Equipe econômica pretende aprovar e pagar primeira parcela do novo Auxílio Emergencial em 3 semanas

Uma notícia importante continua repercutindo nesta segunda-feira (15). O governo federal se posicionou no sentido de aprovar a proposta que possibilitará o retorno do auxílio emergencial em até 3 semanas. Anteriormente, o presidente da Câmara, o presidente do Senado e ministros se manifestaram favoráveis à volta do auxílio emergencial. Então, posteriormente o governo, por meio da equipe econômica, analisou a viabilidade da proposta e agora um novo prazo chegou ao público.

Este é o prazo com o qual o governo trabalha para a aprovação da proposta: Em até 3 semanas, o  “novo marco fiscal “, nome dado por Paulo Guedes à proposta, deverá estar aprovado, de acordo com o Estadão.

Uma cláusula de calamidade pública(uma espécie de PEC de Orçamento de Guerra, semelhante à aprovada no ano passado ) deverá compor à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, para viabilizar o retorno do auxílio. Então, a nova cláusula  dará maior flexibilidade ao auxílio emergencial com relação às regras fiscais impostas pela Constituição Federal, como o teto de despesas, por exemplo, e como medidas de contenção de gastos. Mas não é só isso.

Em reunião com Paulo Guedes na sexta-feira (12/2), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou que apresentaria uma proposta ao colégio de líderes. Em função disto, o governo avalia a possibilidade  de aprovação da medida  pelo Congresso Nacional até o início de março, com a primeira parcela  sendo entregue ainda no próximo mês. Além disso, previsão é de que mais duas parcelas serão entregues em abril e maio, e há ainda uma outra parcela, que depende de futura confirmação, a ser entregue em junho a depender dos próximos desdobramentos da pandemia. As informações são de que  as parcelas serão de r$ 250,00 , e custarão aos cofres públicos  um montante de R$ 30 bilhões.

Foto: Fabio Rodrigues/Agência Brasil

Da redação do Acontece na Bahia

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Gastos do Governo Federal chamam a atenção: R$31 milhões em refrigerante, R$15 milhões em leite condensado e R$2,2 milhões em chiclete

Nesta terça-feira (26) uma situação inusitada chamou a atenção. Isso porque dados do governo chegaram à tona, deixando o povo curioso. Mas afinal, o que aconteceu?

De acordo com dados obtidos pelo portal Metrópoles, que se baseou em matrizes do próprio governo, o Governo Federal gastou R$1,8 bilhão de reais em alimentação em 2020. A primeiro momento, isso já chamou a atenção por representar 20% a mais do que o ano anterior. Contudo, os itens comprados tomaram a cena.

O volume de alguns itens como arroz e feijão permaneceu alto, mas os gastos com refrigerante, leite condensado, chiclete e geleia de mocotó. No total, foram R$ 31 Milhões em refrigerante, R$ 15 milhões em leite condensado, R$2,2 milhões em chiclete e R$1,8 milhões em geleia de mocotó. Todavia, é importante ressaltar que esses gastos não dizem respeito apenas ao presidente Jair Bolsonaro, mas aos gastos do governo como um todo, incluindo os ministérios. Mas não é só isso.

Entre outros itens que receberam destaque estão pizza, massa de pastel e condimentos em geral, que juntos passam dos R$ 50 milhões. A situação dividiu opiniões nas redes, pois os gastos são altos para um ano de crise.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Governo Federal pretende encerrar programas de saúde mental

O Governo Federal, através do Ministério da Saúde, vai encerrar os projetos de saúde mental ofertados à população desde 1990. Segundo o jornal Folha de São Paulo, estas propostas estão documentadas em uma planilha de apresentação do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Dentre os programas que estão para ser encerrados encontra-se o programa De Volta Para Casa, que tem como foco a reinserção de pessoas com transtornos mentais. Ademais, diversas equipes responsáveis pelo tratamento de pessoas com problemas psiquiátricos seriam desfeitas. Segundo o Ministério da Saúde tais serviços são função da assistência social e não da saúde.

Segundo a OMS, mais de 80% da população brasileira tem algum transtorno metal, como a depressão e a ansiedade. Assim, tais programas são de extrema importância para pessoas que não tem como pagar por serviços particulares e recorrem ao SUS como alternativa.

A associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) escreveu um documento em que serve como base para as propostas de mudança. Porém, a ABP nega que isso significa desmonte dos serviços para saúde mental. Assim, o projeto preocupa diversos especialistas, sobretudo da comunidade acadêmica, que temem retrocesso nesse aspecto.

Da redação Acontece na Bahia.

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PF encontra dinheiro escondido entre as nádegas do senador Chico Rodrigues

A Polícia Federal encontrou cerca de R$ 30 mil escondidos na cueca do vice-líder do governo de Jair Bolsonaro no Senado, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), nesta quarta-feira (14/10). A informação é da revista Crusoé. Segundo a publicação, parte do dinheiro estava escondido entre as nádegas do parlamentar

O dinheiro foi encontrado durante a operação Desvid19, que apura esquema de desvio de verbas públicas destinadas ao combate à pandemia da covid-19 em Roraima. A operação cumpriu sete mandados de busca e apreensão em Boa Vista (RR).Segundo as apurações da PF, foram desviados cerca de R$ 20 milhões em emendas parlamentares.

Em nota, o senador disse que não tem envolvimento com atos ilegais. “A Polícia Federal cumpriu sua parte em fazer buscas em uma investigação na qual meu nome foi citado. No entanto, tive meu lar invadido por apenas ter feito meu trabalho como parlamentar, trazendo recursos para o combate à covid-19 na saúde do estado”, diz a nota.

Do Diário de Pernambuco

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