O ministro do STF, Fachin, rejeita pedido de abertura de inquérito contra Toffoli, por delação de Cabral

Uma notícia tem repercutido nas mídias sociais nesta sexta-feira (14). Isso, porque o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido da Policia Federal para que a corte abrisse um inquérito contra o ministro Dias Toffoli.

Após ter sido acusado, em delação premiada do ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral, de supostamente receber recursos ilegais em troca de sentenças. Em decisão lida pela Reuters, Fachin citou o parecer da Procuradoria-Geral da República que era contrário à abertura da investigação e também questionava a legitimidade de a PF ter firmado uma delação com Cabral.

O ministro do STF ainda determinou que a PF se “abstenha de tomar qualquer providência ou promover qualquer diligência direta ou indiretamente inserida ou em conexão ao âmbito da colaboração premiada em tela” até o julgamento no plenário virtual entre os dias 21 e 28 de maio sobre o acordo de colaboração do ex-governador fluminense.

Em nota na terça, o ministro Dias Toffoli havia declarado, por meio da assessoria, não ter conhecimento dos fatos mencionados e disse que jamais recebeu os supostos valores ilegais.

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Após depoimento de Sérgio Cabral, ex-secretário do RJ nega pagamento ao ministro Dias Toffoli e dispara : “tenta se safar de suas responsabilidades”

Após depoimento de Sérgio Cabral, ex-secretário do RJ nega pagamento ao ministro Dias Toffoli e dispara : "tenta se safar de suas responsabilidades"

Uma notícia está sendo muito comentada nesta semana.Após o ex-governador, Sérgio Cabral, fazer suas declarações, o ex-secretário de Obras do Rio de Janeiro, declarou, nesta quinta-feira (13) que nunca realizou qualquer tipo de pagamento ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.

Segundo o portal R7, Sérgio Cabral teria afirmado durante uma delação premiada que o ministro Toffoli teria recebido R$ 4 milhões para “aliviar a barra” de dois ex-prefeitos da capital em processos do Tribunal Superior Eleitoral  O ex governador sofreu mais de 13 ações penais, e está preso desde novembro de 2016. Ao total a sua pena chega a mais de 280 anos de reclusão.

“Esclarecemos que jamais chegou sequer ao conhecimento de Hudson Braga o fornecimento de qualquer vantagem para o ministro Dias Toffoli, ou a outra pessoa que o representasse”, informou a nota, assinada pelo advogado Roberto Pagliuso

“Cabral tenta se safar de suas responsabilidades alterando suas estratégias, ora negou os fatos, ora adotou manobras processuais e depois de ver a consolidação de suas penas, resolveu, por desespero, criar fatos para viabilizar sua colaboração premiada”.

Nunca teve qualquer apreço pela verdade, nunca produziu qualquer prova de suas alegações mentirosas. Hudson Braga segue acreditando na Justiça” concluiu.

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Em delação premiada, ex-governador do Rio de Janeiro acusa ministro do STF de ter recebido R$ 3 milhões para mudar voto

Uma notícia tem sido destaque nesta quinta-feira (13). Isso, porque de acordo com a delação do ex-governador do Rio de Janeiro, o ministro do supremo, Dias Toffoli, teria recebido dinheiro para alterar seu voto no STF.

Segundo o Ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, relatou em sua delação premiada que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, teria recebido R$ 3 milhões para alterar voto e R$ 1 milhão para conceder liminar a dois prefeitos fluminenses que apresentaram recursos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra cassação dos seus mandatos.

Segundo a revista “Crusoé”, que teve acesso a delação de Cabral, o ex-governador acusa Toffoli de “venda de decisões judiciais”. Foi com base na denuncia de Cabral que o delegado Bernardo Guidali, da Policia Federal (PF), pediu instauração de inquérito para investigar o ministro do STF.

Em 2015, o TSE rejeitou, por 4 a 3, o recurso do prefeito de Volta Redonda, Antônio Francisco Neto (DEM), contra a cassação do mandato por propaganda irregular em 2012. De acordo com Cabral, Toffoli teria recebido os R$ 3 milhões para reverter a cassação, mudando o voto no julgamento de embargos de declaração que a defesa do democrata ajuizou na Corte como último recurso. O novo julgamento ocorreu dois meses depois, e o placar foi revertido a favor do prefeito de Volta Redonda, por 4 a 3.

Cabral afirmou que o pagamento foi operacionalizado pela estrutura de recursos ilícitos do então governador Luiz Fernando Pezão, que era coordenada pelo secretário de Obras Hudson Braga.

Em outro caso, o ex-governador disse que a mesma estrutura foi utilizada para pagar R$ 1 milhão ao ministro para concessão de uma liminar para a ex-prefeita de Bom Jesus de Itabapoana Branca Motta, em 2014. O pagamento teria sido feito por meio de uma advogada sócia do escritório de advocacia da esposa de Toffoli, Roberta Rangel.

O ministro do STF nega ter recebido qualquer recurso ilícito.

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Polícia Federal pede ao Supremo Tribunal Federal abertura de inquérito para investigar o ministro DiasToffoli

 

Uma notícia tem sido destaque nesta semana. Isso porque o ministro Dias Toffoli pode ser investigado pela Polícia Federal, caso o Supremo Tribunal Federal, aceite o pedido de abertura de inquérito acionado pela Corporação.

 

Segundo o portal R7, o ex-governador do Rio de janeiro Sérgio Cabral, teria acusado o ministro Toffoli de ter recebido R$ 4 milhões para “aliviar a barra” de dois ex-prefeitos da capital em processos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Ainda de acordo com o portal, Sérgio Cabral teria feito a acusação durante a delação. O ex-governador está cumprindo pena no Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste da capital fluminense. Ele foi preso em 17 de novembro de 2016 pela Polícia Federal.

Em defesa, por meio da assessoria, o ministro Dias Toffoli, informou que além de não ter conhecimento sobre as situações comentadas, jamais recebeu os supostos valores ilicitos. Toffoli também declarou que nunca houve qualquer decisão durante o exercício de suas funções para favorecer qualquer pessoa.

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