Cobra caninana gigante invade casa e moradores se assustaram e tomaram providências acionando autoridades

Uma notícia inusitada circulou nas redes nesta manhã de quinta-feira (4) e chamou a atenção dos internautas. Uma família de Anápolis (GO) se deparou com uma situação complicada no final de semana. Ao sair de casa, eles se depararam com uma cobra gigante da espécie caninana e passaram por momentos de tensão.

O caso aconteceu no sábado (30) em uma chácara localizada nas proximidades da rodovia GO-222. Assim, a família acionou o Corpo de Bombeiros, que se deslocou até o local para lidar com a serpente.

Dessa forma, o animal aterrorizou a família enquanto rastejava pelos cômodos da casa. Além disso, a cobra botou medo também na equipe de militares que chegou para capturar o animal.

A cobra estava agitada e forçou a equipe a tentar diversas técnicas para capturar o animal sem ter que utilizar a força ou machucar a serpente.

O animal tentou escapar dos Bombeiros que tentavam capturá-la se enrolando nas vigas da casa. Assim, os profissionais encontraram bastante dificuldade de levar a serpente pra fora da residência.

Contudo, no fim os bombeiros conseguiram pegar o animal sem feri-lo e levaram-no para uma reserva natural da região onde foi solta na natureza.

Da Redação Acontece na Bahia.

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Governo terá de pagar indenização de R$120 Mil à família de detento que morreu após tomar choque em presídio

Uma história inusitada circulou nas redes nesta manhã de segunda-feira (25).  O Estado terá que pagar o valor de R$ 120 mil em indenização à família de um detento que morreu após tocar em fio desencapado na Casa de Prisão Provisória (CPP), em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.

O homem desmontava barracas no pátio do presidio quando sofreu o acidente.

Além da indenização, o Estado também deverá pagar pensão aos três filhos da vítima. No entanto, o Estado ainda pode recorrer da decisão.

O caso aconteceu em 28 de fevereiro de 2017. O homem se encontrava preso há menos de um ano. Ele foi detido em junho de 2016.

A juíza que aplicou a sentença, Lívia Vaz da Silva, explicou que houve negligência dos funcionários do presidio ao deixar o homem desarmar as barracas do pátio, visto que chovia no dia do acidente.

“É dever do estado e direito subjetivo do preso que a execução da pena se dê de forma humanizada, garantindo-se os direitos fundamentais do detento, e o de ter preservada a sua incolumidade física e moral”, afirmou.

O crime que motivou a prisão do homem não foi divulgado.

Da redação Acontece na Bahia.

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