Mulher é presa sob suspeita de se passar por enfermeira e aplicar doses da vacina contra covid-19 fora do grupo prioritário

Uma notícia tem chamado atenção dos internautas neste sábado (15). Isso, porque uma mulher foi presa por estar se passando por enfermeira e estando em posse de doses da vacina contra Covid-19.

A Polícia Civil do Paraná prendeu, neste sábado (15), uma falsa enfermeira que estava em posso de doses da CoronaVac e da vacina AstraZeneca. O Ministério Público do Paraná (MP-PR) pediu à Justiça mandatos de busca e apreensão contra a falsa enfermeira.

A mulher havia sido alvo de denuncias em Apucarana, cerca de 380 quilômetros da capital paranaense. A promotoria recebeu informações de que ela teria disponibilizado doses de vacina a pessoas que não pertencem ao grupo prioritário. A oferta do imunizante era feita por meio de contato do WhatsApp. A falsa enfermeira, de acordo com o MP, foi admitida para trabalhar como voluntária do processo de vacinação contra a covid-19 em Apucarana.

Durante a ação da polícia, doses dos imunizantes foram encontrados na residência da falsa enfermeira. Foram apreendidas um frasco com cinco doses da vacina AstraZeneca e outro frasco com CoronaVac, o MP não soube calcular a quantidade de doses que foram extraviadas.

A falsa enfermeira foi presa em flagrante pelo crime de peculato. Ela poderá responder também pelos crimes de falsidade ideológica e infração de medida sanitária. De acordo com o MP, as investigações vão continuar para apurar o possível envolvimento de servidores públicos no roubo das doses. As pessoas que receberam a imunização também poderão ser responsabilizadas, de acordo com a Promotoria.

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Da redação do Acontece na Bahia

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Falsa enfermeira presa pela PF planejava lucrar R$ 600 mil com venda de supostas vacinas

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta sexta-feira (7). A falsa enfermeira, Cláudia Mônica Pinheiro Torres de Freitas, presa pela Polícia Federal (PF), por suspeita de aplicar supostas vacinas contra a Covid-19 em empresários de Belo Horizonte, estava planejando uma venda de aproximadamente 1.000 doses da suposta vacina. Informações da PF apontam que a falsa enfermeira tinha como objetivo lucrar R$ 600 mil com as vendas.

A Polícia Federal descobriu o ato criminoso quando teve acesso a mensagens por telefone trocadas entre Cláudia e familiares. As mensagens mostram que a movimentação financeira da família ‘‘acendeu o sinal de alerta’’ nas instituições financeiras. Em um trecho das mensagens Igor Torres diz a mãe: “a mulher falou que está entrando muito dinheiro na minha conta. É suspeita de lavagem de dinheiro”.

De acordo com o delegado Thiago Severo, os dados bancários dos acusados que ainda devem ser analisados pela polícia, demonstrará o quanto de dinheiro foi movimentado pela família e quais são os envolvidos no ato criminoso. Mas não é só isso…

O delegado ainda informou que muitos pagamentos foram efetuados por meio de transferência bancária e a falta destas informações impossibilitaria a identificação dos envolvidos. A análise bancária possibilitará identificar os envolvidos neste crime.

A PF conseguiu apurar que a falsa enfermeira conseguiu em apenas dois meses comprar dois carros novos, celulares e tabletes para familiares e agilizava a aquisição de um sítio. A polícia apreendeu os bens da falsa enfermeira.

De acordo com informações, até agora já foram ouvidas cerca de 90 pessoas como testemunhas e o objetivo da investigação é identificar o primeiro cliente da falsa enfermeira.‘‘Todos que eu identificar, que tiveram algum relacionamento, que se vacinaram com ela, vão ser intimados para tentar puxar o que a gente chama de paciente zero, a primeira pessoa que decidiu se vacinar com a investigada’’, disse o delegado.

Até o momento três pessoas foram indiciadas: a falsa enfermeira, o motorista que também é genro dela, e o filho de Cláudia. A falsa enfermeira responde o processo em liberdade apesar de ter sido presa em flagrante pela PF anteriormente.

Da redação do Acontece na Bahia

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Empresários que foram “vacinados” por falsa enfermeira na verdade teriam recebido soro fisiológico no lugar da vacina contra a covid-19 de acordo com laudo da PF

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (1). De acordo com laudo feito pela Polícia Federal (PF), boa parte do material recolhido na casa da enfermeira que supostamente teria imunizado às escondidas políticos e empresários em Belo Horizonte é soro fisiológico segundo o documento. Na investigação preliminar não foram encontrados indícios de vacina contra a covid-19 na casa de Cláudia Mônica Pinheiro Torres de Freitas que é cuidadora de idosos. 

De acordo com informações Cláudia teria vacinado ao menos 57 pessoas em uma garagem de ônibus da família Lessa, dona de empresas de transportes na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A imunização contra a covid-19 foi organizada por Robson Lessa e Rômulo Lessa que confessaram o acordo. 

“Os resultados dos exames são compatíveis com a descrição contida no rótulo do produto, ou seja, que o mesmo se trata de produto farmacêutico denominado soro fisiológico (solução cloreto de sódio)”, afirma o documento. 

Da Redação do Acontece na Bahia

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