Luciano Huck faz críticas ao governo pela forma que lidou a pandemia durante homenagem a Paulo Gustavo

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste domingo (9). O ator Paulo Gustavo que faleceu na última terça-feira (4), foi homenageado pelo apresentador Luciano Huck, no Caldeirão desse sábado (8). Na ocasião Huck criticou a forma como o governo enfrentou a pandemia de Covid-19.

“Foi uma partida injusta porque poderia ser evitada. Se o Brasil tivesse levado a sério essa pandemia desde o começo, hoje todos nós já estaríamos vacinados. E o Paulo não teria partido”, disse.

O apresentador falou da forma como os Estados Unidos conduziram sua política de enfrentamento da pandemia.”Eles tiveram a sabedoria de ouvir a ciência e mudaram os rumos. Em três meses, vacinaram a população. Agora, a Broadway anunciou que vai reabrir suas cortinas. Aqui, seguimos chorando nossos mortos. É muito revoltante”.

Luciano Huck disse que Paulo Gustavo viveu intensamente e admitiu ter chorado a morte do humorista ao lado do filho Benício. Contou ainda do episódio em que seu filho se acidentou e o humorista fez uma homenagem a ele durante uma apresentação cantando a música ‘‘O Pato’’ .

“Ele ia muito além de fazer graça. Tinha muito afeto, tinha acolhimento, tinha representatividade. Ele era exatamente assim, na tela ou fora dela, no palco ou na coxia. Ele tinha essa pressa de viver”, disse.

“Na vida pessoal, ele rompeu barreiras e preconceitos, formou sua família, desbravando caminhos e derrubando muros de preconceito. Como cidadão, era inquieto, levantou bandeira, defendeu minorias e criticou absurdos dos últimos tempos. Em janeiro, quando faltou oxigênio em Manaus, ele foi o primeiro a me ligar e disse, como podemos ajudar? E ajudou.”

Huck ainda fez elogios a Tales Bretas e a Gael e Romeu, filhos do casal, e falou para Déa Lucia, mãe de Paulo Gustavo.”Sei que amanhã vai ser o Dia das Mães mais difícil da sua vida, mas se isso consolar um pouco, a senhora foi a maior inspiração para seu filho. A relação e a história de vocês vai estar eternizada em nossos corações”, concluiu.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Líder indígena Sônia Guajajara é intimada pela PF e acusada de “difamar” o governo Bolsonaro

Nesta sexta-feira (30), a líder indígena Sonia Guajajara, compartilhou em suas redes sociais que havia sido intimada pela Polícia Federal a prestar depoimento, como representante da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), em inquérito provocado pela Fundação nacional do Índio (FUNAI), em razão da websérie Maracá.

“O órgão cuja missão institucional é proteger e promover os direitos dos povos do Brasil acusa a Apib de difamar o governo federal com a websérie Maracá”, afirma a entidade, em nota.

A websérie, que foi lançada em 2020, denunciou violações cometidas contra os direitos dos povos indígenas, durante a pandemia da covid-19. Essas denúncias foram também encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

“Os discursos carregados de racismo e ódio do governo federal estimulam violações contra nossas comunidades e paralisam as ações do Estado, que deveria promover assistência, proteção e garantias de direitos”, destaca a nota.

“E agora, o governo busca intimidar os povos indígenas em uma nítida tentativa de cercear nossa liberdade de expressão, que é a ferramenta mais importante para denunciar as violações de direitos humanos. Atualmente, mais da metade dos povos indígenas foi diretamente atingida pela Covid-19, com mais de 53 mil casos confirmados e 1.059 mortos”, acrescenta o documento.

“A perseguição desse governo é inaceitável e absurda! Eles não nos calarão!”, escreveu a líder indígena.

Da de redação do Acontece na Bahia

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Governo Federal atrasa as 500 mil doses da vacina que chegariam hoje a Bahia e plano de imunização fica prejudicado

Uma notícia está sendo destaque nesta quinta-feira (15). As 500 mil doses de vacinas da CoronaVac, que foram anunciadas pelo secretário de saúde Fabio Vilas Boas para chegar hoje ao estado, não desembarcaram aqui na Bahia.

O portal Metro1 entrou em contato com Sesab para saber o motivo do atraso e foi informado que o Ministério da Saúde, que organiza a distribuição entre os estados, não explicou as razões do atraso e nem deu a previsão de uma nova data. Com isso, o plano de imunização do estado e seus respectivos municípios ficam atrasado e prejudicado. Diversas cidades estão sem estoques de primeira dose, contando apenas as reservas destinadas a segunda dose, chamada de dose de reforço.

Na capital baiana, Salvador, o cronograma terá de ser alterado, haja vista o plano de imunização previsto pelo prefeito Bruno Reis (DEM), que contava com a chegada das doses. O plano prosseguiria com a conclusão dos idosos com 60 anos ou mais e o início da aplicação em pessoas com comorbidades.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

 

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Equipe econômica pretende aprovar e pagar primeira parcela do novo Auxílio Emergencial em 3 semanas

Uma notícia importante continua repercutindo nesta segunda-feira (15). O governo federal se posicionou no sentido de aprovar a proposta que possibilitará o retorno do auxílio emergencial em até 3 semanas. Anteriormente, o presidente da Câmara, o presidente do Senado e ministros se manifestaram favoráveis à volta do auxílio emergencial. Então, posteriormente o governo, por meio da equipe econômica, analisou a viabilidade da proposta e agora um novo prazo chegou ao público.

Este é o prazo com o qual o governo trabalha para a aprovação da proposta: Em até 3 semanas, o  “novo marco fiscal “, nome dado por Paulo Guedes à proposta, deverá estar aprovado, de acordo com o Estadão.

Uma cláusula de calamidade pública(uma espécie de PEC de Orçamento de Guerra, semelhante à aprovada no ano passado ) deverá compor à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, para viabilizar o retorno do auxílio. Então, a nova cláusula  dará maior flexibilidade ao auxílio emergencial com relação às regras fiscais impostas pela Constituição Federal, como o teto de despesas, por exemplo, e como medidas de contenção de gastos. Mas não é só isso.

Em reunião com Paulo Guedes na sexta-feira (12/2), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou que apresentaria uma proposta ao colégio de líderes. Em função disto, o governo avalia a possibilidade  de aprovação da medida  pelo Congresso Nacional até o início de março, com a primeira parcela  sendo entregue ainda no próximo mês. Além disso, previsão é de que mais duas parcelas serão entregues em abril e maio, e há ainda uma outra parcela, que depende de futura confirmação, a ser entregue em junho a depender dos próximos desdobramentos da pandemia. As informações são de que  as parcelas serão de r$ 250,00 , e custarão aos cofres públicos  um montante de R$ 30 bilhões.

Foto: Fabio Rodrigues/Agência Brasil

Da redação do Acontece na Bahia

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