“Tenho muito orgulho do meu filho: Médico, bonito e gay”, afirma Popó ao ser questionado sobre seu filho de 21 anos

Uma notícia chamou a atenção dos internautas baianos nesta tarde de sexta-feira (30). O ex-boxeador Popó Freitas afirmou, durante a gravação de um poadcast, que tinha uma relação muito boa com seu filho Juan, de 21 anos, e que sente muito orgulho do rapaz, principalmente após Juan ter entrado na faculdade de medicina e ter revelado que era homossexual.

“É a minha bichona. E, antes que venham me criticar, essa é a maneira carinhosa que eu chamo ele. É uma coisa que eu sempre falo, uma coisa minha e dele, a gente se zoa assim. Juan é inteligente demais, está cursando o quinto período de Medicina. Ele já me levou para boate gay, e outro dia brigou com o namorado e veio conversar comigo. Tenho muito orgulho do meu filho: médico, bonito e gay”, contou.

O ex-pugilista, que está aposentado há alguns anos, afirmou também que voltou a treinar, especialmente para a apresentação no próximo semestre com o humorista Whindersson Nunes.

“É um show que estamos preparando, na verdade. Vamos lutar e fazer uma brincadeira. Fico feliz de participar disso porque sei como o boxe tem ajudado o Whindersson. Foi fundamental no seu tratamento contra a depressão”, contou Popó.

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Presidente Jair Bolsonaro gera polêmica ao dizer que ‘se for preciso’ vai colocar o exército na rua “se precisar iremos para a rua não para manter o povo dentro de casa, mas para restabelecer todo o artigo 5º da Constituição. E se eu decretar isso vai ser cumprido”

Presidente Jair Bolsonaro diz que 'se for preciso' vai colocar o exército na rua "se precisar iremos para a rua não para manter o povo dentro de casa, mas para restabelecer todo o artigo 5º da Constituição. E se eu decretar isso vai ser cumprido”"

Não é nenhuma novidade que o atual presidente da República está sempre emitindo palavras de ordem para que se faça cumprir o Ato Inconstitucional no 5º (AI5). Pois na noite desta sexta-feira (23, Jair Bolsonaro (sem partido), concedeu uma entrevista à TV A Crítica, onde voltou a dizer que se ele mandar as forças armadas para rua, elas terão que cumprir o seu dever, pois ele é o chefe.

“Se tivermos problemas, nós temos um plano de como entrar em campo. Eu tenho falado, eu falo ‘o meu [Exército]’, o pessoal fala ‘não’… Eu sou o chefe supremo das Forças Armadas. O nosso Exército, as nossas Forças Armadas, se precisar iremos para a rua não para manter o povo dentro de casa, mas para restabelecer todo o artigo 5º da Constituição. E se eu decretar isso vai ser cumprido”, disse o presidente Bolsonaro.

Segundo o portal GZH, ainda durante a entrevista o presidente disse que o Lockdown, (que são as medidas protetivas de isolamento social), seria uma um ato inconstitucional, promovido pelos governadores.

“As nossas Forças Armadas podem ir para a rua um dia sim, dentro das quatro linhas da Constituição, para fazer cumprir o artigo 5º. O direito de ir e vir, acabar com essa covardia de toque de recolher, direito ao trabalho, liberdade religiosa e de culto; para cumprir tudo aquilo que está sendo descumprido por parte de alguns governadores e alguns poucos prefeitos, mas que atrapalha toda a sociedade. Um poder excessivo que lamentavelmente o Supremo Tribunal Federal delegou, então qualquer decreto, de qualquer governador, qualquer prefeito, leva transtorno à sociedade”.reclamou o presidente, em um tom alterado.

Ainda de acordo com o site, o presidente voltou a fazer propaganda da hidroxicloroquina, remédio que foi categorizado pela Organização Mundial da Saúde como ineficaz ao combate contra o coronavírus. Recentemente, o Bolsonaro teve vários vídeos retirados do ar pela equipe do YouTube após ser enquadrado nas políticas de desinformação.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Ministro Gilmar Mendes fala sobre condenações de Lula e dispara: “É isso. Não foi uma absolvição”

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (19). O ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal (STF), disse em entrevista ao Estado de S. Paulo, não acreditar que o plenário da corte mude o entendimento no processo envolvendo a suspeição do ex-juiz Sergio Moro.

Essa questão está resolvida. Porque, de fato, nós julgamos o habeas corpus (da suspeição de Moro na Segunda Turma). Nós temos que ser rigorosos com as regras processuais. Não podemos fazer casuísmo com o processo, por se tratar de A ou de B”, comentou em entrevista divulgada neste domingo (18).

O que é curioso é que eu propus que a matéria fosse afetada ao plenário, na época, em 2018 no início do julgamento. E por três a dois a minha posição ficou vencida. E, agora, a decisão foi tomada”, destacou.

Os ministros da corte decidirão na próxima quinta-feira (22), se a decisão tomada pela Segunda Turma em 23 de março, que julgou Moro parcial nos processos envolvendo o ex-presidente Lula, pode ser alvo de nova discussão em plenário.

No decorrer da entrevista o ministro Gilmar Mendes afirmou que o posicionamento do STF em decidir que a Justiça Federal de Curitiba não tinha competência para julgar as ações envolvendo o ex-presidente Lula não implicaria na sua absolvição.

O que o tribunal está mandando é para o juiz competente processar e julgar as denúncias. É isso. Não foi uma absolvição. Claro que cancela as condenações, mas manda que o juiz competente prossiga no seu julgamento”. O ministro explicou ainda que o STF deve decidir a Vara que dará continuidade ao julgamento dos casos, que será São Paulo ou Brasília.

Gilmar Mendes afirmou que desde 2015 alertava sobre a incompetência da Justiça Federal de Curitiba nos casos envolvendo o ex-presidente Lula e disse que o processo que envolve o petista chegou em novembro ao STF.

O ministro disse que houve uma ‘’ânsia de definir rapidamente’’ quando foi perguntado sobre instâncias inferiores não agirem de outra maneira com o processo.

Havia um pouco de ambiente de mídia opressiva. Uma ânsia de decidir rapidamente. E decidir de acordo com aquilo que a Lava Jato tinha estabelecido. Se nós formos olhar, havia uma certa opressão dos tribunais que eram suscetíveis de serem oprimidos. O STJ, nesse período, também foi submetido a uma pressão político-judicial. Uma perseguição judicial”, comentou.

Gilmar Mendes comentou que houve ‘’desvios de rota’’ pela operação Lava Jato e afirmou que a força-tarefa sofreu desgaste e virou um ‘’esquadrão’’. “A pergunta básica é: como que se deu tanto poder a uma força tarefa? Em que lugar do mundo haveria isso? É alguma coisa que precisa ser explicada. Virou um esquadrão”.

Mendes não considerou o risco do STF se alinhar ao Bolsonarismo, além de dizer que não é o momento de se falar em impeachment do presidente Bolsonaro e nem de ministros da corte.“Estamos em meio a uma pandemia, com problemas os mais diversos, eu tenho propugnado para que a gente busque um consenso no sentido de encaminharmos bem, cada um com suas responsabilidades. Não entendo que devêssemos banalizar o impeachment de presidente da República’’, afirmou o ministro.

Da redação do Acontece na Bahia

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“Teria que ter um polígrafo acompanhando”, diz Bial sobre entrevistar Lula

Uma notícia tem gerado polêmica nas redes sociais nesta quinta-feira (15). O apresentador Pedro Bial disse em entrevista ao Programa Manhattan Connection da TV Cultura, transmitido nesta quarta-feira (14), que o ex-presidente Lula se ofereceu para participar como entrevistado em seu programa na Globo.

Pedro Bial falou na ocasião sobre personalidades que recusariam participar como entrevistados em seu programa e citou como exemplo Lula e o presidente Bolsonaro. “Você citou dois que dificilmente iriam. O Lula já até disse que gostaria de fazer o programa comigo, mas aí tinha que ser ao vivo. Pode até ser ao vivo, mas aí teria que ter um polígrafo acompanhando todas as falas dele” comentou. O equipamento mencionado tem como utilidade detectar mentiras e é usado comumente em interrogatórios.

Pedro Bial ainda fez críticas a atual gestão do Brasil. “O nosso presidente vive em conflito. Ele se alimenta do confronto. Não fosse assim, teria agarrado a oportunidade de ouro há um ano, quando começou a pandemia, para ser o líder de toda a nação. Naquele momento todos aceitariam”, disse.

“Ele [Bolsonaro] poderia, de fato, num momento de pandemia, que é um estado de guerra, se tornar um líder de todos os brasileiros. Mas isso seria contra a natureza do escorpião, aquela velha piada. Ele vive do confronto e por isso depende tanto de provocar a imprensa. Não sei se a imprensa aceita as provocações e não deveria, ou se é característica da imprensa agir assim. Essa relação da mídia e estado nos governos nunca é tranquila”, contou.

O posicionamento do apresentador tem gerado polêmica nas redes sociais. “Por**, Bial. Grosseiro é pouco. Sobretudo frouxo. Porque entrevista general com sorriso no rosto”, destacou o ator Gregório Duvivier. “Pedro Bial entrevistou Olavo de Carvalho, Flordelis, Sérgio Moro e até Collor, mas o Lula… ele disse que não entrevistaria sem um detector de mentiras”, disse outro. “Que fetiche é esse de só entrevistar o Lula com polígrafo? Bial é jornalista ou procurador da Lava Jato querendo fazer interrogatório?”, comentou mais um.

Da redação do Acontece na Bahia

Foto: Reprodução / Instagram

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