Barreiras: polícia prende casal acusado de aplicar golpes com objetivo de clonar cartões de crédito; dupla se passava por vendedores de panela

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (29). Um casal foi preso nesse sábado (26), no bairro Novo Horizonte, em Barreiras, suspeito de aplicar golpes naquela região. Os suspeitos se passavam por vendedores de panela com o objetivo de clonar cartões de crédito das vítimas, segundo a Polícia Civil. A prisão da dupla aconteceu após os suspeitos oferecerem as panelas para um policial civil que desconfiou dos dois e acionou a PM.

Depois de efetuada a prisão do casal que aconteceu no bairro Novo Horizonte, apareceram relatos de outras pessoas que foram enganadas e também caíram no golpe. A polícia pede a população que denuncie casos deste tipo de golpe que tem se acontecido com frequência na cidade. Mas não é só isso…

O casal suspeito foi encaminhado pela Polícia Militar para a Delegacia Territorial de Barreiras e preso em flagrante acusados do crime de estelionato. A Polícia Civil investigará o caso.

Da redação do Acontece na Bahia

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Homem preso em penitenciária cria perfis falsos nas redes sociais e seduzia homens no Brasil e no exterior

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (28). Um homem de 34 anos, preso no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), foi indiciado pela Polícia Civil nessa segunda-feira (26) pelo crime de estelionato. Segundo a polícia, o homem usava perfis falsos em um aplicativo de mensagens e se passava por mulheres com o objetivo de seduzir vítimas no Brasil e no exterior. O detento conseguiu fazer vítimas em Portugal, Síria e Suriname, além do Brasil.

O delegado responsável pelas investigações, Leonardo Alves, disse que o homem criava contas falsas em redes sociais com o uso de fotos retiradas de outras contas na internet. O detento criava os perfis falsos utilizando um telefone celular. As investigações apontam que o homem seduzia e estabelecia relação afetiva com as vítimas e a partir disso começava a pedir dinheiro em troca de imagens.

Aos poucos ia criando uma relação de afeto e trocava até mesmo fotos íntimas, momento em que o interno passava a pedir dinheiro para continuar enviando imagens ou alegava que o celular precisava de reparos”, comentou o delegado. Mas não é só isso…

De acordo com as investigações, as trocas de mensagens aconteceram entre fevereiro e março deste ano e foram enganadas pelo menos 13 pessoas: 10 vítimas entre o Amapá e outros municípios do estado e 3 estrangeiros de Suriname, Portugal e Síria. A polícia não informou o valor oriundo do crime de estelionato. O homem está preso desde março após ser pego em flagrante com porções de drogas. As investigações que seguiram após a prisão do homem confirmaram o envolvimento dele com o crime de estelionato.

Da redação do Acontece na Bahia

Foto: PC/Divulgação

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Falsa jurista que dava aulas na Bahia é presa em cidade do estado de Santa Catarina

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (25). Cátia Regina Raulino foi presa em Florianópolis, Santa Catarina, por exercício ilegal da profissão e plágio. A suposta jurista foi levada para a sede da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), e deve ser transferida para Salvador. Cátia se apresentava como formada em Direito, mas não apresentou documentos que comprovassem o mestrado, doutorado e pós-graduação que dizia ter. 

O mandado de prisão contra Cátia foi expedido pela 9ª Delegacia (Boca do Rio), em Salvador, e ela foi encontrada com a ajuda da polícia catarinense. “No cumprimento do mandado de busca e apreensão, descobrimos que ela havia fugido para outro estado. Nas investigações entramos em contato com a Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública de Santa Catarina, onde ela foi localizada e o mandado de prisão, cumprido”, afirmou o titular da 9ª Delegacia, delegado Antônio Carlos Magalhães Santos.   

A suposta jurista responderá pelos crimes de estelionato, falsificação de documento público e falsidade ideológica, e o inquérito contra ela se iniciou em outubro de 2020.Cátia estava sendo investigada depois de denúncias feitas por algumas alunas. Questionada pela polícia, Cátia não apresentou documentos que comprovassem sua formação e além disso as universidades apontadas por ela negam que tenha terminado as graduações alegadas 

  (Foto: Nara Gentil/Arquivo CORREIO)

Da redação do Acontece na Bahia

 

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