Em carta ao Congresso, Governadores defendem auxílio emergencial de R$ 600

Uma notícia chamou a atenção dos internautas nesta manhã de quinta-feira (25). 16 governadores enviaram oficialmente uma carta aos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), respectivamente, defendendo que a retomada do auxílio emergencial seja no valor de R$ 600, como aconteceu nos primeiros meses da pandemia.

As novas parcelas do benefício aprovadas pelo governo federal terão o valor que varia de 150 a 350 reais. Assim, na opinião dos governadores, a quantia é “inadequada para a eficácia da proteção da população”.

“Agir contra esse cenário requer medidas sanitárias e garantia de uma renda emergencial. Somente com essas medidas seremos capazes de evitar o avanço da morte. Enquanto a vacinação não acontecer em massa, precisamos garantir renda para a população mais vulnerável”, afirmam os governadores.

Da redação Acontece na Bahia.

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Bolsonaro aciona STF contra decreto de governadores e chama alguns de “Projetos de ditadores”

Uma notícia chamou a atenção dos internautas nesta manhã de sexta-feira (19). O atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou duramente os governadores e seus decretos de lockdown e restrição comercial para tentar deter a Covid-19. O presidente afirmou durante transmissão ao vivo, na quinta-feira (19) que entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra medidas restritivas impostas pelos governadores através da Advocacia-Geral da União (AGU).

O presidente, sem citar nomes, afirmou que os prefeitos e governadores “usurpam a constituição” através de seus decretos. Ele chamou alguns de “projetos de ditadores”.

“Entramos com uma ação hoje, ação direta de constitucionalidade, junto ao Supremo Tribunal Federal justamente buscando aqui conter esses abusos. Entre eles, o mais importante, é que a nossa ação foi contra o decreto de três governadores, que inclusive no decreto o cara bota ali toque de recolher, isso é estado de defesa, estado de sítio que só uma pessoa pode decretar: eu. Mas quando eu assino o decreto, de defesa de sítio, ele vai para dentro do parlamento. Lá o Daniel vai votar, os senadores vão votar, e se eles decretarem entra em vigor”, afirmou o presidente.

“Eu vou apresentar amanhã um projeto pedindo urgência para o Congresso Nacional definir o que é atividade essencial. Para mim, atividade essencial é toda aquela necessária para você levar um pão dentro para casa”, continuou.

“Você pode fazer o tratamento inicial e entrar em óbito, pode, não é 100%, mas no meu prédio aqui, a informação que eu tenho é que mais de 200 pessoas pegaram e fizeram algum tipo de tratamento inicial e deu certo. Inclusive, tem prefeitos que relatam que no seu município o pessoal não vai nem para o hospital, obviamente não vai para o hospital e nem pensa em ser intubado”, afirmou.

Da redação Acontece na Bahia.

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“Vão ficar chorando até quando? Chega de frescura, mimimi” dispara Bolsonaro em novo discurso

O presidente Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar as medidas de isolamento social e fechamento do comércio adotadas por governadores e prefeitos para frear a pandemia. A fala do presidente aconteceu em São Simão (GO) início da tarde desta quinta-feira (4) e na ocasião ressaltou a postura dos trabalhadores rurais que corajosamente não ficaram em casa. Bolsonaro afirmou na ocasião que uma postura proativa em relação à pandemia é o que sempre defendeu. 

“Vocês [produtores rurais] não ficaram em casa, não se acovardaram. E nós temos que enfrentar os nossos problemas. Chega de frescura, mimimi. Vão ficar chorando até quando? Temos que enfrentar os problemas. Respeitar, obviamente, os mais idosos, e aqueles que têm doenças, comorbidades. Mas onde vai parar o Brasil se nós pararmos?”, afirmou Bolsonaro.   

“Sempre disse: vamos cuidar da questão do vírus e do desemprego. São dois problemas que temos que tratar com a mesma responsabilidade e de forma simultânea. Lamentamos qualquer morte no Brasil”, continuou. 

O presidente ainda lamentou a morte de sua primeira professora em Jundiaí (SP) aos 101 anos e mostrou tristeza em não poder tê-la visto. “Eu esperava vê-la, porque marcou a minha vida. E seus familiares se emocionaram quando eu conversei com eles por telefone, mas essa é a nossa vida”, desabafou. 

O Brasil já contabiliza 10.718.630 casos de pessoas contaminadas pelo coronavírus e acumula 259.271 mortes em função do vírus. Desde o início da pandemia, o maior número de óbitos diários pela covid 19 foi registrado na quarta-feira (3). 

Na oportunidade Bolsonaro falou também da inflação da cesta básica: “Todos vamos sofrer, se não tomarmos as medidas certas. Nós somos um país que, sim, tem um futuro. O homem do campo, repito, não parou. Tivemos inflação da cesta básica, tivemos, sim. Como vou negar isso daí? Não vou negar, mas, se vocês tivessem parado, pior do que a inflação, seria o desabastecimento.”   

O evento de inauguração do trecho da Ferrovia Norte-Sul, que liga São Simão (GO) e Estrela D’Oeste (SP) contou além da presença do chefe do executivo, de ministros de estado entre eles Fábio Faria (Comunicações), Augusto Heleno (GSI), Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral) e da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas. 

 

Da redação do Acontece na Bahia   

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Governador Rui Costa se une ao governador do Maranhão para pedir a retirada de postagens de Bolsonaro sobre repasses aos estados

Uma notícia tem sido destaque nesta quinta-feira (4). Foi protocolado junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação exigindo que o presidente Bolsonaro (sem partido) faça correções ou retire definitivamente postagens divulgadas em (28/2) que dizem respeito a repasses transferidos pelo governo federal a estados. 

A publicação feita pelo chefe do executivo em redes sociais e em canais oficiais causou grande alvoroço e incômodo nos governadores que chegaram a dizer que se tratava de fake News. 

Em nota pública assinada por 17 governadores na segunda-feira (1), os gestores não gostaram da forma como a divulgação dos repasses foi realizada e reiteraram a obrigatoriedade das transferências perante o texto constitucional e lamentaram o uso político feito pelo governo de algo que é legal. 

“Em meio a uma pandemia de proporção talvez inédita na história, agravada por uma contundente crise econômica e social, o Governo Federal parece priorizar a criação de confrontos, a construção de imagens maniqueístas e o enfraquecimento da cooperação federativa essencial aos interesses da população.”, enfatiza a nota.  

Da redação do Acontece na Bahia 

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