Repescagem para sacar “dinheiro esquecido” termina no sábado de hoje: “Mais de 20 milhões”

O Banco Central divulgou mais uma repescagem do site Valores a Receber. Nesta nova etapa, o agendamento também ocorrerá de forma escalonada conforme a data de nascimento ou a data de abertura da empresa. Mas, desta vez, cada grupo terá um dia inteiro para realizar o agendamento, e não somente um turno, como ocorreu no ciclo anterior.

Depois da conclusão desse novo ciclo de agendamento, o sistema de consulta vai passar por reformulação de 17 de abril a 1º de maio. As consultas serão retomadas em 2 de maio, na abertura da segunda fase do programa, que incluirá mais fontes de recursos esquecidos no sistema financeiro.

Na segunda etapa, a previsão é que sejam liberados R$ 4,1 bilhões em recursos esquecidos provenientes de cobranças indevidas de tarifas ou obrigações de crédito não previstas em termo de compromisso; contas de pagamento pré-pagas e pós-pagas encerradas e com saldo disponível; contas encerradas em corretoras e distribuidoras de títulos e de valores mobiliários; e as demais situações que resultem em valores a serem devolvidos reconhecidas pelas instituições financeiras.

Como verificar se tem recurso
Para verificar se existem valores a receber, o cidadão precisa acessar o sistema e informar o CPF e a data de nascimento, para pessoa física, ou o CNPJ e a data de abertura da empresa, para pessoa jurídica.

Caso tenha valores a receber, no momento da consulta o sistema informa a data e o período para consultar e solicitar o resgate do saldo existente.

Um dos requisitos para solicitar o resgate é ter cadastro no sistema gov.br, plataforma do governo federal que centraliza centenas de serviços pela internet, nos níveis ouro ou prata. O cliente deverá informar uma chave Pix da sua conta bancária. Nos casos em que a instituição financeira não tenha aderido a um termo específico com o Banco Central, será preciso informar os dados de contato no sistema e o meio de pagamento ou de transferência.

Os valores solicitados por usuários que indicaram a chave Pix devem ser devolvidos pelas instituições em até 12 dias úteis.

Segundo o Banco Central, até o dia 24 de março foram 2.852.109 solicitações de resgate, entre pessoas físicas e empresas. Os valores dessas solicitações chegam a R$ 245,8 milhões. Nesta primeira fase, estão sendo liberados R$ 3,9 bilhões esquecidos em instituições financeiras.

Entenda os níveis do sistema gov.br
O sistema gov.br é uma plataforma de unificação dos canais digitais do governo federal. Por meio de login com CPF e senha, a pessoa tem acesso a centenas de serviços e documentos. Os níveis dependem do grau de validação dos dados do cidadão.

Quanto maior a segurança da validação dos dados do usuário, em bases da Justiça Eleitoral ou via certificado digital, por exemplo, maior o nível da conta.

Nível Bronze: é a primeira conta criada pelo usuário com o preenchimento do cadastro via formulário online para validação dos dados na Receita Federal ou INSS.

Nível Prata: quando o usuário faz o reconhecimento facial pelo aplicativo gov.br para conferência da sua foto nas bases da CNH (Carteira de Habilitação) pelo Senatran ou realiza a validação dos seus dados via internet banking de um banco credenciado.

Nível Ouro: quando a pessoa faz o reconhecimento facial pelo aplicativo gov.br para conferência da sua foto nas bases da Justiça Eleitoral (TSE) ou faz a validação dos seus dados com certificado digital compatível com ICP-Brasil.

Do portal Record

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Novo site do Banco Central disponibiliza consulta para “valores esquecidos” em instituições financeiras

Muita gente ainda não verificou se tem algum valor esquecido nas instituições financeiras

O Banco Central divulgou um novo portal para que a população possa consultar possíveis valores esquecidos em instituições financeiras. Recentemente uma grande quantidade de pessoas reclamaram que não estavam conseguindo concluir o procedimento, então o órgão colocou um novo sistema no ar, que funciona de maneira simples e direta. Mas como fazer isso? A gente te ensina!

O cidadão, pessoa física, ou a empresa, pessoa jurídica, precisa apenas preencher duas informações solicitadas no portal. Caso tenha valores a receber, o usuário será informado em qual data ou período poderá consultar e solicitar o resgate do saldo. Para ver se tem algum valor esquecido, basta acessar o endereço valoresareceber.bcb.gov.br

Da Redação do Acontece na Bahia

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Menino vendedor de trufas perde mercadoria após receber nota de R$100 falsa: “Olho dele encheu de lágrima”

Os desdobramentos de uma história voltaram a comover o povo nesta segunda-feira (31)

O segurança do mercado que ajudou o adolescente de 13 anos após uma mulher comprar todos os doces do menino com nota falsa de R$ 100 afirmou ao G1 que se comoveu ao ver a situação do menor, em Jundiaí (SP). Sandro Moraes diz que trabalhava no estabelecimento, quando a criança apareceu e perguntou se poderia informar se a nota era falsa.

“Na hora que peguei já vi que era. Era uma falsificação muito grosseira. Era a mesma coisa de ter colocado numa impressora e feito uma cópia. Ele deve ter ficado feliz com a venda e não percebeu”, diz.

O caso ocorreu no fim de semana, mas só na quinta-feira (27) que o adolescente, que costuma vender doces em um semáforo na região do Retiro, percebeu que o dinheiro era falsificado ao pedir ajuda no mercado.

Sandro ainda conta que, após o menino pedir ajuda, ele levou a cédula para o fiscal e fizeram testes. Muitos elementos, como a marca d’água, não existiam. A tristeza do menino chamou atenção do funcionário.

“Por dentro era um papel branco. O olho dele encheu de lágrima e ficou o sentimento de impotência. Coloquei a história nas redes sociais para as pessoas ajudarem.”

Ainda no mercado, o adolescente quis deixar a nota como exemplo para que as funcionárias do caixa não caíssem também no golpe.

“Foi honesto, não agiu de má-fé e ainda quis ajudar o pessoal. Acredito que a pessoa que repassou será difícil achar, mas, quando colocar a cabeça no travesseiro, vai bater a consciência”, afirma Sandro.

Nota rasgada

O G1 localizou a mãe do jovem, que não quis se identificar. A mulher contou que o filho costuma comprar doces para revender e ter uma renda extra própria. No entanto, ela se assustou ao vê-lo em uma foto segurando uma cédula nas redes sociais. A imagem foi registrada depois que o garoto foi a um supermercado na região e pediu ajuda para identificar a veracidade.

“Ele já pegou algumas outras vezes e rasgamos quando percebemos que tinha algo errado. Também não posso afirmar que a motorista tenha feito isso de maldade, porque ela também pode não ter percebido”, disse a mãe.

Segundo ela, o adolescente estuda em uma escola da região e no tempo vago gosta de vender os doces nas ruas. Não foi registrado boletim de ocorrência sobre a nota dada ao menino.

“Eu sempre sei onde meu filho está e às vezes ele compra alguns alimentos para a casa com o dinheirinho dele”, ressaltou.

Segundo a Prefeitura de Jundiaí, a comercialização de mercadorias nos semáforos é proibida. A Lei nº 4.385/1994 não prevê possibilidade de autorização para esses locais. A fiscalização nos pontos de semáforos é realizada pela Guarda Municipal, conforme Lei nº 9.299/2019.

“A Guarda Municipal de Jundiaí apoia os fiscais do comércio da Prefeitura de Jundiaí sempre que solicitada, ou de forma isolada amparada pela Lei 9.299 de 14 de outubro de 2019 Art. 1º inciso X, que confere à Guarda Municipal de Jundiaí o poder de fiscalização e apreensão de produtos que estejam sendo vendidos de forma ilegal no município de Jundiaí. Em casos em que crianças são flagradas efetuando a venda de produtos, a Guarda Municipal aciona o Conselho Tutelar da área correspondente que tem a competência legal para tomar as providências em casos de desrespeito aos Direitos Fundamentais das Crianças e Adolescentes.”

No período de 1 de janeiro até 27 de maio de 2021, a Guarda Municipal de Jundiaí efetuou 250 ações referentes a vendas de mercadorias ilegais dentro do município, não apenas nas vias onde estão instalados os semáforos.

Com textos e informações do portal Globo

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Novo Auxílio de R$600 para jovens é citado em programa do governo: “Queremos que seja de pelo menos um ano”

Uma nova proposta de programa social aliada à qualificação de mão de obra foi anunciada pelo governo e  está repercutindo nesta quinta-feira (27). A partir desse projeto, jovens poderão ter a oportunidade de receber um auxílio de R$ 600.

Agência Brasil – O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na última terça-feira (26) que o governo federal deve lançar, em breve, um novo programa de incentivo à qualificação da mão de obra. Segundo o ministro, o objetivo é preparar jovens para o mercado de trabalho formal, permitindo que eles recebam uma ajuda de custo de R$ 600 para trabalhar e, assim, conquistar uma profissão.

“Estamos lançando um olhar justamente para evitar o que, no mercado de trabalho, se chama de Efeito Cicatriz”, disse o ministro, se referindo ao termo usado por especialistas para explicar os prejuízos à evolução profissional que costumam afetar quem ingressa de forma precária no primeiro emprego.

De acordo com o ministro, a proposta do Ministério da Economia é, por meio da parceria com empresas interessadas, pagar R$ 600 aos beneficiários do programa. Metade do valor será pago pelo governo, metade pelos empregadores, que também teriam que oferecer meios de capacitar esta mão de obra.

“A ideia básica é que o governo pague R$ 300 e as empresas mais R$ 300. Ou seja, as empresas pagarão para para treinar [os jovens], que serão qualificadas para desempenhar o que, depois, serão seus empregos”, comentou Guedes, explicando que a iniciativa só não foi lançada ainda por questões orçamentárias.

“Temos os recursos para este ano, mas queremos que seja um contrato de [trabalho de] pelo menos um ano. Então, em vez de lançar um contrato de seis meses [só até o fim deste ano], estamos tentando obter fontes [de recursos financeiros] para que o jovem fique coberto por este programa de treinamento no trabalho por pelo menos um ano”, disse Guedes, assegurando que o ministério já vem conversando sobre a iniciativa com algumas “importantes empresas”.

Essas medidas já vêm sendo anunciadas pela equipe econômica há alguns meses, embora sem detalhamentos. Já no começo de maio, Guedes disse que o Bônus de Inclusão Produtiva (BIP) e o Bônus de Incentivo à Qualificação da Mão de Obra (BIQ) protegerão os chamados “cidadãos invisíveis”, que não estão cobertos nem pelo programa Bolsa Família, nem pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC). Discurso que ele repetiu hoje, ao anunciar os resultados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) relativos ao mês de abril.

“Protegemos os ‘invisíveis’ com o auxílio emergencial. Agora, com nossas políticas de emprego, precisamos cuidar dos milhões de brasileiros que não conseguiram [ingressar] no mercado formal de trabalho”, acrescentou o ministro.

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