Pedreiro constrói incrível máquina que produz quarto tijolos de cimento em menos de um minuto e sonha em mudar de vida: “Essa máquina no comércio, pode achar de R$ 7 mil”

Uma bela história inspirou os internautas nesta manhã de terça-feira (9). Um vídeo mostrando um equipamento improvisado construindo blocos de cimento rapidamente circulou nas redes sociais e viralizou no início deste ano. Assim, pouco tempo depois descobriram que a mente brilhante por trás do aparelho é um morador do distrito de Maria Quitéria em Feira de Santana.

O pedreiro Edvaldo Santos, de 27 anos, conhecido como “Topete Rasta”, chamou atenção nas redes com sua invenção. O maquinário consegue construir quatro blocos de cimento em menos de um minuto.

O equipamento foi o primeiro trabalho desenvolvido por Edvaldo após ele ter construído uma bicicleta no melhor estilo “motoqueiro fantasma”.

De acordo com o site Acorda Cidade, Topete Rasta afirmou que desde cedo trabalha e sempre utilizou sua criatividade para lidar com situações difíceis. Ele afirma também que sonha com um futuro melhor e que deseja produzir o próprio material de forma autônoma.

“Eu terminei essa máquina por agora, foi minha primeira criação, mas fiz uma bicicleta colocando mola na frente e atrás como uma imitação do motoqueiro fantasma, mas pretendo fazer uma moto, um carro e caso algum empresário tiver o interesse, pode vim que faço. Eu trabalho desde os meus 13 anos de idade, trabalhei em caminhão de blocos e tive uma vida muito difícil, ficava me questionando o que seria do meu amanhã? Então foi quando tive essa ideia de fazer essa máquina e trabalhar para mim mesmo, pretendo fazer mais, mas no momento as condições estão difíceis”, contou Edvaldo.

Em entrevista, Topete contou como fez a máquina e afirmou que existe potencial de mercado no equipamento: “Eu usei algumas chapas de metalon, barras de ferro e no caso da energia, um pequeno motor de encher compressor. Essa máquina no comércio, pode achar de R$ 7 mil, mas a depender da pessoa, posso vender por R$ 6 mil. Eu a utilizei para construir minha casa, trabalhando pela manhã e pela noite. Tinha dia que batia até 30 blocos”, comentou.

Além disso, topete também contou que não continuou os estudos devido às dificuldades que ele vivia em casa, mas não desistiu dos seus sonhos e tem força de vontade para fazer a mudança em sua própria vida.

“Minha mãe morreu quando eu tinha 3 anos de idade e a situação foi ficando difícil. Meu pai não cuidou de mim, eu vivia na casa da minha avó e naquele tempo tudo era difícil. Eu estudava à tarde, porque tinha que capinar o terreno pela manhã e se não fizesse aquela atividade, dormia do lado de fora. Então logo depois eu comecei a trabalhar e larguei os estudos”, afirmou.

Você pode contratar os serviços de Edvaldo, conhecido pelo apelido “Topete Rasta” através do telefone (75) 99877-3303.

Da redação Acontece na Bahia.

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Ex-entregador de pizza fica bilionário com ajuda da internet

O britânico Ben Francis construiu uma marca, avaliada hoje em mais de R$ 7 bilhões, com ajudas das mídias sociais. O jovem que já trabalhou como entregador de pizza é o fundador da marca “Gymshark”, uma empresa de roupas e materiais esportivos.

Originário de Birmingham, na Inglaterra, Ben construiu sua marca do zero e fez grande sucesso nas redes sociais Instagram e TikTok.

Assim, as mídias sociais ajudaram o jovem inglês a fazer sua marca explodir. Dita por especialistas como a “nova Nike”, a Gymshark fez grande sucesso com suas campanhas de mídia na internet.

O “golpe de mestre” de Francis foi saber utilizar essas redes socias ao seu favor. Assim, ele utilizou da sua facilidade de utilizar as mídias sociais para alavancar seus negócios. Assim, utilizando dos bilhões de pessoas que consumem conteúdo digital nas redes sociais, Francis fez seu negócio decolar.

Atualmente, a Gymshark patrocina diversos atletas famoso para vestir sua marca nas redes sociais. Os caches pagos pela marca chegam a 100 mil dólares por ano.

Ben trabalhou como entregador de pizza durante a faculdade. Ele trabalhou na rede de pizzaria Pizza Hut e recebia cerca de 5 Euros por hora.

“Os jovens só querem comprar marcas lideradas pela comunidade que se alinham com seus valores”, disse Francis à Forbes. “Somos uma comunidade que também vende coisas.”, afirmou o jovem empreendedor.

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