Entidades representativas entram na justiça contra o ‘toque de recolher’ e a ‘lei seca’ nos finais de semana na Bahia

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste domingo (2). Com o intuito de fazer com que a Bahia volte a ser o destino turístico preferido por milhares de pessoas e de atender outras tantas prejudicadas pela pandemia trazida pela Covid-19, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes e o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Salvador e Litoral Norte impetraram um mandado de segurança coletivo, protocolado no último dia 28 de abril, reivindicando a posição trazida pelo Governo do Estado em que proíbe a venda de bebidas e o toque de recolher. O mandado de segurança coletivo foi protocolado no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), e deverá ser analisado pelo Judiciário com celeridade em razão da urgência da pauta.

Segundo informações do presidente-executivo da Abrasel na Bahia, Luiz Henrique do Amaral,“estamos buscando desde março do ano passado o diálogo com o governador Rui Costa para levar nossa contribuição técnica e responsável no enfrentamento da pandemia e não fomos recebidos, nos cabe agora a confiança na justiça para que possamos avançar e transformar essa realidade caótica que está nos sendo imposta”, disse Amaral.

De acordo com Silvio Pessoa, presidente do sindicato, a Bahia precisa voltar a ser um “destino turístico completo”. “Não podemos ter restaurantes que não funcionem à noite, e que não possam vender bebidas alcoólicas nos finais de semana. São quase 1 milhão de pessoas que estão sendo prejudicadas pelas medidas restritivas impostas pelo governo do Estado. Então procuramos a Justiça, para que ela interceda a nosso favor’’, concluiu.

Da redação do Acontece na Bahia

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Pastor que disse orar pela morte de Paulo Gustavo será processado por entidades que repudiaram a sua declaração

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste domingo (18). Em repúdio a declaração feita pelo pastor José Olímpio, da Assembleia de Deus, grupos defensores de direitos humanos e entidades LGBTQIA+ irão registrar boletim de ocorrência na próxima terça-feira (20). Lamentando a fala do pastor, o grupo Gay de Alagoas (GGAL) emitiu uma nota relatando o ocorrido. De acordo com as entidades, o Ministério Público será acionado para mover ação civil pública contra o religioso. O humorista Paulo Gustavo continua internado em estado grave há mais de um mês em decorrência da covid 19.

“Esse é o ator Paulo Gustavo que alguns estão pedindo oração e reza. E você vai orar ou rezar? Eu oro para que o dono dele o leve para junto de si”, comentou o pastor em suas redes sociais. Depois que o caso tomou uma repercussão negativa, o pastor apagou a publicação.

Veja a nota na íntegra:

Em virtude dos comentários discriminatórios proferidos pelo pastor José Olímpio, as instituições LGBTQIA e defensoras dos direitos humanos de Alagoas, farão um B.O na próxima terça-feira (20). Esse será o primeiro passo para uma série de atitudes tomadas contra o pastor José Olímpio – líder da Assembleia de Deus em Alagoas.

Em seguida, as instituições estarão acionando o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB/AL) , que serão acionados para moverem uma ação civil pública contra o líder religioso.

Suas falas levaram Alagoas a ser destaque em todo o Brasil. As declarações feitas por este líder da Assembleia de Deus em Alagoas, alegando estar orando para que Paulo Gustavo morresse, fato que indignou milhares de pessoas e revoltou as lideranças LGBTQIA alagoanas e de todo o país.

A declaração foi feita em seu perfil pessoal no Instagram, onde o pastor postou a foto do artista com o seguinte texto na legenda:

“Esse é o ator Paulo Gustavo que alguns estão pedindo oração e reza. E você vai orar ou rezar? Eu oro para que o dono dele o leve para junto de si”, escreveu.

Suas falas repercutiram rapidamente nas redes sociais, e logo foram pauta em vários jornais.

Estes são tempos sombrios! O Grupo Gay de Alagoas (GGAL) repudia a postura adotada pelo pastor José Olímpio e pedem um posicionamento das instituições religiosas envolvidas no caso.

Da redação do Acontece na Bahia

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