Homem engana namorada grávida e faz ela perder o bebê: “Pediu até para escolher o nome”

O que um homem fez está repercutindo muito nesta sexta-feira (27). Ele enganou a namorada, fingiu que estava feliz com a gravidez e conseguiu fazer ela perder o bebê. Mas o que aconteceu?

O casal Tamires Giuliano Augusto Trondoli Cunha estava junto desde o início do ano, mas mantinham um relacionamento aberto. Tudo fluía normalmente entre os dois até Tamires ficar grávida aos 32 anos. Quando ela contou isso a Giuliano, ele a visitou e passou alguns dias na casa, tentando convencer Tamires a abortar ou a ter o bebê e doar logo após o nascimento. Contudo, depois de alguns dias ele mudou completamente de opinião. O rapaz pediu desculpas e começou a ter uma nova postura, sempre acompanhando a jovem nas consultas médicas, cozinhando em casa e até escolhendo um nome para o bebê, que já tinha 2 meses. Entretanto, tudo isso não durou por muito tempo.

Em certo dia, o casal se encontrou novamente e acabou tendo relações. Durante o ato, Giuliano inseriu 3 comprimidos de um remédio abortivo na vagina de Tamires. Quando questionado por ela, ele respondeu que havia colocado apenas um estimulante na região. Então, na manhã seguinte a jovem acordou com muita dor e percebeu que algo estava errado. Ela insistiu para ir ao hospital, mas Giuliano afirmava que não era necessário.

A descoberta

Todavia, Tamires buscou atendimento mesmo assim. Chegando lá, a equipe médica constatou que a jovem já estava expulsando o bebê. Do hospital mesmo, a polícia foi acionada e conseguiu prender Giuliano a tempo. Nos pertences dele, os policias encontraram mais comprimidos da medicamento utilizado. Ele ficou detido, mas saiu depois de pagar uma fiança de R$10 mil. Agora, aguarda o julgamento em liberdade, mas pode ter uma pena de até 10 anos por provocar a indução de aborto sem consentimento da gestante.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Categoria(s): Nacional.

Bebê nasce “grávida” e pais só acreditam depois da explicação médica: “Depois da cirurgia vai ter uma vida normal”

Nesta quinta-feira (19) a história do nascimento de uma bebê repercutiu por todo o mundo. Os pais ficaram assustados com um primeiro diagnóstico, mas o segundo foi mais surpreendente ainda, pois a bebê nasceu “grávida”. Todavia, como isso foi acontecer?

Esse tipo de caso clínico é raríssimo e sempre chama a atenção quando aparece. Ao contrário do que muitos mitos populares dizem, isso não tem nada a ver com a relação dos pais durante a gravidez. Na realidade, a bebê não está grávida como uma mulher adulta, mas ela tem sim um feto ligado a si. Trata-se de um caso conhecido como “feto no feto”. Isso acontece quando a mãe teria uma gravidez de gêmeos, mas um dos fetos acaba ficando preso internamente ao outro. No caso dessa bebê, o gêmeo dela não se desenvolveu e ficou preso a ela por um cordão umbilical, alimentando-se do fluxo sanguíneo do intestino da bebê maior. Contudo, isso não foi descoberto de primeira pela família.

A família da bebê, que vive na Colômbia, ficou assustada com o primeiro diagnóstico. Segundo a equipe médica, a bebê tinha um cisto ou um tumor na barriga. Entretanto, novos exames com outro médico revelaram que não era nada disso. A partir das novas imagens eles desvendaram que tratava-se de um gêmeo fetal preso na barriga da bebê. Então, por conta do risco, a forma escolhida para o parto foi a cesariana. O nascimento foi um sucesso, mas todos sabiam que outra cirurgia seria necessária em breve. Preocupados com o desenvolvimento da bebê, os médicos decidiram operá-la já no dia seguinte para retirar o gêmeo fetal. Novamente, tudo deu certo na operação. Agora, a pequena colombiana terá apenas uma cicatriz na barriga, vivendo uma vida saudável como uma bebê normal.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Categoria(s): Nacional.

Grávida morre após complicações na gestação e internautas se mobilizam para ajudar pai e filha

Bruna sempre quis ser mãe, tentou por seis anos, e durante duas vezes a gestação não avançou, até que há três meses, ela deu à luz Sophia Balbo Conagin.

Mas depois do parto, Bruna começou a ter alguns problemas de saúde e o negócio se agravou, ela não resistiu e faleceu. “Uma pena ela não ter conseguido curtir por muito tempo a filha que a gente tanto sonhou ter“, disse o esposo Gabriel.

Além de toda a tristeza pela perda da esposa, Gabriel também se deparou com a dificuldade de criar sozinho a filha recém-nascida. E mais, o pai dele luta contra um tumor na medula e a mãe tem Alzheimer.

Todo esse somatório de fatos tristes foi sucedido por esperança. Os padrinhos do casal Fernanda Blanco e Felipe Diniz começaram uma campanha para ajudá-los. Felipe é amigo de infância de Gabriel e é apresentador do Globo Esporte em São Paulo. Fernanda era amiga de Bruna e também da Nati Vozza, digital influencer, que fez a maior campanha nas redes sociais para ajudar a família.

“Fernanda teve a ideia de criar essa vaquinha na internet. Os dois começaram a divulgar e criou-se essa comoção toda, essa corrente do bem de gente que se preocupou com a nossa situação. Uma dessas pessoas foi a Nati Vozza, que também é amiga do Felipe e da Fernanda e que deu outra turbinada na divulgação”, disse Gabriel.

A vaquinha foi feita para comprar uma casa para a família, garantir uma ajuda aos pais do Gabriel e uma vida digna para Sophia, que vai crescer sem a presença física da mãe, mas rodeada de carinho.

“Tudo na vida tem um propósito e estou tentando me apegando nisso para continuar firme, tocando a minha vida e dando o melhor possível pra Sophia. Toda essa comoção serviu pra mostrar que ainda dá pra acreditar em um mundo um pouco melhor”, disse Gabriel.

Quase 3 mil pessoas já doaram. “Serei eternamente grato! Espero que Deus possa retribuir tudo o que estão fazendo por mim e pela Sophia. Todo esse carinho que temos recebido tem me dado muita força. Espero, de alguma forma, poder ajudar quem precise no futuro, fazer algo parecido com o que estão fazendo com a gente agora”, falou Gabriel.

 

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Categoria(s): Social.

Em Petrolina (PE), Grávidas dormem em cadeiras e no chão no Hospital Dom Malan/IMIP

Mulheres grávidas que precisam de atendimento no Hospital Dom Malan/IMIP em Petrolina (PE) passam por situações constrangedoras, alojadas nos corredores da unidade.

O hospital não consegue atender a maioria das grávidas. As pacientes esperam por atendimento em cadeiras e dormem no chão, um caos na saúde pública.

“É inconcebível que mães com gravidez de risco, que seres humanos sejam atendidos no chão. Por maior que seja o caos na saúde pública, esse tipo de comportamento é inadmissível”, relatou uma paciente.

De acordo com o HDM o atendimento do Pronto Socorro Infantil ocorreram intercorrências com três casos graves e cinco internações na Oncologia que demandaram maior atenção da equipe de assistência.

Na emergência obstétrica houve um atraso no atendimento devido a uma reforma no piso de um consultório do setor, mas a obra foi finalizada e o fluxo de pacientes restabelecido.

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Categoria(s): Regional.