Buscas por menino Gabriel desaparecido em região de mata são encerradas e delegada pede prisão da mãe e do padrasto: “Nós encontramos alguns pontos obscuros que não fecharam””

A Polícia Civil do Amazonas informou, nessa quarta-feira (1°), que as buscas pelo menino Gabriel Souza Chaves, de 11 anos, foram encerradas sem êxito. Gabriel desapareceu em uma área de mata no município de Manacapuru. Entretanto, fatos novos fizeram com que a mãe e o padrasto da criança fossem presos nessa terça (30), como resultado de investigação que apontou questões mal explicadas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para iniciar uma busca e resgate de um menino que desapareceu em uma área de mata na comunidade do Jacaré, no município de Manacapuru, na tarde do dia 19 de novembro.

Em 11 dias de buscas pelo menino, a força-tarefa não obteve êxito. O menino Gabriel não foi localizado e as equipes encerraram as operações na tarde dessa quarta-feira (1º). A delegada responsável pelo caso expediu mandados de prisão temporária contra a mãe da criança e o padrasto. Os suspeitos foram presos nessa terça-feira (30), em cumprimento à determinação judicial.

Estávamos trabalhando com a informação de que ele havia desaparecido. Após as investigações e uma reunião realizada com a equipe, nós encontramos alguns pontos obscuros que não fecharam. Foram esses pontos que motivaram o pedido de prisão temporária”, explicou a delegada Roberta Merli.

Da redação do Acontece na Bahia

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Após vaquinha virtual, adolescente de 15 anos que sofria com escoliose consegue realizar cirurgia e está se recuperando

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta terça-feira (5). O adolescente Gabriel Macedo West, de 15 anos, conseguiu realizar a cirurgia de escoliose, no mês passado, no Hospital Estadual da Criança (HEC), em Feira de Santana, após a criação de uma vaquinha virtual. Gabriel tinha dificuldade para dormir e realizar atividades básicas no dia a dia. Josimari Macedo West, mãe de Gabriel, contou ao Acorda Cidade sobre as dificuldades que o filho tinha e a sua preocupação em realizar a cirurgia.

Josimari contou que o problema de Gabriel estava evoluindo e a preocupação da família era que o deslocamento das vértebras atingissem o pulmão e o coração de Gabriel. Disse ainda sobre as barreiras que a família enfrentou até Gabriel passar pela cirurgia.

Com a esclerose, ele adquiriu a escoliose de novembro para cá, que no caso dele foi muito avançada, então estava apertando o pulmão e o coração. Tanto que os médicos se surpreenderam como ele não sentia falta de ar, apenas um cansaço. O momento mais difícil foi que ele ficou debilitado, sem andar, com o pulmão sendo apertado e a gente estava correndo atrás de cirurgia e não estava conseguindo. A cada dia estava avançando, e sabendo que a qualquer momento poderia comprometer o coração dele. Tem três meses atrás que amigos nossos nos chamaram para colocar na mídia e correr atrás. A cirurgia era mais de 100 mil e pelo SUS a gente só recebia não”, contou.

Josimari informou que Gabriel está tendo uma boa recuperação.‘‘A cirurgia dele foi agora no dia 24 de setembro, no Hospital da Criança. Começou às 9h30 e durou cinco horas. O médico recomendou ter uma vida normal, mas suspendeu as visitas. Devido à esclerose múltipla, a imunidade dele caiu. Pediu que eu fosse cuidadosa com a alimentação. Visitas ele agora não pode, e os cuidados de casa, que são o mais importante, o amor, o carinho, e estar do lado dele dando força’’

A mãe de Gabriel agradeceu a todos que contribuíram por meio da vaquinha. ‘‘Sinto gratidão. Estamos muitos felizes, realizados porque ele é um menino alegre, se olhou no espelho e disse que ficou bonito. O tórax dele era alto e abaixou. A coluna era torta”, contou.

Após a cirurgia a vaquinha virtual foi encerrada.“A gente parou, porque conseguimos arrecadar o valor e restaram em torno de 11 mil reais. Agora vamos fazer exames, ressonância em janeiro, medicamentos, antibióticos, alguns materiais, então, graças a Deus, conseguimos um bom valor, porque eu parei de trabalhar, e hoje quem trabalha é só meu esposo, para manter uma casa de cinco pessoas, às vezes aperta. Mas com a ajuda do pessoal, com a rifa e com o bazar, deu pra segurar um pouco”, concluiu.

Da redação do Acontece na Bahia

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‘Ficou desnorteado’, desabafa a apresentadora Astrid Fontenelle sobre o que aconteceu com o filho dela na Bahia

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta quinta-feira (29). A apresentadora Astrid Fontenelle fez um desabafo sobre o episódio de racismo pelo qual o seu filho Gabriel, de 13 anos, passou. Os dois estão passando as férias em uma praia da Bahia e após o ocorrido a apresentadora usou as redes sociais para fazer um desabafo e contar o que aconteceu.

Meu sol, minha lua! Meu menino anjo. Minha estrela. Garoto de bom coração, adorável, amigo dos amigos. Por ele viro bicho! E desviro para acolhe-lo. Hoje cedo, na praia, foi vítima do racismo estrutural. A fulana o ‘confundiu’ com o funcionário do hotel que atende a praia. Pediu um colchonete para ele. Mandei ela buscar no quiosque. Ficou com cara de espanto: ‘Como?’, na testa escrito ‘mas ele não trabalha aqui?’ Sim, na cabeça dessa certamente basta ser preto para ser o serviçal e aí está o racismo estrutural que gente como a tal senhora, não quer entender”, disse a jornalista.

Astrid ainda disse que questionou a mulher e ouviu de volta que racismo era ‘coisa de sua cabeça’.”Falou que eu estava dando show porque era artista. Nada disso. Sou uma mulher bem informada que, além de não ser racista, sou antirracista! Esse é meu compromisso. Com meu filho e com qualquer outra pessoa preta”, contou.

A apresentadora concluiu e deixou transparecer toda a sua indignação ao ver o filho triste com o ocorrido. “No final, ela pediu desculpas para ele. E eu ofereci um presente, o livro que estou lendo: Escravidão, do Laurentino Gomes. Ela não aceitou. Ele ficou desnorteado. Triste. Eu fiquei put*. Triste. Mas ainda bem que aconteceu comigo ao lado dele. Temos um longo caminho pela frente”, concluiu.

Com a repercussão do caso fãs e amigos da apresentadora prestaram homenagens e mensagens de carinho.“Querida, todo meu carinho para o Gabriel. Para pretos como nós, essa é uma luta sem fim, não importa se famosos ou não”, comentou a jornalista Glória Maria.

Da redação do Acontece na Bahia

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Conselho de Medicina do Rio denuncia vereador Gabriel Monteiro por abuso de autoridade após voz de prisão à médica em UPA

Uma notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (05). O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) entrou com uma representação no Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) contra o vereador e youtuber Gabriel Monteiro (PSD-RJ) com a alegação de abuso de autoridade após o vereador publicar um vídeo em seu canal dando voz de prisão para uma médica na UPA da Zona Norte do Rio. A informação foi confirmada pelo próprio Cremerj.

Gabriel Monteiro alegou que a médica estava dormindo na unidade, em uma das salas, enquanto havia fila para atendimento. Com a voz de prisão, a médica foi levada à delegacia, onde foi registrada a ocorrência e liberada em seguida.

Segundo o conselho, em nota, qualquer pessoa pode fazer uma denuncia na entidade caso discorde da assistência recebida. “Em relação ao vereador, o Conselho esclarece que a atitude tomada se deve a abordagem inadequada do próprio, caracterizando abuso de autoridade. O Conselho repudia qualquer tipo de desvio de trabalho do médico, caso ocorra, e reitera que qualquer denúncia será apurada com zelo, seguindo os ritos necessários”, afirmou o conselho.

No Twitter, o vereador se defendeu das acusações.

“Eu super respeito quem não é adepto ao meu trabalho, minhas crenças, meus sonhos. Mas ser a favor da minha prisão por eu flagrar médicos cometendo crimes contra os mais pobres, não é certo! Enquanto eu tiver livre irei lutar contra a máfia da saúde, não sei até quando!”

Ele também comentou sobre o valor que terá de pagar caso perca a ação.

“Se condenado terei que pagar MEIO MILHÃO de reais por TRABALHAR no feriadão. Sinceramente, sei nem o que falar. Perder todos os bens por lutar pelo mais pobre. Podem tirar tudo de mim, menos minha fé e vontade de ajudar minha população”

Sobre esse valor, o Conselho afirmou que se refere a uma indenização por danos morais coletivos à categoria e caso vença a ação, a quantia será destinada a instituições de caridade.

O portal do G1 entrou em contato com o vereador, o MP-RJ, o TJ-RJ e com a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, mas não obteve respostas.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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