Garoto de 3 anos morre pouco depois de brincar no sítio da família: “Estava calçado, mas a picada atingiu o dedo dele”

Um caso comoveu o povo nesta segunda-feira (14). Isso porque um menino de três anos morreu depois do que aconteceu num sítio da família dele.

Aos 3 anos de idade, o pequeno teve a vida interrompida por conta de um animal. De acordo com o portal Globo, ele estava com o pai num sítio na cidade de Monte Azul, em Minas Gerais, no último domingo, quando resolveu brincar pela área. Então, em certo momento o garoto foi correr e acabou pisando num escorpião. Mesmo estando calçado, o menino foi picado no dedo do pé. Percebendo o perigo, a família encaminhou o menino com urgência para o Hospital e Maternidade Nossa Senhora das Graças.

Chegando no hospital, o garoto apresentou náusea e sonolência. A equipe médica correu para socorrê-lo, mas a unidade estava sem soro antiescorpiônico pois havia usado todo o estoque no tratamento de um paciente dois dias antes. Diante do problema, a gestão se mobilizou para buscar soro em outros hospitais, mas o quadro do menino estava piorando rapidamente. Então, o garoto foi encaminhado para outro hospital da região às pressas. Contudo, infelizmente ele começou a passar muito mal durante o translado e precisou retornar. A equipe médica constatou que ele teve um choque anafilático, o que provocou uma parada cardiorrespiratória, e tentou reanimar o garoto, mas ele não resistiu. O pai do menino desabafou:

“Tudo o que eu pude fazer, eu fiz, mas Deus achou melhor assim. Meu filho amado morreu e a sensação é de que minha vida acabou.” Diante do caso complicado, Marcelo de Oliveira, gerente administrativo do hospital, lamentou o ocorrido:

“Nós lamentamos muito o ocorrido. Durante toda a permanência no hospital, a criança foi assistida por uma equipe multidisciplinar e todas as medidas foram tomadas, mas, infelizmente, pela gravidade do caso, ele não resistiu […]Buscamos três ampolas no hospital de Espinosa e mais três no Hospital de Mato Verde. Seguimos o protocolo do Ministério da Saúde e administramos as seis ampolas na criança, que apresentava estado grave. Todo o soro havia sido aplicado em, aproximadamente, uma hora depois da chegada da criança.”

O sepultamento do menino ocorreu no cemitério de Monte Azul, no último domingo.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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“Meu guerreiro lutou muito. Nove paradas cardíacas”, desabafa mãe após perder filho de 4 anos, que teria sido picado por um escorpião

Ainda nesta segunda-feira (19), mãe relata dor ao lembrar do filho que morreu após uma suposta picada de escorpião em Pires do Rio, Goiás.

De acordo com entrevistas ao portal Globo, Renata Cardoso, de 28 anos, mãe do menino Davi Lucca Ferreira, de 4 anos, que morreu supostamente após ser picado por escorpião, contou que está sofrendo com a falta do filho, e que o menino costumava ser muito carinhoso, afirmando:

“Dói muito não o ver mais, não escutar todo dia ‘te amo, mamãe’, mas sei que está em um bom lugar ao lado de Deus. Peço para Deus me ajudar a superar mais essa barra e dar conforto ao meu coração”.

A criança morreu no sábado (17). O laudo médico confirmará a causa da morte do menino, porém a vigilância sanitária de Pires do Rio afirmou que Davi morreu após uma reação alérgica grave à picada de escorpião.

“Lutou muito o meu guerreiro. Não é para qualquer um aguentar nove paradas cardíacas. Deus levou meu anjinho e, junto, meu coração”, desabafou a mãe.

Internação

Segundo a mãe, a criança acordou de madrugada vomitando e com dor de cabeça. Ele foi levado ao hospital da cidade, onde o médico desconfiou de picada por escorpião por conta dos sintomas e da glicemia em 390.

Renata disse que o médico, em um primeiro momento, passou uma injeção para dor de cabeça, pois eram as queixas inicias do atendimento, mas, já em casa, a criança piorou.

“Ele vomitava sem parar, tipo uma secreção com espuma. Ele foi medicado e voltou para casa. Depois ele dormiu, mas estava muito gelado e delirando, falando coisas sem nexo. Então, voltamos para o hospital e o quadro se agravou”, contou a mãe.

Novamente no hospital, a unidade médica de Pires solicitou uma vaga de UTI no Hospital de Doenças Tropicais (HDT), em Goiânia. Durante todo o atendimento médico, a criança sofreu várias paradas cardíacas, mas na nona, quando já estava na capital, não resistiu. O corpo da criança está alocado para exames no Instituto médico Legal (IML), para apontar a causa da morte.

Da redação do acontece na Bahia

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