Segundo ele, a criança demonstrava muito medo e nervosismo enquanto estava sendo levado para casa da mãe. “Quando entreguei meu filho, fui chegando perto, ele foi ficando muito nervoso, quando ele viu que tava chegando perto do Magestic [condomínio], foi ficando mais nervoso ainda, tanto que ele me agarrou e falou: ‘Não quero ir’. Ficou muito nervoso, começou a fazer náusea, tanto que quando chegou tive que abrir e ele vomitou na saída do carro”, lembrou Leniel.

Monique, mãe de Henry, e Dr. Jairinho foram presos ontem (08) após os investigadores concluírem que a Monique sabia das agressões sofridas por Henry por parte de Jairinho, além do casal ameaçarem as testemunhas para combinarem as versões. Ainda ontem foi revelado também uma troca de mensagens de Monique e a babá de Henry – mensagens essas que foram apagadas do celular da mulher- na qual confirmam a conhecimento de Monique acerca das agressões de Jairinho a Henry.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Pai de Henry relembra conversa com a mãe do menino na qual ela diz que “mataria” Dr. Jairinho se ela descobrisse agressões

Uma notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (09). Em entrevista ao RJ2, o engenheiro Leniel Borel, o pai do menino Henry, falou sobre a morte do filho. Lembrando de um momento em que Henry relatou uma agressão padrasto, Leniel diz que a mãe do menino negou essa possibilidade ao ser questionada e que ainda “mataria” caso a agressão acontecesse.

“Ela falou, esquece, isso não acontece, inclusive eu mataria se eu descobrisse que o Jairinho faz … que ele machuca o nosso filho (…) ‘Como é que pode uma mulher que fala que mata por causa do filho estar do lado de alguém que matou o dela?’, questionou. “Demoníaco, assustador.”

O engenheiro também contou que custou a acreditar que Monique pudesse ser conivente com as violências, como indica as investigações.

“Eu não acreditava que uma mãe poderia estar encobrindo algo de tamanha monstruosidade (…) Como pode um ser humano agredir uma criança de quatro anos? Isso pra mim me parece demoníaco, assustador. Como é que uma mãe que cuidou bem do filho durante quatro anos, a partir do momento que se junta com uma pessoa que mal conhece, poucos meses, e pretere uma pessoa ao filho? É muito estranho. Eu não consigo explicar o que pode ter sido isso. Será que é a ganância, a luxuria, um novo cargo público”.

Leniel também contou detalhes do dia 8 de março, dia da morte de Henry, quando levou o menino de volta para a casa de Dr. Jairinho e Monique.

“Quando entreguei meu filho, fui chegando perto, ele foi ficando muito nervoso, quando ele viu que tava chegando perto do Magestic [condomínio], foi ficando mais nervoso ainda, tanto que ele me agarrou e falou: ‘Não quero ir’. Ficou muito nervoso, começou a fazer náusea, tanto que quando chegou tive que abrir e ele vomitou na saída do carro”

“Hoje ta muito bem claro que meu filho não queria ir para aquele lugar. Aquele lugar poderia ta sendo um lugar de tortura pra ele. Só que a Monique nunca falou isso pra mim. Além de levarem meu filho, além de entregarem meu filho morto e eu ter que levar isso para o resto da vida. (…) Meu filho, meu primogênito, eu ter que enterrar, eles me fizeram levar essa sensação de impunidade, de não conseguir ajudar, de não ter feito mais pelo meu filho. Impotência total”, contou Leniel.

Lembrando de seus momentos com Henry, Leniel disse que sempre levará a imagem doce e alegre do filho.

“Quem é mãe é mãe e a Monique nos últimos dias não foi uma mãe para o meu filho. Eu sempre vou lembrar do Henry como meu primogênito, meu filho maravilhoso. Sempre sorrindo, sempre dando alegria. Chamando papai, papai eu te amo. To com saudade papai. Aquela criança carinhosa, maravilhoso. O Henry vai ta sempre comigo. Eu sempre vou lembrar meu filho como a melhor coisa que aconteceu na minha vida”, finalizou

 

 

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