Após dois anos da cirurgia, gêmeas siamesas do Distrito Federal, levam uma vida do normal e sem sequelas

Nesta quarta-feira (28), uma história que mexeu com muita gente no ano de 2019, voltou a ganhar um belo capítulo neste ano. Se trata das gêmeas siamesas que vieram ao mundo com as cabeças coladas uma à outra. Hoje, após se passarem dois anos da cirurgia que deu autonomia às meninas. Lis e Mel, estão felizes e sorridentes, levando uma vida tranquila e sem nenhuma sequelas, após o procedimento.

Segundo o portal G1, na época, a cirurgia foi algo totalmente inédito na capital de Brasília. sendo realizado por meio do Sistema único de Saúde, (SUS), no Hospital da Criança de Brasília José Alencar. em entrevista, a mãe das gêmeas, Camila Vieira,  disse que após dois anos do procedimento “passa um filme pela cabeça”.

“Eu não pensava que elas seriam tão perfeitinhas desse jeito que você olha. E você não diz que as meninas nasceram grudadas. Tenho duas sensações: uma que elas nunca foram grudadas realmente e, a outra, que parece que passaram dez anos dessa cirurgia” disse, Camila. 

Ainda de acordo com a reportagem, o paizão das gêmeas, informou que se sente realizado. “Hoje elas têm qualidade de vida, são independentes, podem correr para onde querem sem depender uma da outra” .disse, Rodrigo Aragão de 32 anos.

Sem sequelas

Os pais relataram na entrevista que as filas são bastantes ativas. Apesar de não frequentarem a escola, devido a situação sanitária do país, elas costumam ir às aulas de natação e às consultas médicas. As gêmeas estão sempre sendo avaliadas pelo neurologista Benício Oton, que já faz esse processo desde que Lis e Mel, estavam na barriga da mãe, além de ter feito o procedimento da cirurgia em 2019.

“Foi um sucesso muito grande, pelo resultado obtido e a prova de sucesso está mais na Lis e na Mel, na maneira que elas estão hoje”, contou o profissional da saúde.

A expectativa é que não fiquem sequelas porque a recuperação foi muito boa e a lesão do cérebro, por onde elas estavam unidas, não espero que haja alguma lesão no futuro”,acrescentou o médico.

Além do doutor Benício, as gêmeas fazem constantes consultas com a dermatologista Juliana Saboia. “Elas são crianças absolutamente normais, estão com a cicatriz e a pele totalmente revitalizada. E vida que segue, vida para frente, ser feliz, só isso” contou

Da Redação do Acontece na Bahia.

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