Mãe de Henry Borel troca de advogado e casal agora aposta na estratégia de defesas separadas

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta terça-feira (13). A mãe do menino Henry Borel, Monique Medeiros, presa por suspeita de participação na morte do menino, está com novo advogado a partir dessa segunda-feira (12).O novo advogado, Thiago Minagé, confirmou por meio de nota ter assumido a defesa de Monique e disse estar comprometido somente com a verdade. Mas não é só isso…

Esta decisão, entretanto, foi tomada com a ajuda do advogado André França, que disse ter incentivado durante visita no presídio em Niterói, local onde Monique estar presa em isolamento desde a quinta-feira (8). De acordo com André França, a decisão foi tomada quando ele soube da existência de prints, os quais afirmou ter tido conhecimento pela imprensa. A troca de mensagens entre Monique e a babá acerca de agressões do Dr. Jairinho contra Henry aconteceram, de acordo com a polícia, um mês antes da morte do menino Henry.

A defesa do vereador Dr. Jairinho continua sendo feita pelo advogado André França que é acusado de cometer crimes como coação de testemunhas e obstrução de justiça. O casal Dr. Jairinho e Monique Medeiros tiveram negado o pedido de liberdade provisória pela justiça nesta segunda-feira (12), por atrapalhar as investigações do caso Henry Borel.

O responsável pelo andamento das investigações, o delegado Henrique Damasceno afirmou não ter a menor dúvida sobre o envolvimento do padrasto e a mãe do menino que segundo ele são os responsáveis pela morte de Henry. Diante das acusações o casal deverá ser indiciado por homicídio duplamente qualificado com emprego de tortura e sem chances de defesa da vítima, segundo informou a Polícia Civil. Laudo emitido pelo Instituto Médico Legal (IML), mostra 23 lesões distribuídas pelo corpo de Henry descartando a hipótese de acidente doméstico.

Da redação do Acontece na Bahia

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Dr. Jairinho foi a festa de aniversário algumas horas depois da morte do menino Henry Borel e tem conversa reservada com o pai

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste domingo (11).O vereador Dr. Jairinho, preso suspeito da morte do menino Henry Borel de 4 nos, esteve presente em uma festa de aniversário algumas horas após a morte de Henry Borel. Ana Carolina Netto, ex-mulher do vereador, afirmou em depoimento que Jairinho esteve boa parte do tempo em conversa reservada com o pai, o Coronel Jairo, ex-deputado estadual. Estas informações foram divulgadas pelo jornal O Dia, neste domingo.

Segundo informações, a escolha do advogado do Dr.Jairinho, André França Barreto, se deu por indicação do pai do parlamentar no dia da festa de aniversário quando se encontraram. O advogado é o mesmo que atuou na defesa do ex-deputado durante a operação Furna da onça, em 2018, em que Jairo foi preso.

Ana Carolina Netto, mãe dos filhos de Jairinho, afirmou em depoimento que soube da morte de Henry Borel no dia 8 de março por intermédio do motorista do parlamentar.“Ele disse que o menino havia falecido mas não soube explicar o motivo, só dizendo que Jairinho estava no hospital”, disse. Ana ainda confirmou que naquele mesmo dia à noite foi com os filhos a uma festa da irmã de Jairinho e sua ex-cunhada, Thalita, que aconteceu na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde disse perceber um “clima pesado” na família.O menino Henry Borel havia sido morto na madrugada do dia anterior.

Da redação do Acontece na Bahia

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Babá de Henry Borel se assusta com a imprensa na chegada à delegacia e vai embora; depoimento deverá ser remarcado

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste sábado (10). Thayná Oliveira Ferreira, babá do menino Henry Borel, de 4 anos, se assustou com os jornalistas e a quantidade de pessoas no local quando chegou até a delegacia para prestar depoimento nessa sexta-feira (9). A mulher foi embora e terá pela frente uma nota data para se explicar perante as autoridades.

A ex-mulher do Dr. Jairinho, Ana Carolina Ferreira Neto, com quem teve dois filhos, prestou depoimento nessa sexta-feira (9). Ana abriu um boletim de ocorrência em 2014 onde denunciou agressões como chutes, socos e estrangulamentos de Jairinho contra ela. A ex-mulher do vereador afirmou ainda que este inquérito havia sido arquivado.

Daniel Borel, pai de Henry Borel, comentou que sempre questionava Monique sobre reclamações feitas por Henry como abraços apertados que recebia do padrasto e tinha como resposta se tratar de invenção de menino.

Segundo informações da Polícia Civil, Henry Borel passou por sessões de tortura antes de ser morto. De acordo com investigações, o padrasto Dr.Jairinho, usou chutes e golpes na cabeça da criança e a mãe sabia da situação que vinha acontecendo desde fevereiro. O menino chegou sem vida a um hospital da Zona Norte do Rio na madrugada de 8 de março.

Da redação do Acontece na Bahia

 

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Dr. Jairinho é expulso do partido e do Conselho de Ética, além de ter o salário cortado

Uma notícia está sendo destaque nesta quinta-feira (08). O vereador Dr. Jairinho, preso pela morte do enteado Henry, foi expulso na tarde de hoje, quarta-feira, do Conselho de Ética da Câmara dos Vereadores do Rio. A votação para que parlamentar fosse expulso foi unânime, e os vereadores decidiram também por requisitar ao Judiciário os autos da investigação que foram determinantes para a prisão, para que assim fosse “possível uma representação contra o parlamentar”.

Dr. Jairinho já havia sido expulso do seu partido, o Solidariedade, mais cedo, além de ter o salário cortado e o mandato ameaçado de ser suspenso. O regimento da Casa prevê que os vereadores tenham a suspensão dos salários assim que são presos e que a partir do 31° dia de prisão, são afastados formalmente.

A Câmara deu as informações através de uma nota. Leia.

“Em razão da prisão, o vereador tem sua remuneração imediatamente suspensa e fica formalmente afastado do mandato a partir do trigésimo primeiro dia, na forma do art. 14 do Regimento Interno”. Além disso, foi informado que “embora inexista, até o momento, representação formulada no Conselho de Ética [da Câmara], será dada toda celeridade que o caso exige”, completou a nota.

 

RELEMBRE O CASO

O menino Henry, de 4 anos, morreu após dar entrada em um hospital da Zona Leste do Rio de Janeiro, no dia 8 de março. No laudo foi constatado diversas lesões na cabeça, fígado, rins, além de hemorragias e edemas. A mãe da criança, a professora Monique e o padrasto, o Dr. Jairinho, foram os responsáveis por levar o menino à unidade e alegaram tratar de um acidente doméstico. Porém, a dimensão das lesões são incoerentes a alegação de um acidente.

Hoje pela manhã, o casal foi preso por atrapalhar as investigações, além de ameaçar testemunhas para combinar versões. A polícia acredita que o menino tenha sido assassinado. Os investigadores também creem que o padrasto violentava a criança e a mãe sabia e que semanas antes da morte, Henry tenha sido torturado pelo parlamentar e que era de conhecimento da mãe. O casal nega qualquer envolvimento na morte. Além disso, as autoridades descobriram mensagens importantes entre a babá e a mãe de Henry, falando sobre as agressões de Jairinho Leia Mais.

Da Redação do Acontece na Bahia

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