Na federal e fardada, antiga Loira do Tchan fala sobre primeiro plantão: “Se você fugir, eu corro atrás”

Uma história chamou a atenção nesta quinta-feira (28). Isso porque uma antiga personalidade reapareceu numa carreira bastante diferente. Mas afinal, o que aconteceu?

O sucesso de um dos grupos musicais mais badalados dos anos 2000 se deve, em partes, às suas dançarinas. Estamos falando do É o Tchan e de suas musas que encantaram o Brasil. Contudo, com o passar dos anos o grupo foi aparecendo menos na mídia e a febre passou. Diante disso, muita gente se surpreendeu com o destino de uma das loiras do Tchan: Ela virou policial federal!

Silmara Miranda fez sucesso na época em que participou do grupo. Ela substituiu a famosa Sheila Melo e ocupou o papel por cerca de 4 anos. Mas agora, mais de 15 anos depois, Silmara mudou completamente o seu destino e se tornou agente da Polícia Rodoviária Federal. Então, numa publicação desta quinta-feira, Silmara relembrou o primeiro plantão.

Lembrança e referência:

Fardada, a ex-dançarina apareceu ao lado de colegas e usou o trecho de um filme para relembrar do primeiro plantão na nova profissão:

“Eu sou da Polícia e tô aqui pra te prender. Você violou a lei. Não fui eu quem fiz a lei. Eu posso até discordar da lei, mas vou assegurá-la. Não importa o quanto você peça, suplique, implore ou tente me convencer: nada do que você fizer ou disser vai me impedir de te colocar numa jaula com barras de ferro. Se você fugir, eu corro atrás. Se você me enfrentar, eu luto com você. Se atirar em mim, eu atiro de volta. Pela lei, eu não posso dar as costas. Sou a consequência, a cota que não foi paga. Sou o destino, com distintivo e arma. Atrás do meu distintivo tem um coração como o seu. Eu sangro, eu penso, eu amo, e também posso ser morto. E embora eu seja apenas um, tenho milhares de irmãos e irmãs iguais a mim. Eles vão arriscar a vida por mim, e eu por eles. Nós somos a Polícia. Abertura do filme ‘Marcados para Morrer’. O primeiro plantão a gente nunca esquece.”

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Jacaré, do grupo É o Tchan, desabafa sobre problemas escondidos durante a carreira: “Chorava muito”

Nesta quarta-feira (25) repercutiu bastante o desabafo de Edson Cardoso, o Jacaré do É o Tchan. Edson relembrou situações difíceis em que passou na carreira com o grupo e revelou que chorava muito em alguns desses episódios. Mas afinal, o que aconteceu?

Edson relatou que mesmo com toda a equipe ensaiando e trabalhando junto nas coreografias, Carla Perez, a loira do Tchan, era sempre destaque em detrimento do restante do grupo, que era composto por negros. Ele também contou que o restante do grupo mal aparecia nas gravações. Então, em entrevista ao Men Do Not Dance, Jacaré explicou: “Dentro da TV, todo mundo ia só em cima da Carla Perez. Quando a gente assistia, não aparecia a gente, pois queriam mostrar só a Carla. É culpa do sistema, da sociedade, que quer mostrar sempre a mulher. Eram quatro negros, eu, Beto Jamaica, Compadre Washington e Débora Brasil. Chamavam sempre a loura, não a Débora.” Mas não é só isso.

Além disso, Jacaré falou que todos ficavam muito tristes e choravam porque trabalhavam duro nos ensaios e mesmo assim não apareciam:

” É muito difícil você criar, contar, parar, pensar… Por mais que seja simples, mas era um desafio sempre. E a gente tinha que fazer uma coreografia que todo mundo repetisse. A gente ficava muito triste. Todo o grupo ficava muito triste, não só eu. A gente batalha tanto, ensaia, cria, e os caras fazem isso, jogam só para uma pessoa. Teve programas que não queria fazer. Chegava no camarim e chorava muito.”

Hoje em dia Edson vive no Canadá com a família e trabalha numa agência de imigração.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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