Jacobina: Estudante da UNEB perde a vida ao ser atropelado por viatura da polícia

Uma triste notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (04). O estudante de História da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), do campus de Jacobina, Esli Pedro Santos Silva, de 25 anos, morreu após ser atropelado por uma viatura da polícia.

De acordo com as informações, o jovem teria desobedecido uma ordem de parada dos policiais. Elis estava em uma festa no Bairro Novo Amanhecer e quando saiu para buscar bebida, foi ordenado por uma guarnição da Polícia Militar para que parasse. Ao tentar fugir, Elis caiu e foi atropelado.

Os policiais, por sua vez, afirmaram que o jovem estava em uma rua não pavimentada enquanto fazia manobras arriscadas para fugir dos agentes que tentaram revistá-lo. Ao frear bruscamente, acabou sendo atingido pela viatura.

Segundo o relato de um amigo, o jovem estava em uma moto sem documentação e por isso tentou escapar. Agora, a Polícia Civil investiga o caso e a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) emitiu um comunicado informando que a Corregedoria da PM será determinada a apurar o caso.

A Universidade publicou uma nota de pesar e se solidarizou com a família do estudante. “Vai em paz, Esli, e continua a tua história em outra dimensão”, disse a nota.

O Diretório Central de Estudante da Uneb (DCE), também publicou uma nota e alegou violência policial.

“Em primeiro lugar, nós do DCE da UNEB, queremos nos solidarizar a toda família e amigos de Esli Pedro, estudante de História da UNEB, DCH IV, Jacobina. Que de alguma forma vocês fiquem bem! Em segundo lugar, nos colocamos a total disposição para exigir justiça. As narrativas que apareceram sugerem um ato de violência por parte da polícia militar. Exigimos respostas! Por quê uma viatura da polícia militar, supostamente, atropelou Esli e não prestou socorro? Mais uma vez, nossos sentimentos aos amigos e familiares, bem como a indignação diante de tal fato. Do Luto à Luta!”, disse em nota.

 

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Jovem de 18 anos morre por Covid-19 dias depois de ser aprovado no curso dos sonhos

Uma triste notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (23). O jovem Mateus Macedo, de apenas 18 anos, morreu por complicações da Covid-19, na madrugada de ontem, na Paraíba. Ele estava internado há 82 dias tentando tratar a doença.

Segundo testemunho dos familiares, Mateus saía apenas para o cursinho preparatório do Enem e tinha sobrepeso. Com uma nota média de mais de 740 pontos, ela chegou a ser aprovado em Ciências da Computação pelo Sisu na última sexta-feira (16), mas faleceu antes de saber da notícia.

Durante o seu tratamento, ele precisou passar pelo processo de Oxigenação por Membrana Extracorpórea (ECMO), que é um pulmão artificial. Por ser um jovem bastante caseiro, como dizia a família, acredita-se que ele tenha sido contaminado durante as idas ao cursinho. O irmão de Mateus também realizou o Enem e foi aprovado para o mesmo curso. Caso estivesse vivo, os dois estudariam na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

Segundo o tio de Mateus, eles não esperavam que a doença fosse tirar deles uma pessoa tão jovem.

“No início a gente imaginava ser uma doença que pegava as pessoas idosas ou mais fragilizadas. Agora a gente vê que a doença não escolhe mais ninguém. Meu sobrinho suportou esse tempo todo de UTI porque ele teve uma assistência médica muito boa. A doença foi tão violenta com Mateus que ele não resistiu”, disse o tio.

“Precisamos alertar principalmente os jovens, que podem não estar preocupados. Eles correm o risco quando não usam máscara, quando aglomeram. Mateus se cuidava. Os pais estavam sempre reservados e orientando os filhos sobre os cuidados. Sobre a necessidade de ficar em casa”, finalizou.

 

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Senhor do Bonfim: Estudante de 18 é usada como “escudo” por alvo de assassinos e acaba morta em tiroteio

Uma triste notícia tomou os jornais baianos nesta manhã de quarta-feira (14). Uma estudante de 18 anos, identificada como Maria Vilma de Castro Silva foi vítima de um crime bárbaro, no último domingo (11), que chocou a população. A moça foi utilizada como escudo humano por suspeitos de assassinatos durante uma troca de tiro.

De acordo com o site BNews, a moça estava em uma loja de peças de motos quando foi abordada pelos suspeitos, que estavam em uma motocicleta. Os suspeitos pararam em frente ao estabelecimento e perguntaram sobre um homem chamado Adriano.

Nesse contexto, ao identificarem o alvo, a dupla de bandidos sacou as armas e Adriano utilizou a jovem como defesa contra os tiros. Ele a agarrou e, mesmo a estudante sendo inocente, os tiros não cessaram.

O homem identificado como Adriano, que era o alvo dos assassinos, não foi atingido e conseguiu fugir.

No entanto, Maria Vilma foi atingida por diversos disparos em seu corpo, inclusive na cabeça, e faleceu no local.

A polícia ainda investiga o caso e o trio responsável pela morte da estudante ainda não teve paradeiro identificado.

Da redação Acontece na Bahia.

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Aos 20 anos, estudante de direito morre após realizar “brincadeira sem graça” com amigo

Uma história assustou o povo nesta terça-feira (7). Trata-se da morte de um jovem estudante de direito, que ainda tinha toda a vida pela frente, e partiu em consequência de uma brincadeira de mal gosto.

O caso ocorreu na cidade de Janaúba, no norte de Minas Gerais, mas já chegou a repercutir até fora do Brasil, sendo veiculado em inúmeros jornais estrangeiros. O jovem estudante de direito Cades Emanuel Pimenta Santos Norte, de 20 anos de idade, morreu depois de participar de uma brincadeira de muito mal gosto e perigosa. Trata-se da “roleta russa”

De acordo com as autoridades, Cades Emanuel estava com um amigo quando perdeu a vida. Ele teria chamado esse amigo, que conhecera há 6 anos, para ir a casa dele para beberem juntos e ouvirem música. Contudo, chegando lá o amigo teria se deparado com Cades portando uma arma de fogo para que eles realizassem uma “roleta-russa” .

Nessa roleta, a arma é recarregada com apenas uma bala, deixando os outros espaços vazios. Então, a pessoa vai girar tambor da arma, mirar contra a própria cabeça e acionar o gatilho. Se o tambor parar justamente no espaço carregado, a pessoa recebe o disparo e acaba tirando a própria vida. Amplamente proibida, “a graça” da brincadeira seria justamente a adrenalina do risco. Mas não termina aí.

Segundo esse amigo, foi justamente o que aconteceu no local. Ele teria participado por 2 vezes e, por sorte, não foi atingido. Então, quando repassou a arma para Cades, o estudante de direito acabou tendo “o azar” de acionar o gatilho justamente no compartimento carregado, realizando o que as autoridades chamam de “autoextermínio”. Suspeita-se que ambos teriam bebido pouco antes do episódio. Agora, a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar os fatos e descobrir o que realmente ocorreu naquela noite.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Categoria(s): Nacional.