PMs ameaçam fazer greve após morte do policial militar baleado no Farol da Barra pelos agentes do Bope

Uma notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (29). Após toda a confusão e desespero envolvendo a morte de um policial militar ontem no Farol da Barra que surtou, disparando tiros para cima e sendo baleado por policias do Bope, os policiais militares fizeram um protesto em frente ao Hospital Geral do Estado (HGE) ontem e ameaçaram parar as atividades. A morte do soldado Wesley Soares foi confirmada pela Associação dos Policiais do Estado.

Em vídeos gravados durante as manifestações, é possível ouvir os policiais manifestantes gritando “a PM parou”, em protesto ao colega baleado com diversos tiros. Uma outra manifestação está marcada para hoje, no Farol da Barra, em Salvador, onde o caso aconteceu.

Em um outro vídeo que circula pelas redes sociais, uma mulher lamenta a morte de Wesley e diz que “ele tinha orgulho de servir essa instituição, ele só não aguentava mais tanta pressão, ele não aguentava mais tanto sofrimento”.

O CASO

Na tarde de ontem, o soldado Wesley foi para o gramado do Farol da Barra, em Salvador, com o rosto pintado de amarelo e verde e gritava a palavra ordem. Um tempo depois começou a disparar tiros para o alto. Policiais do Bope foi conter o “surto” e disparou diversos tiros no soldado. Wesley chegou a ser encaminhado em estado grave para o HGE, mas não resistiu.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Classe dos caminhoneiros confirma nova greve que pode ser pior do que a de 2018

O Brasil amanheceu diante de uma situação problemática nesta segunda-feira (1). Isso porque um contexto difícil que foi vivido há cerca de 3 anos pode estar voltando, e talvez de forma ainda mais intensa. Mas afinal, o que aconteceu?

A categoria dos caminhoneiros está planejando uma nova paralisação por tempo indeterminado. De acordo com informações preliminares, os caminhoneiros já iniciariam a nova greve ainda na segunda-feira de hoje (1).Então, os dois principais pilares para a nova greve seriam a reivindicação de melhores condições de trabalho e a alta nos preços dos combustíveis. Além disso, a classe também cobra direitos relacionados à aposentadorias especiais e a pauta do marco regulatório do transporte marítimo (BR do Mar).

Recentemente o presidente Jair Bolsonaro fez um apelo e pediu para que os caminhoneiros não parassem, pois as consequências seriam ruins para todos, sem exceção. O governo estaria buscando soluções, com redução de impostos, para diminuir os preços dos combustíveis. Contudo, agora pode ocorrer uma greve ainda mais impactante que a de 2018 por conta da já vigente crise. Mas não é só isso.

Na última greve, o Brasil lidou com inúmeras consequências difíceis. Entre elas, o desabastecimento a curto prazo e prologando de alguns itens, instabilidade em preços e impactos negativos na economia. Há cerca de pelo menos 6 semanas, as conversas sobre uma nova possível greve começaram a surgir. A grande insatisfação dos trabalhadores e a aparente falta de acordos com o governo culminaram para boatos cada vez mais verosímeis.

Da redação do Acontece na Bahia.

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Caminhoneiros planejam paralisação nacional no 1º primeiro de fevereiro: “Caminhão não passa”

Representantes dos caminhoneiros de todo Brasil decidem por uma paralisação nacional como forma de protesto no dia 1º de fevereiro. A decisão vem da Assembleia Geral Extraordinária do Conselho Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), que aconteceu na terça-feira (5).

A categoria, insatisfeita com diversos setores do atual governo, decidiu reivindicar por mais direitos. Assim, eles protestam contra o alto valor dos combustíveis, que segundo o CNTRC, é abusivo.

Além disso, os caminhoneiros também focam em outras pautas de reinvindicação como o estabelecimento de um piso mínimo de frente para o transportador autônomo, aposentadoria especial, marco regulatório do transporte e uma fiscalização mais atuante da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

De acordo com o jornal A Tarde, o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Bens de Feira de Santana e Região (Sintracam) afirmam que a orientação é que no dia 1º de fevereiro os caminhoneiros não trabalhem. “Nas rodovias, só vai passar ônibus e carro pequeno. Caminhão não passa”, afirma o representante de classe.

A última grande greve dos caminhoneiros ocorreu em meados de 2018. Assim, os caminhoneiros ficaram totalmente parados durante dez dias e fizeram o país chegar à beira do colapso. Dessa forma, serviços e produtos essenciais tornaram-se escassos visto que quase todos os produtos brasileiros são distribuídos através do transporte rodoviário.

Da redação Acontece na Bahia.

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