Após ser contratado pela Globo, apresentador Marcos Mion paga promessa e anda 110 km até Aparecida

O apresentador Marcos Mion explicou o motivo pelo qual anda sumido das redes sociais. Ele explicou, nesta quarta-feira (22), por meio do Instagram, que está cumprindo uma promessa por ter sido contratado pela Globo. “Sumi um pouco porque estou peregrinando de Minas Gerais até Aparecida (SP). Não é mais segredo para ninguém que há anos eu tinha essa promessa feita para Nossa Senhora: que ela me abençoasse com minha ida para a Globo”, explicou.

O apresentador falou de sua promessa.”Quantas vezes conversei com ela achando que talvez não fosse mesmo para mim, decepcionado por mais uma vez bater na trave…mas eu nunca perdi a fé que Jesus Cristo e Nossa Senhora estavam guardando pra hora certa a realização do meu maior desejo. E vamos combinar? Não poderia ser melhor tudo que está acontecendo! Mãezinha cuidou, abençoou, eu aguentei o processo…aconteceu! Agora é hora de agradecer. 110 km a pé, a maioria na subida, estrada de terra e muita gratidão no coração! Obrigado, Mãezinha! Obrigado Jesus! E seguimos até Aparecida!”, agradeceu.

Mion se emocionou em uma série de Stories que gravou no Instagram, após se ver na vinheta de final de ano da Globo. O apresentador do Caldeirão disse que ficou emocionado ao ver sua imagem e que o momento fechava com chave de ouro o que chamou de “ano mais difícil profissional da minha vida”, quando foi desligado da Record e contratado pela Globo.

“É tão maluco. Faço questão de vir aqui e abrir a câmera e falar com vocês, porque essa minha trajetória, esse meu sonho, virou uma coisa meio coletiva. Vocês me colocaram aqui. É como se no meu peito tivesse um espaço que fosse preenchido por gratidão”, comentou.

O apresentador lembrou que 2021 não começou muito bem. “Esse ano foi muito difícil. Foi o ano mais difícil profissional da minha vida e terminar o ano assim, tendo a maior realização profissional da minha vida. Seria hipócrita se não falasse a verdade. Comecei 2021 com o maior pesadelo da minha vida profissional e terminar realizando o maior sonho… Por isso que sou uma máquina de emoção e gratidão”, disse Mion, que foi desligado da Record em janeiro.

“Se tivesse dado certo a minha vinda para a Globo todas as outras vezes que quase aconteceu não teria sido tão perfeito. Cheguei a negociar salário (em outra ocasião), ficava muito mal quando vinha a proposta e não fechava. Me lembro de entrar na igreja chorando, mas sempre tive uma certeza de que ia rolar. A minha fé sempre foi inabalável, por mais difícil que fosse o processo”, disse o apresentador.

Mion ainda falou sobre o sonho de estar na Globo e de como tem valorizado este momento. “E agora poder olhar para trás e ver que valeu muito a pena aguentar, seguir o caminho da honestidade e da fé. Valeu muito a pena. Você pode olhar para trás e saber que construiu tudo isso com Deus. E a forma como está acontecendo é muito melhor do que poderia imaginar”, disse. “Dizem que nada que vem fácil vale a pena, se veio fácil não era tão importante na sua construção humana. Agora o que você tem que batalhar muito… Isso é o tipo de coisa que te edifica”, finalizou.

Da redação do Acontece na Bahia

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Globo vende sede de São Paulo para reduzir gastos e passa a pagar aluguel: “Ser mais flexível”

A Globo se desfez do complexo de imóveis em que funciona a sede da emissora em São Paulo, com o objetivo de reduzir gastos e “ser mais flexível”. De acordo com o Notícias da TV, a intenção é espelhar o exemplo da Netflix e mudar a relação de trabalho com o setor de entretenimento.

A emissora assinou um contrato com a Vinci Real Estate, nova detentora do imóvel, e continuará no espaço apenas com os estúdios de jornalismo pelos próximos 15 anos. De acordo com o contrato, o espaço não poderá ser sublocado pela detentora do imóvel.

O valor total da aquisição é de R$ 522 milhões, o que equivale a um preço de R$ 13.369/m². A Globo pagará inicialmente, pela locação, R$84,67 por metro quadrado corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A emissora de TV divulgou uma nota que afirma que a operação faz parte de uma estratégia para se tornar mais ágil e flexível. “A empresa vem buscando ampliar a sua eficiência através da captação de novas fontes de receita, da racionalização na gestão de custos e da ampliação da sinergia entre suas operações, gerando valor em tudo o que faz”, divulgou a emissora.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Continuando as mudanças, Globo vende sede de São Paulo e passa a alugar apenas um espaço do local

Ultimamente, a Rede Globo vem fazendo alterações para reduzir custos e tornar-se mais flexível. A mudança mais visível é em seu quadro de funcionários, em que acaba  com a maioria dos contratos fixos em troca de contratos por obras.

Agora, uma outra alteração que a empresa está fazendo é com a própria sede. Isso porque a emissora se desfez do complexo de imóveis em que funciona sua sede em São Paulo. As informações revelam que a decisão foi inspirada no modelo do streaming da Netflix, buscando mudar a relação de trabalho com o núcleo de entretenimento.

Dessa forma, a empresa vendeu a sede que tinha e alugou apenas o espaço onde funciona os estúdios de jornalismo. A emissora assinou um contrato com a Vinci Real Estate – nova dona do local- e terá alugada pelos próximos 15 anos o espaço jornalístico.

Com a venda, a Globo faturou R$ 522 milhões e pagará inicialmente, pela locação, R$84,67 por metro quadrado corrigidos anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Em nota, a emissora explicou o motivo da decisão. “A empresa vem buscando ampliar a sua eficiência através da captação de novas fontes de receita, da racionalização na gestão de custos e da ampliação da sinergia entre suas operações, gerando valor em tudo o que faz”.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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“Atitude escandalosa”: Após caso agressão à imprensa na Bahia, Bolsonaro recebe duras críticas

A Globo usou o ‘Fantástico’, nesse domingo (12), para protestar contra a agressão a jornalistas durante visita de Jair Bolsonaro à área atingida por enchentes na Bahia. As âncoras do programa, Poliana Abritta e Maria Júlia Coutinho, relataram o episódio durante seis minutos e cobraram, em nome da emissora, o posicionamento de algumas instituições.

Uma equipe da TV Bahia, afiliada da Globo, foi agredida por seguranças e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro”, relatou Maju. Já Poliana contou que repórteres da TV Aratu, afiliada do SBT, também sofreram agressões. Uma jornalista chegou a ser agarrada pelo pescoço por um segurança da comitiva do presidente.

O presidente Bolsonaro estava na caçamba de uma caminhonete, e presenciou à confusão. Bolsonaro chegou a pegar no braço de um segurança exaltado na tentativa de acalmá-lo e evitar o pior. “Se bater de novo (o microfone nas costas), vou enfiar a mão na tua cara”, ameaçou o segurança com o dedo apontado aos jornalistas.

Um político exaltado da cidade de Itamaraju puxou os braços de repórteres na tentativa de pegar os microfones. Durante a confusão um dos aparelhos foi danificado e a pochete de uma repórter acabou arrancada da cintura dela. Um integrante da segurança pediu desculpas às equipes de TV, após a confusão.

A jornalista Maju lembrou que o Supremo Tribunal Federal foi acionado em novembro pela Rede Sustentabilidade a fim de proibir Bolsonaro de “atacar ou incentivar ataques verbais ou físicos à imprensa e aos profissionais da área”. Pede-se ao STF que determine multa de R$ 100 mil por cada manifestação agressiva que o presidente venha a ter.

Relatada pelo ministro Dias Toffoli, a ação aguarda para ser julgada pelo plenário da corte. Não há previsão de data. A Advocacia Geral da União, que defende Bolsonaro, se colocou contra a ação. O governo afirma que o presidente não incentiva a violência a jornalistas e não pode ser responsabilizado pela hostilidade contra a imprensa.

As agressões deste domingo mostram que já passou da hora de a Procuradoria Geral da República dar o seu parecer na ação que corre no Supremo”, leu a jornalista Maju. “A imprensa cumpre um direito inscrito na Constituição e deve ter a sua segurança garantida.”

A Globo foi enfática em apontar a culpa de Bolsonaro. “Se os seguranças agem por conta própria, a Presidência deve ser responsabilizada por omissão. Se agem seguindo ordens superiores, a Presidência deve ser responsabilizada por atentar contra a liberdade de imprensa e fomentar a violência contra jornalistas”, afirmou Maju.

‘‘É escandalosa a atitude da Presidência de deixar jornalistas à própria sorte em meio a apoiadores fanáticos, que são insuflados quase diariamente pelo próprio presidente em sua retórica contra o trabalho da imprensa”, afirmou Poliana Abritta. “Frente aos evidentes e graves riscos enfrentados por repórteres de todos os veículos, é urgente que o Judiciário se pronuncie.”


Da redação do Acontece na Bahia

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