‘Sem comentários’, dispara Mourão em resposta a fala de Bolsonaro que disse ser preciso aturar o vice

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta terça-feira (27). O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, optou na manhã desta terça-feira por não comentar a fala do presidente Bolsonaro, nessa segunda-feira (26), a qual afirma que Mourão “atrapalha um pouco, mas tem que aturar”.

“Sem comentários”, respondeu Mourão — que está em viagem ao Peru para a posse do presidente socialista eleito, Pedro Castillo. O presidente Bolsonaro disse em entrevista à rádio Arapuan, da Paraíba, que “vice é igual cunhado”: “Tem que aturar”.

“O Mourão faz o seu trabalho, tem uma independência muito grande. Por vezes aí, atrapalha um pouco a gente, mas o vice é igual cunhado, né. Você casa e tem que aturar o cunhado do teu lado. Você não pode mandar o cunhado embora. Então, estamos com Mourão, sem grandes problemas, mas o cargo dele é muito importante para agregar aí… Dele, não, o cargo de vice é muito importante para angariar simpatias, quer seja para candidatura à Presidência, governador ou prefeito”, disse Bolsonaro.

Nos últimos dois anos o presidente Bolsonaro e o vice-presidente Hamilton Mourão têm se afastado no governo. Mourão disse recentemente que sente falta das reuniões de governo as quais se fazia presente. Há alguns dias Bolsonaro disse que ‘vice bom é aquele que não aparece’.

Da redação do Acontece na Bahia

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‘Que veja, pô’, diz Mourão sobre analise de pedidos de impeachment de Bolsonaro

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta terça-feira (20). A atitude do vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), de querer analisar os 127 pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro, fez com que o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, comentasse nessa segunda-feira (19), a decisão tomada pelo parlamentar. Em conversa com a imprensa o vice-presidente disse: “Que veja, pô”.

A fala de Mourão ocorreu na saída do Palácio do Planalto e veio em um momento de muitas discussões sobre a aprovação de quase R$ 6 bilhões para o fundo eleitoral e da declaração feita pelo vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos, que se colocou como oposição ao governo.“Vamos ver até onde vai durar essa oposição, né? […] E a questão do Marcelo Ramos querer ver os pedidos de impeachment… Tá bom. Que veja, pô”, disse Mourão.

O vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos, só poderia colocar os pedidos em tramitação, de forma legal, se estivesse em exercício do poder na Casa Legislativa, no caso de licença, por exemplo, do atual presidente Arthur Lira (PP-PL). Marcelo Ramos, no entanto, já descartou a possibilidade de dar andamento ao pedido de impeachment do presidente Bolsonaro, estando provisoriamente como presidente da Câmara.

Os deputados ampliaram de R$ 2 bi para R$ 5,7 bilhões o dinheiro revertido para o fundo eleitoral em 2022 numa sessão que aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), comandada por Marcelo Ramos. A aprovação da LDO gerou muitas críticas no Congresso e na opinião pública. Houve muitas críticas nas redes sociais porque alguns bolsonaristas também apoiaram o aumento do fundo eleitoral.

Ao receber alta hospitalar nesse domingo (18), Bolsonaro culpou Marcelo Ramos pela ampliação do fundo eleitoral.“O responsável por aprovar isso aí e o Marcelo Ramos, lá do Amazonas, o presidente. O Marcelo Ramos que fez isso tudo. Se tivesse destacado, talvez o resultado teria sido diferente. Então, cobre em primeiro lugar do Marcelo Ramos”, contou o presidente.

Da redação do Acontece na Bahia

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‘Hamilton Mourão diz que não há espaço para prosperar pedido de impeachment de Bolsonaro

Uma notícia tem repercutido nas redes sociais nesta quinta-feira (1). Diante de várias denúncias relacionadas a aquisição do imunizante indiano Covaxin e toda a repercussão que se criou em razão de supostas irregularidades, o vice-presidente Hamilton Mourão resolveu se manifestar. Mourão afirmou nessa quarta-feira (30) que no momento atual não há condições para um impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

‘‘Acho que não há espaço para prosperar um pedido de impeachment. Estamos há um ano e pouco das eleições. Vamos deixar o processo prosseguir e chegar a outubro do ano que vem para ver o que acontece’’, afirmou o vice-presidente. Mas não é só isso…

Hamilton Mourão ainda reforçou a fala do presidente Bolsonaro sobre ser impossível ter o controle dos ministérios em sua totalidade.‘‘O presidente falou uma coisa que é certa, ele não tem condições de controlar tudo o que está acontecendo dentro de um governo. Isso é uma realidade. Então, compete a cada ministro controlar o seu feudo’’, contou.

Da redação do Acontece na Bahia

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Mourão diz que maior erro do governo foi não fazer campanha firme de combate à Covid-19

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (23). O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse em entrevista a GloboNews que foi ao ar nessa terça-feira (22) que o governo falhou em ações de enfrentamento a pandemia. Segundo o vice-presidente, o ‘maior erro’ do governo federal foi não desenvolver campanhas de orientação às pessoas sobre a pandemia de Covid 19.

Eu vou dizer para ti qual é o nosso maior erro, na minha visão: a questão de comunicação desde o ano passado. De campanhas de esclarecimento à população. Acho que esse foi o grande erro, uma campanha de esclarecimento firme, como tivemos no passado, de outras vacinas, mas uma campanha de esclarecimento da população sobre a realidade da doença, orientações o tempo todo para a população. Eu acho que isso teria sido um trabalho eficiente do nosso governo”, disse.

O vice-presidente não quis fazer críticas diretas ao presidente Bolsonaro com relação a pandemia.“O presidente tem a visão dele. Eu não coloco nas costas do presidente essas coisas que têm acontecido. Não é tudo nas costas dele. Cada um tem a sua parcela de erro nesse pacote todo aí. É um país desigual: desigual regionalmente e desigual socioeconomicamente. É um país continental.” Mas não é só isso…

Mourão quando indagado sobre muitos militares envolvidos no governo, classificou como ‘‘missão constitucional’’ de ‘‘defesa da Pátria’’. O vice-presidente evitou criticar a atitude do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que participou de evento ao lado de Bolsonaro, atitude incompatível com regras militares.“Pazuello, eu conheço, tenho apreço, me ajudou em momentos difíceis. O Pazuello deveria ter compreendido que estava em função política (ao ocupar o ministério), já tinha atingindo o patamar mais elevado (na hierarquia do Exército) e era hora de ir para a reserva. Teria mais liberdade de manobra para trabalhar. É o ponto focal da questão”, comentou.

Hamilton Mourão comentou ainda sobre certas polêmicas que envolveram recentemente o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. “Trabalhar com pessoas não é simples. […] A função que tenho no conselho é para criar sinergia. Palavra-chave é ‘cooperação’. Compete a mim fazer trabalho de conhecimento, dizer: ‘Vamos agir da forma correta’”, contou na entrevista.

Da redação do Acontece na Bahia

 

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