Claudia Rodrigues deixa Unidade de Terapia Semi-Intensiva, segundo assessora

Uma boa notícia está circulando nas redes sociais nesta segunda-feira (19). De acordo com a amiga e empresária de Claudia Rodrigues, Adriane Bonato, a atriz recebeu alta da Unidade de Terapia Semi-Intensiva do hospital no qual está internada e continua o tratamento no quarto, após ter apresentado início de surto de esclerose múltipla há alguns dias.

Bonato aproveitou para atualizar os seguidores sobre o estado de saúde de Claudia Rodrigues e tranquilizá-los.”Agora que estamos mais calmos vou contar o que aconteceu com a Claudia. Ela teve alta da Unidade de Terapia Semi-Intensiva na tarde de sábado (17) e está no quarto. Na sexta-feira (16), ela não fez a infusão do Ocrevus [medicamento que trata a esclerose múltipla] para fazer uma infiltração no braço direito que está muito inflamado por consequência de uma ruptura parcial no tendão”.

Os médicos responsáveis pelo atendimento a Claudia Rodrigues decidiram parar com o tratamento para esclerose múltipla em razão da necessidade da atriz tomar a primeira dose da vacina contra a Covid 19, o que aconteceu em maio. A empresária contou como foi a tomada desta decisão. “Quero deixar claro que cada caso é um caso. Além de ter esclerose múltipla há 21 anos, ela é transplantada, tem desautonomia e tem outros problemas de saúde. Não houve imprudência do médico dela”.

Adriane confirmou que a atriz Claudia Rodrigues precisou ser internada após sentir fortes dores.”Há 10 dias, ela começou a apresentar um pseudo surto da esclerose múltipla. Ela estava apresentando fortes dores de cabeça, dormência no braço direito e na perna, febre alta, confusão mental e uma dor intensa no braço direito”. 

Bonato lembrou que seguir com o tratamento para a esclerose múltipla poderia comprometer a eficácia da vacina contra a Covid 19 e portanto foi decidido pela suspensão do tratamento para a esclerose múltipla e pela antecipação da segunda dose da vacina contra a Covid 19.”Ela não ia poder sair de casa, não ia poder receber ninguém, ela não ia poder ter vida, e nem receber a equipe de profissionais que a atende sobre a minha supervisão. Ela ia continuar com todos os riscos de contaminação”, disse Adriane.

Por fim Adriane deixou uma mensagem de incentivo para os seguidores. “Quem não se vacinou, se vacine. Isso pode te salvar, como salvou a mim e a Claudinha. E continuem usando máscara e álcool em gel”. 

Da redação do Acontece na Bahia 

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‘Consequência trágica’, diz empresária sobre estado de saúde de Claudia Rodrigues que passa por momento delicado com risco de morte

Uma notícia triste tem preocupado os fãs e seguidores da atriz Claudia Rodrigues nesta sexta-feira (16). Isto porque após ter sido internada no dia 9 de julho no Hospital Albert Einstein com sintomas como dormência pelo corpo e confusão mental, a amiga e empresária da atriz, Adriane Bonato, publicou um vídeo emocionado em que atualiza para os seguidores o estado de saúde de Claudia Rodrigues e pede orações em favor dela.

“Infelizmente, depois de todos os exames feitos. Alguns resultados nos levaram a ver que ela está tendo um aviso de possível surto por não estar tomando o Ocrevus, que não está mais no corpo dela. A qualquer momento pode acontecer dela ter um surto”, contou.

A empresária disse que foi preciso suspender o uso da medicação para esclerose múltipla para que fosse aplicada a vacina contra a Covid 19, o que prejudicou o tratamento.”Não queremos que isso aconteça. Se acontecer, as consequências podem ser trágicas. Já aconteceu de ter óbito por conta de fazer essa quebra de protocolo (da medicação contra esclerose) e era isso que a gente estava evitando”.

Bonato ainda contou que a dose da vacina poderia ser adiantada em situações como a de Claudia Rodrigues, mas disse que tal opção não foi ofertada.”Descobri que a vacina da Pfizer pode ser tomada. O protocolo é que ela seja tomada no intervalo de três semanas e não de três meses […] Se tivessem escolhido três semanas, ela já estaria imunizada e não estaria passando por nada disso. Ela já teria tomado o Ocrevus, o corpo dela já teria recebido medicação, a gente não estaria aqui e amanhã ela não estaria correndo risco de morrer por conta da irresponsabilidade e da má gestão”.

A atriz foi diagnosticada com esclerose múltipla nos anos 2000 e tem lutado contra a doença que a afastou das atividades profissionais. Após o diagnóstico Claudia Rodrigues também desenvolveu um quadro grave de depressão.

Da redação do Acontece na Bahia

 

 

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Empresária diz que Claudia Rodrigues está iniciando um possível surto de esclerose múltipla por ausência de medicamentos

Uma notícia tem circulado nas redes sociais nesta sexta-feira (16). Por meio das redes sociais a empresária da atiz Claudia Rodrigues, Adriane Bonato, informou que os exames feitos pela atriz mostraram que ela está tendo um aviso de possível surto de esclerose múltipla em razão da abstinência de medicamentos para tratar a doença. Claudia Rodrigues teve que suspender o uso dos remédios para receber a vacina contra a Covid 19.

A atriz precisou ser internada no dia 9 de julho no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. “Ela teve dormência no braço e perna direita, muita cefaleia, febre e confusão mental”, disse a empresária ao afirmar que na época foi descartada a suspeita de Covid 19. A empresária da atriz informou que os medicamentos para a esclerose múltipla foram suspensos porque não poderiam ser tomados no intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina, com possibilidade de feitos colaterais, inclusive morte.

“Nós optamos pela vacina contra a Covid-19, que era o mais importante, já que a imunidade dela é baixa devido ao transplante”, contou. Claudia Rodrigues deve obedecer o prazo de três meses entre a primeira e a segunda dose para que não ocorra nenhum problema.

“Infelizmente, depois de todos os exames feitos,resultados excelentes de alguns deles – até melhores do que os passados – outros nos levaram a ver que o que ela está tendo é um aviso de um possível surto”, disse a empresária.

“Por não estar tomando o medicamento (para tratar a esclerose múltipla), ele não está mais no corpo dela.  Então, a qualquer momento isso (surto) pode acontecer, e a gente não quer porque as consequências podem ser trágicas. Já aconteceu de ter óbito pela quebra de protocolo, e é isso que estávamos evitando fazer (suspender a medicação até que a atriz receba a segunda dose da vacina), mas infelizmente não tem outra saída”, contou.

A empresária da atriz criticou os gestores públicos com relação aos protocolos de aplicação do imunobiológico da Pfizer de acordo com indicações da empresa alemã BioNTech.

“Não estou aqui para falar de política. Eu só queria que respeitassem a gente. Por que não escolheram três semanas? Se tivesse sido assim, ela (Claudia Rodrigues) já teria sido imunizada e não estaria passando por nada disso que está passando, porque já teria tomado a medicação (para a esclerose múltipla) e não estaria correndo o risco de morrer, por causa disso, dessa irresponsabilidade, da má gestão pública”, lamentou.

“Quantas vidas poderiam ter sido salvas? Quanta dor e sofrimento podiam ter sido evitados?”, questionou aos seguidores, pedindo consciência das pessoas com relação ao problema.”Parem com as festas clandestinas, senão isso não acaba nunca. Vamos usar máscara, álcool gel. A luta continua, pode ter certeza”.

 

Da redação do Acontece na Bahia

 

 

 

 

 

 

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Cláudia Rodrigues tem melhora com o uso de drogas contra esclerose múltipla

Cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram que um remédio usado contra o câncer pode dar resultados também contra a esclerose múltipla, doença que afeta entre outros, a atriz Cláudia Rodrigues.

A humorista foi diagnosticada com esclerose múltipla em 2000 e se afastou da televisão em 2013. Desde então ela teve redução de 30% da massa encefálica em decorrência da progressão do problema de saúde e vem fazendo tratamentos alternativos para conter o avanço e sequelas.

O cientistas europeus descobriram que a droga bexaroteno regenera a bainha de mielina – o alvo do distúrbio autoimune da esclerose múltipla – ou seja, ela repara danos nos nervos e isso dá esperança para um futuro tratamento contra a doença.

A descoberta foi feita num recente ensaio clínico de fase 2, pesquisa financiada por uma bolsa de £ 250.000 para a MS Society UK.

O professor Alasdair Coles, da Universidade de Cambridge, disse que “As lições que aprendemos são incrivelmente emocionantes, pois agora temos mais evidências concretas de que a remielinização – regeneração – em humanos é possível.

Esta descoberta nos dá a confiança de que vamos frear a esclereose múltipla e rapidamente seremos levados adiante em estudos adicionais para testar outros novos tratamentos potenciais de reparo da mielina”, afirmou.

Uma camada lipídica protetora em torno dos nervos no cérebro e na medula espinhal, a bainha de mielina é direcionada incorretamente pelas células do sistema imunológico em pacientes com esclerose múltiplia, o que leva aos sintomas da doença de neurodegeneração e deficiência.

O estudo mostrou que o bexaroteno foi capaz de recuperar esses nervos danificados.

A razão pela qual novos tratamentos de reparo da mielina seriam necessários é porque a droga, normalmente destinada a pacientes com câncer, cria alguns efeitos colaterais graves, como lipídios elevados no sangue e doenças da tireoide e, portanto, não pode ser usada como um tratamento.

O co-pesquisador Professor Siddharthan Chandran, da Universidade de Edimburgo, sentiu que este é um passo à frente, porque o reparo da mielina agora está confirmado como possível, e também porque as propriedades do bexaroteno poderiam ser examinadas para encontrar futuros candidatos a drogas que não tenham lado sério efeitos.

“Agora entendemos muito mais sobre o reparo da mielina e estamos em uma posição significativamente melhor para medir a remielinização em testes clínicos”, disse Chandran.

“Enquanto este trabalho estava ocorrendo, pesquisas de laboratório adicionais identificaram tratamentos novos e mais toleráveis ​​que poderiam reparar a mielina, e esperamos que eles sejam testados em testes eminentemente.”

A Sociedade de Esclerose Múltipla não está contando apenas com os testes com bexaroteno, mas também está lançando um teste clínico de Fase 2 baseado em pesquisas de 2019 que demonstram que uma combinação do medicamento para diabetes metformina e um anti-histamínico chamado Clemastina também levou à regeneração de uma bainha de mielina danificada pela esclerose múltipla.

“A metformina é um dos desenvolvimentos mais interessantes no reparo da mielina que já vimos. Nossas descobertas no ano passado lançaram luz sobre por que as células perdem sua capacidade de regenerar a mielina e como esse processo pode ser revertido”, disse o professor Robin Franklin, também de Cambridge, que liderou o estudo de 2019.

“Estamos muito orgulhosos de ter feito este trabalho e emocionados em ver nossa descoberta levada adiante tão rapidamente.”

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