‘Está ocorrendo a pior corrupção de todos os tempos’, diz deputado Luis Miranda em live

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste sábado (26). Uma declaração do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), gerou certa polêmica ao afirmar que existe corrupção no governo e que este problema tem se alastrado.

“Está ocorrendo a pior corrupção de todos os tempos, simplesmente estão fingindo que não existe. Em vez de termos corrupção isolada, há um alastramento, os corruptos estão nadando de braçada”, afirmou o deputado em Live do site “O Antagonista”. Mas não é só isso…

De acordo com o parlamentar tiveram outros casos de corrupção no ministério da Saúde, os quais serão investigados pela Polícia Federal (PF) e terão as irregularidades trazidas à tona, segundo o deputado.

“Foi o presidente Bolsonaro que citou o nome do Ricardo Barros, não eu”, contou, confirmando a sua versão em depoimento à CPI de que foi o presidente Bolsonaro que citou o nome de Ricardo Baros (PP-PR), quando soube das supostas irregularidades envolvendo a aquisição da vacina indiana Covaxin. O parlamentar informou que desde a última quarta-feira não esteve com o presidente Bolsonaro.

Da redação o Acontece na Bahia

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Mourão diz que maior erro do governo foi não fazer campanha firme de combate à Covid-19

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (23). O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse em entrevista a GloboNews que foi ao ar nessa terça-feira (22) que o governo falhou em ações de enfrentamento a pandemia. Segundo o vice-presidente, o ‘maior erro’ do governo federal foi não desenvolver campanhas de orientação às pessoas sobre a pandemia de Covid 19.

Eu vou dizer para ti qual é o nosso maior erro, na minha visão: a questão de comunicação desde o ano passado. De campanhas de esclarecimento à população. Acho que esse foi o grande erro, uma campanha de esclarecimento firme, como tivemos no passado, de outras vacinas, mas uma campanha de esclarecimento da população sobre a realidade da doença, orientações o tempo todo para a população. Eu acho que isso teria sido um trabalho eficiente do nosso governo”, disse.

O vice-presidente não quis fazer críticas diretas ao presidente Bolsonaro com relação a pandemia.“O presidente tem a visão dele. Eu não coloco nas costas do presidente essas coisas que têm acontecido. Não é tudo nas costas dele. Cada um tem a sua parcela de erro nesse pacote todo aí. É um país desigual: desigual regionalmente e desigual socioeconomicamente. É um país continental.” Mas não é só isso…

Mourão quando indagado sobre muitos militares envolvidos no governo, classificou como ‘‘missão constitucional’’ de ‘‘defesa da Pátria’’. O vice-presidente evitou criticar a atitude do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que participou de evento ao lado de Bolsonaro, atitude incompatível com regras militares.“Pazuello, eu conheço, tenho apreço, me ajudou em momentos difíceis. O Pazuello deveria ter compreendido que estava em função política (ao ocupar o ministério), já tinha atingindo o patamar mais elevado (na hierarquia do Exército) e era hora de ir para a reserva. Teria mais liberdade de manobra para trabalhar. É o ponto focal da questão”, comentou.

Hamilton Mourão comentou ainda sobre certas polêmicas que envolveram recentemente o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. “Trabalhar com pessoas não é simples. […] A função que tenho no conselho é para criar sinergia. Palavra-chave é ‘cooperação’. Compete a mim fazer trabalho de conhecimento, dizer: ‘Vamos agir da forma correta’”, contou na entrevista.

Da redação do Acontece na Bahia

 

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Luciano Huck faz críticas ao governo pela forma que lidou a pandemia durante homenagem a Paulo Gustavo

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste domingo (9). O ator Paulo Gustavo que faleceu na última terça-feira (4), foi homenageado pelo apresentador Luciano Huck, no Caldeirão desse sábado (8). Na ocasião Huck criticou a forma como o governo enfrentou a pandemia de Covid-19.

“Foi uma partida injusta porque poderia ser evitada. Se o Brasil tivesse levado a sério essa pandemia desde o começo, hoje todos nós já estaríamos vacinados. E o Paulo não teria partido”, disse.

O apresentador falou da forma como os Estados Unidos conduziram sua política de enfrentamento da pandemia.”Eles tiveram a sabedoria de ouvir a ciência e mudaram os rumos. Em três meses, vacinaram a população. Agora, a Broadway anunciou que vai reabrir suas cortinas. Aqui, seguimos chorando nossos mortos. É muito revoltante”.

Luciano Huck disse que Paulo Gustavo viveu intensamente e admitiu ter chorado a morte do humorista ao lado do filho Benício. Contou ainda do episódio em que seu filho se acidentou e o humorista fez uma homenagem a ele durante uma apresentação cantando a música ‘‘O Pato’’ .

“Ele ia muito além de fazer graça. Tinha muito afeto, tinha acolhimento, tinha representatividade. Ele era exatamente assim, na tela ou fora dela, no palco ou na coxia. Ele tinha essa pressa de viver”, disse.

“Na vida pessoal, ele rompeu barreiras e preconceitos, formou sua família, desbravando caminhos e derrubando muros de preconceito. Como cidadão, era inquieto, levantou bandeira, defendeu minorias e criticou absurdos dos últimos tempos. Em janeiro, quando faltou oxigênio em Manaus, ele foi o primeiro a me ligar e disse, como podemos ajudar? E ajudou.”

Huck ainda fez elogios a Tales Bretas e a Gael e Romeu, filhos do casal, e falou para Déa Lucia, mãe de Paulo Gustavo.”Sei que amanhã vai ser o Dia das Mães mais difícil da sua vida, mas se isso consolar um pouco, a senhora foi a maior inspiração para seu filho. A relação e a história de vocês vai estar eternizada em nossos corações”, concluiu.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Líder indígena Sônia Guajajara é intimada pela PF e acusada de “difamar” o governo Bolsonaro

Nesta sexta-feira (30), a líder indígena Sonia Guajajara, compartilhou em suas redes sociais que havia sido intimada pela Polícia Federal a prestar depoimento, como representante da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), em inquérito provocado pela Fundação nacional do Índio (FUNAI), em razão da websérie Maracá.

“O órgão cuja missão institucional é proteger e promover os direitos dos povos do Brasil acusa a Apib de difamar o governo federal com a websérie Maracá”, afirma a entidade, em nota.

A websérie, que foi lançada em 2020, denunciou violações cometidas contra os direitos dos povos indígenas, durante a pandemia da covid-19. Essas denúncias foram também encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

“Os discursos carregados de racismo e ódio do governo federal estimulam violações contra nossas comunidades e paralisam as ações do Estado, que deveria promover assistência, proteção e garantias de direitos”, destaca a nota.

“E agora, o governo busca intimidar os povos indígenas em uma nítida tentativa de cercear nossa liberdade de expressão, que é a ferramenta mais importante para denunciar as violações de direitos humanos. Atualmente, mais da metade dos povos indígenas foi diretamente atingida pela Covid-19, com mais de 53 mil casos confirmados e 1.059 mortos”, acrescenta o documento.

“A perseguição desse governo é inaceitável e absurda! Eles não nos calarão!”, escreveu a líder indígena.

Da de redação do Acontece na Bahia

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