Pai do menino Henry presta homenagem ao filho e eterniza seu rosto em uma tatuagem

Uma notícia tem causado grande comoção entre os internautas ainda nesta sexta-feira (7). Isso, porque o engenheiro Leniel Borel, pai de Henry Borel, de 4 anos, morto em março, fez uma linda homenagem ao filho.

O engenheiro eternizou o rosto do filho com uma tatuagem em um dos braços. “Amigos, queria agradecer aqui o Gustavo Tattoo[tatuador]. Ele está eternizando o meu filho aqui no meu braço. Está sendo uma homenagem muito especial para mim conseguir para sempre colocar meu filho aqui para estar sempre do meu lado”, disse em um post na internet.

Prisão preventiva de Jairinho e Monique

Nesta sexta (7), a juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, decretou a prisão preventiva do Dr Jairinho, e de Monique Medeiros, ambos suspeitos da morte do menino. Agora o casal é réu pela morte da criança.

Caso a prisão preventiva não tivesse sido decretada, tanto Jairinho quanto Monique poderiam ser soltos neste sábado (8), quando o prazo de suas prisões temporárias chegaria ao final.

Em nota, os advogados de defesa da mãe de Henry afirmaram: “A verdade ficará esclarecida no curso da ação penal. A prisão preventiva de Monique é injusta e desnecessária. A verdade prevalecerá.”

A polícia concluiu o inquérito, nesta terça-feira (4), que apurava a morte de Henry Borel Medeiros, acontecida no dia 8 de março. Para a polícia, o menino morreu por conta de agressões do padrasto, o vereador Dr Jairinho, e pela omissão da mãe, Monique Medeiros. Ambos estão presos.

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Novo caso: Dr. Jairinho é indiciado em crime envolvendo a filha de ex-namorada

O caso do vereador Dr. Jairinho recebe mais um capítulo nesta sexta-feira (30) quando o Ministério Público, juntamente à Polícia Civil, detalhou, em coletiva de imprensa, a conclusão de um inquérito onde o vereador era investigado por cometer supostas agressões contra a filha de uma ex-namorada.

AS investigações iniciaram na 16ª DP (Barra da Tijuca), onde ainda são apuradas as circunstancias que envolvem a morte do menino Henry Borel. No entanto, o trabalho foi transferido à Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) por se tratar um inquérito diferente.

Os delegados Felipe Curi, diretor do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), e Adriano Marcelo França, titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), bem como a promotora do caso, Elisa Fraga, falaram sobre as investigações.

“Essa investigação surgiu no bojo do caso Henry. A responsável legal por uma criança, que entre os anos de 2010 e 2013, sofreu agressão comprovada pela investigação. A época, essa criança tinha entre 3 e 5 anos. Essa criança sofreu uma série de violências e até tortura”, disse o delegado Felipe Curi.

“Por medo, ela acabou não denunciando. Com o caso do Henry, ela criou coragem e acabou denunciando. Esse caso não tem nada a ver com o caso Henry, mas surgiu no bojo da investigação. Esse caso serve para corroborar o perfil violência do Dr. Jairinho contra menores filhos das pessoas que ele tem relacionamento amoroso. Isso ficou comprovado na investigação que foi concluída e na investigação que está em andamento”, disse o delegado Curi.

Indiciado por crime de tortura

Os investigadores afirmaram que haviam conseguido provas documentais a partir dos relatórios médicos de hospitais para os quais as crianças foram levadas, tanto a menina quanto o menino, na época das agressões entre 2010 e 2013.

“Essa criança narrou e confirmou as agressões cometidas pelo indiciado, conhecido pelo nome político de Jairinho. Toda versão apresentada por Dr. Jairinho foi derrubada pelas provas documentais e pelo depoimento”, explicou o delegado Adriano Marcelo França.

“Em determinados momentos ele diz não estar com determinadas crianças e em determinados locais. Porém, fotos mostram o contrário. A mãe dessa criança não foi indiciada. O crime aqui é de tortura majorada, por ser criança e por um período de dois anos”, disse Adriano.

Os delegados contaram que a criança tinha pavor e pânico ao ver o carro de Jairinho.

“A figura do doutor Jairinho trazia lembranças das agressões. Ela ficava segurando na perna da avó para não ir ao encontro do Dr. Jairinho. Quando se identificaram a ânsia de vômito e o pânico da criança, foi afastada do convívio. A criança foi praticamente criada pela avó por questões familiares”, contou.

Os delegados explicaram que a mãe da menina não será indiciada na investigação pois é tratada como vítima de violência doméstica praticada por Dr. Jairinho. O vereador vai responder por crime de tortura majorada pelas agressões cometidas contra a filha da ex-namorada, e foi pedida a sua prisão preventiva.

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Mãe de Henry Borel afirma ter mentido em depoimento e diz que não encontrou o menino já sem vida

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (21). Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, afirmou que mentiu quando prestou seu primeiro depoimento à polícia. Na primeira versão apresentada por Monique, ela contou a polícia que encontrou Henry caído da cama, de madrugada, depois de dormir com o vereador Dr. Jairinho no quarto de hóspedes. As informações foram passadas pela coluna de Juliana Dal Piva, do UOL.

Monique Medeiros tem apresentado atualmente a versão de que não foi ela a pessoa que encontrou Henry caído no chão do quarto do casal na madrugada do dia 8 de março, quando o menino morreu. A mãe de Henry teria falado que foi persuadida por Jairinho a criar uma história que‘’Seria melhor até para ela’’.

Leniel Borel, pai de Henry Borel, teria comentado esta divergência nos depoimentos prestados à polícia por Jairinho e Monique. Segundo ele, quando estava no hospital Barra D’Or, onde Henry foi encaminhado e chegou sem vida, teria escutado de Monique que Jairinho estava ao lado do menino quando ela entrou no quarto do casal e encontrou o filho no chão.

Monique Medeiros está presa desde o dia 8 de abril e é investigada pela pela morte de Henry Borel. Dr. Jairinho também está preso suspeito de ter cometido o crime.

Da redação do Acontece na Bahia

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Caso Henry : Outras três crianças podem ter sofrido agressões de Dr. Jairinho

Após o vereador Dr.jairinho e a Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, serem presos. Os depoimentos de testemunhas tem sido frequentes, ao todo, soma se cerca de mais de 20 testemunhas. Neste sábado (17), a polícia civil do Rio de Janeiro, tem buscado mais informações sobre outros casos de agressões contra crianças, que foram deferidas pelo político.

A defesa do vereador negava as acusações, entretanto, após desentendimento, o advogado de defesa de Dr. jairinho, deixou o caso. 

De acordo com o portal de notícias Metrópoles, antes da morte da criança de quatro anos, o parlamentar torturava constantemente o enteado. E a polícia pode comprovar, através dos prints das mensagens encontradas no celular da babá do menino Henry Borel.

A babá narrou em tempo real, todas as atrocidades que o político estava fazendo contra a criança. Em depoimento, outra funcionária que trabalhava na casa, também precenciou a sessão de tortura que Henry havia sofrido, e relatou a polícia o momento em que a criança sai do quarto mancando, após ter passado momento horríveis com seu padrasto.

Segundo o Diretor do Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC), Anenor Lopes, a prisão do casal, condenados pela morte de Henry Borel, foi crucial para que outras testemunhas comparecerem para depor no Departamento de Polícia, Barra da Tijuca. conforme informou, Metrópoles.

“Foi muito importante o pedido de prisão temporária feito pela delegado Henrique Damasceno à Justiça, porque, após as prisões do casal, as testemunhas vêm comparecendo e apresentando, sim, novas versões, trazendo temores e corrigindo seus depoimentos. E, agora, desta vez, trazem fatos que comprovam aquela linha de homicídio duplamente qualificado”, informou o Direto.

 

Da Redação do Acontece na Bahia.

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