Ciro Gomes tem como objetivo tirar o PT da disputa do 2° turno contra Bolsonaro em 2022 e pretende aliança com centro

Uma notícia tem repercutido neste domingo (28/2). Isso porque há uma possível união do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) com o centro-esquerda visando o pleito de 2022. Ciro Gomes tem conversado com siglas como o DEM e PSD com o intuito de ser ele o nome a derrotar Jair Bolsonaro (sem partido) nas próximas eleições, segundo entrevista concedida à Folha.  

Na ocasião Ciro Gomes confirmou o seu rompimento com o PT. 

“Nesse quadro de hiperfragmentação, quem for contra o Bolsonaro no segundo turno tem tendência de ganhar a eleição. O menos capaz disso é o PT. Por isso, a minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno” destaca.

Ciro Gomes que em 2018 ficou em terceiro lugar na corrida presidencial com 13 milhões de votos já concorreu à Presidência da República três vezes. O ex-ministro confirmou o seu afastamento do PT em 2018 quando se absteve de apoiar Fernando Haddad (PT). 

Informou ainda que o seu distanciamento com o PT se deve sobretudo ao que ele chamou de ‘’lulopetismo’’ que julga ser uma adversidade instransponível. “Converso muito com os petistas. Lá dentro, tem um grupo que acha que o Lula, com sua loucura e caudilhismo, está passando de qualquer limite. Faz as coisas sem consultar ninguém, joga só, é o Pelé”, analisa o ex-ministro. Mas não é só isso. 

“Nós [PT e eu] somos coisas diferentes. Fomos aliados em alguns momentos e adversários em outros. Eu agora tenho uma adversidade intransponível com o lulopetismo, que é diferente dos outros ‘PTs’ que eu conheço”, declara. 

Até o momento as legendas não oficializaram com nenhum candidato para 2022 e outros nomes também são analisados para a corrida presidencial que se segue. 

 

Da redação do Acontece na Bahia  

 

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Após criar esperança de possível candidatura, ex-presidente Lula desabafa: “Não vou brigar para ser candidato”

Mais uma notícia vem repercutindo nas redes sociais nesta quinta-feira (25). Desta vez foi um comunicado no Twitter feito pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que garantiu não brigar para ser candidato ao pleito de 2022. 

“Se os companheiros dos partidos de esquerda acharem que preciso ser candidato, eu serei. Mas não vou brigar para ser candidato”. Mas não é só isso. 

 “Só não posso falar nunca mais porque no dia que eu falar isso tenho que me aposentar, pedir licença do PT e ir para casa criar codorna”, brincando com o fato de aposentadoria da carreira pública. 

Um assunto bastante controverso e polêmico é uma possível volta de Lula ao cargo de chefe do executivo. Num possível confronto entre Lula e Jair Bolsonaro (sem partido), o petista  leva desvantagem em vários cenários, aponta pesquisa. 

Em pesquisa recente de intenção de voto, realizada em (29/1), Jair Bolsonaro tem 30,5% das intenções de voto ao passo que o ex-ministro Sérgio Moro vem em segundo lugar com 12% das intenções. 

Na terceira posição vem Ciro Gomes (PDT) com 10,6%, seguido de Fernando Haddad 9,5%, Luciano Huck 8,1%, João Doria 5,4%, Guilherme Boulos 3,5% e João Amoedo 2,9% das intenções de voto. 

Em um outro cenário verificado, o atual presidente Jair Bolsonaro confirma à posição anterior e mantém 31% das intenções de voto. Lula pontua 17,3% seguido de Sérgio Moro, que consegue a terceira posição com 12,1%. Ciro Gomes fica com 9,2% das intenções de voto. 

Da redação do Acontece na Bahia 

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