Médica com 8 meses de gravidez morre por complicações da covid-19 e bebê sobrevive a parto de emergência em MT

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (7). Cibele Bento Rodrigues, 38 anos, faleceu nesta terça-feira (6), vítima da covid-19 na cidade de Barra do Garças, 516 km distante de Cuiabá. Cibele, que era médica, estava no oitavo mês de gestação e o bebê conseguiu ser salvo pelo trabalho dos médicos em um parto emergencial. 

As informações são de que Cibele começou a se sentir mal no final de semana e apresentava tosse. A médica ficou internada desde a segunda-feira (5), onde procurou atendimento em um hospital de Barra do Garças com os sintomas da covid 19. Cibele sofreu uma parada cardíaca e faleceu antes mesmo de ser intubada. A médica não tinha problemas de saúde que pudesse se enquadrar em grupo de risco. 

Os médicos conseguiram salvar o bebê, um menino, que foi transferido para Goiânia em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea. Além de Cibele, os pais, a cunhada e sobrinhos foram infectados pela covid-19. A ginecologista e obstetra Bruna Fagundes Teixeira, informou que o período de gravidez deixa a mulher suscetível a contrair doenças. 

“A gestação põe a paciente em um estado de imunossupressão, então ela fica mais suscetível à infecções e à complicações das infecções, inclusive a Covid-19. São complicações tanto clínicas, que podem ser necessárias de hospitalizações, e também complicações obstétricas. ] No pré-natal que a gente vai excluir causas e fazer tratamentos que vão prevenir trabalho de parto prematuro, síndromes hipertensivas graves maternas que levem ao parto prematuro, dentre outros”, conclui. 

 Da Redação do Acontece na Bahia 

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Aos 20 anos, grávida de 7 meses morre enquanto aguardava leito de UTI: “Fizemos de tudo”, diz médica

Uma notícia triste tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (5). A jovem Mikaely Karoline Souza, de 20 anos, morreu vítima de covid-19 enquanto aguardava por um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).Mikaely estava grávida de sete meses e aguardava há quatro dias pela transferência que não chegou a acontecer apesar de todo esforço dos profissionais envolvidos. Uma médica responsável pelos cuidados de Mikaely disse que o possível foi feito para tentar salvar a vida da jovem. O bebê também não resistiu. 

O estado de saúde de Mikaely  necessitava de internação em leito de UTI. Uma solicitação foi feita para o Hospital Regional que não tinha vagas. A secretaria de Saúde do município informou que houve solicitação de vagas em outras unidades de saúde até mesmo fora de Mato Grosso, mas sem sucesso. 

A Jovem necessitava além de uma UTI adulto, de uma UTI neonatal, mas não houve nenhuma vaga em aberto de acordo com a médica que preferiu não se identificar. 

“Havia uma vaga. Foi quando a paciente começou a ter uma desestabilização. Ficamos em cima dela por duas horas, mas não tínhamos força nem de pedir para parar [de tentar salvá-la]. Fizemos de tudo”, desabafou a profissional.  

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde a jovem estava internada não tinha estrutura suficiente para Mikaely e seu bebê. 

“Às vezes, vemos a família colocando pressão, dizendo: ‘Ele [o paciente] é o amor da minha vida’. Não deixamos, e não vemos a nossa família todos os dias. Enquanto eles têm um, temos 30, 40, 50 pacientes como um todo. Só nós sabemos o que estamos vivendo e vendo. Teve a crise do ano passado, e não se compara com o que estamos vivendo hoje”, lamentou a médica. 

De acordo com informações oficiais divulgadas nesse sábado (3), a fila de espera por leitos de UTI no estado é de 198 pessoas. Com o objetivo de conseguir uma vaga em leito de UTI, a família de Mikaely entrou com ação judicial para que a jovem pudesse ser atendida. Apesar de todo o empenho, a transferência não foi possível por falta de vaga disponível. 

Da Redação do Acontece na Bahia  

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Grávida espera por dias uma vaga na UTI e morre um dia depois de conseguir transferência; Bebê é salvo

Uma triste notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (26). A grávida Taciane Morais dos Santos, de 27 anos, morreu após contrair o coronavírus no oitavo mês da gestação. A morte aconteceu na última terça-feira, e o bebê conseguiu ser salvo em um parto de emergência.

Taciane morava em Nova Olímpia, Mato Grosso e contraiu a doença há algumas semanas. Conforme a doença avançava, o quadro de saúde da mulher se agravava. Ela aguardava urgentemente por uma liberação de vaga de UTI desde o dia 16 de março. Na última segunda-feira ela chegou a ser transferida para o Pronto Socorro de Várzea Grande, mas morreu na terça-feira.

A bebê que Taciane estava esperando foi salva em um parto de emergência. Agora, ela está bem, mas segue internada em observação.

Mulheres grávidas e em período pós partos estão mais vulneráveis a infecções e estão no grupo de risco. A ginecologista e obstetra Bruna Fagundes Teixeira, explica que o momento da gestação é o que a mulher mais está vulnerável.

“A gestação põe a paciente em um estado de imunossupressão, então ela fica mais suscetível a infecção e a complicações das infecções, inclusive a Covid-19. São complicações tanto clínicas que pode ser necessário de hospitalizações e também complicações obstétricas. No pré-natal que a gente vai excluir causas e fazer tratamentos que vão prevenir trabalho de parto prematuro, síndromes hipertensivas graves maternas que levem ao parto prematuro, dentre outros”, explica.

O município de Nova Olímpia já registrou 27 mortes por covid-19.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Grávida de 23 anos morre por Covid-19 e deixa dois filhos pequenos; marido desabafa: “Perdi o amor da minha vida”

Uma triste história sensibilizou os internautas nesta manhã de terça-feira (16). Uma jovem de 23 anos, grávida de quatro meses, morreu devido às complicações da Covid-19. Nathália Claudino de Oliveira era moradora cidade de Guapiaçu, interior de São Paulo, e faleceu última quinta-feira (11) deixando a pequena cidade enlutada.

De acordo com o marido de Nathália, Danilo Martins de Paula, a mulher de 23 anos não tinha comorbidades e começou a apresentar os sintomas no dia 20 de fevereiro, logo após chegar de uma viagem feita para Campos de Jordão (SP).

“Fomos no hospital, pediram para esperar para fazer o teste. Ela fez e saiu o resultado positivo no outro dia. No quinto dia de sintomas, ela foi internada no Hospital da Criança e Maternidade (HCM), mas ficou poucos dias e recebeu alta para continuar o tratamento em casa”, afirmou Danilo.

Assim, após trinta horas internada, a jovem teve uma súbita piora e teve que ser transferida para o Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP), onde foi entubada e morreu na última quinta-feira (11).

“Fiquei sem chão. Nós ficamos indignados. Ela era muito nova. Teve duas gestações perfeitas, sem nenhuma complicação. Parte de uma vida dos meus filhos ficará para trás”

“É uma dor muito grande. Estamos sofrendo e tentando arrumar forças para realizar os sonhos dela. Perdi o amor da minha vida.”, lamentou.

Da redação Acontece na Bahia.

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