Bruno Covas é sepultado em Santos com cerimônia reservada a família e amigos próximos

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste domingo (16). O corpo de Bruno Covas, ex-prefeito de São Paulo, foi sepultado no final da tarde deste domingo na cidade de Santos, São Paulo, sua cidade natal. Bruno Covas faleceu aos 41 anos, vítima de câncer, neste domingo (16).

O corpo do ex-prefeito foi levado de São Paulo até Santos em um veículo do serviço funerário. Bruno Covas foi sepultado no jazigo da família, no Cemitério Paquetá, local onde também está sepultado o corpo do ex-governador Mário Covas, avô do ex-prefeito de São Paulo. O sepultamento aconteceu em cerimônia reservada à família e amigos e começou às 17h50 com duração de 30 minutos.

A Baixada Santista decretou luto oficial de três dias em homenagem ao ex-prefeito.“Bruno nos deixa o exemplo de superação, de admirável espírito público e de amor à vida e às pessoas”, disse o prefeito Rogério Santos (PSDB). Mas não é só isso…

O corpo do ex-prefeito recebeu aplausos e homenagens ao percorrer em cortejo algumas das principais ruas de São Paulo. Bruno Covas é o primeiro prefeito da capital a falecer em pleno mandato. O vice-prefeito Ricardo Nunes (MDB) estava temporariamente à frente da prefeitura de São Paulo e agora com a morte de Bruno Covas assume o cargo definitivamente.

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Da redação do Acontece na Bahia

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Salvador: João Henrique e ex-secretário Barcelar, terão de devolver R$47,7 milhões por desvios na educação

Uma notícia está sendo destaque nesta terça-feira (20). O ex-prefeito de Salvador, João Henrique Barradas Carneiro e o seu secretário de Educação, Cultura, Lazer e Turismo (Secult), na época, João Carneira Barcelar Batista, terão de devolver R$47,7 milhões aos cofres públicos de Salvador, por causa de desvios de recursos e outras irregularidades.

Entenda: Durante os anos de 2011 e 2012 a prefeitura de Salvador tinham um acordo de R$115 milhões com a ONG Fundação Pierre Bourdieu. Porém, um relatório de auditoria apontou que houve irregularidades e desvios de recursos em convênios celebrados com a fundação. Dessa forma, João Henrique e João Carneira foram julgados e além da devolução do valor citado acima, eles terão de pagar uma multa de R$50 mil.

Mas estas não foram as únicas irregularidades. Ainda houve “Direcionamento na escolha do convenente para formalização dos instrumentos de cooperação técnica; utilização incorreta do instrumento de convênio para a realização de cooperação técnica com uma Organização não Governamental; ausência de documento comprobatório de notificação à Câmara Municipal relativo às celebrações dos Convênios; ausência de documentos obrigatórios à celebração dos convênios; fraudes na documentação fiscal na ordem de R$14.289.458,81; comprovantes de despesas apresentados com irregularidades na Autorização para Impressão de Documentos Fiscais – AIDF; e contratação de pessoal, mesmo após a denúncia do convênio”.

João Carlos Barcelar, por sua vez, nega qualquer tipo de atos impróprios durante a sua gestão. “A minha passagem pela Secretaria de Educação é reconhecida e aplaudida até hoje, principalmente pelos professores e pais de alunos. Quando for notificado, me defenderei tranquilamente”, disse ele.

 

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Após abertura da CPI, ex-prefeito Sérgio Meneguelli dispara: “Quem não deve, não teme”

Uma notícia está sendo destaque nesta terça-feira (13). O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, leu, hoje, a autorização da abertura da CPI . Ou seja, com essa medida, ficará autorizado a formação do colegiado para que se apure ações e eventuais omissões do governo federal durante o enfrentamento da pandemia.

Com a repercussão que a medida trouxe para os gestores, o antigo prefeito de Colatina, no Espirito Santos, Sérgio Meneguelli, atuante na cidade no início da pandemia, deu a sua opinião em um vídeo publicado em suas redes sociais. Confira na íntegra as suas falas:

” Salve, Salve, Brasil, estamos hoje aqui para falar dessa polêmica da CPI. Na verdade nós deveríamos estar mais preocupados em arranjar mais UTIs, mas já que vão abrir a CPI, já que o senado vai abrir uma CPI, eu quero manifestar, como prefeito no início da pandemia, que realmente a CPI tenha que ser estendida na investigação dos governadores, senadores, prefeitos e secretários.

O governo federal foi quem mandou o dinheiro, mas quem gastou foi o município, quem gastou foi o estado. Então nós temos sim que ser investigado com a maior transparência e mostrar ao povo quem fez bom uso ou não do dinheiro ao povo. Os municípios e os estados receberam muito dinheiro e os problemas estão acontecendo nos municípios e estados. Quando a gente viu prefeito, governador, secretário, empresários, indo para a cadeia, sendo afastados dos seus cargos, e ainda vamos achar que esse povo não deve ser investigado? Eu, como ex-gestor, estou torcendo para a CPI ser ampla, é até uma forma da gente prestar conta a população. Realmente a situação não está bonita e quem não deve, não teme.”

Vale dizer, ainda, que durante a leitura de Pacheco sobre a CPI, ele informou que a CPI também poderá apurar eventuais irregularidades em estados e municípios brasileiros, desde que “limitado à fiscalização de recursos da União repassados aos demais entes federados para combate da pandemia”.

Da Redação do Acontece na Bahia

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