Jovem mãe de quatro filhos que foi morta no DF, vinha recebendo ameaças há um ano

Uma triste notícia tem repercutido nas redes sociais neste domingo (25). A jovem Thatiele da Cruz Ferreira, de25  assassinada a tiros na manhã desse sábado (24).  vinha sendo ameaçada há 01 ano, segundo as informações dadas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), obtidas por meio de depoimento da irmã da vítima. A vítima foi morta por volta de 11h próximo ao Restaurante Comunitário de Sobradinho II, na Quadra 8, Conjunto 12, do Setor Oeste da cidade.

De acordo com informações, Thatiele era solteira e mãe de quatro filhos que eram criados por uma irmã dela, Tatiane da Cruz Ferreira, que foi até a polícia prestar esclarecimentos. À polícia, Tatiane disse que na noite de sexta-feira (23), a vítima dormiu em sua casa. Informou ainda que ela saiu de casa por volta de 11h e foi encontrada sem vida próximo da casa de Tatiane.

Em depoimento, Tatiane informou que sua irmã “não tinha responsabilidade com os filhos, visto que sempre esteve envolvida com pessoas de má índole”. Disse ainda que sabia que sua irmã vinha sendo ameaçada, porém não tinha informações sobre os autores. Tatiane contou que Thatiele foi testemunha de uma tentativa de homicídio e que seu testemunho desagradou os envolvidos que começaram a ameaçá-la. Este foi o motivo, segundo um familiar, de a vítima estar sem endereço fixo. Há alguns dias Thatiele havia dito na casa da irmã que “estava lascada e ferrada”, sem explicar o motivo.

A PCDF analisa os antecedentes criminais da vítima pois segundo Tatiane, no ano passado Thatiele foi presa preventivamente mas não deu detalhes sobre o motivo. O crime é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal por meio da 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II) que trabalha inicialmente com a possibilidade de homicídio.

Da Redação do Acontece na Bahia

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“Matava e Bebia”: Vampiro do Itapoã é condenado a vinte e um anos de prisão por crime em 2019

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (14). Eduardo de Araújo da Conceição, conhecido como o “Vampiro de Itapõa”, juntamente a Francisco das Chagas Araújo da Conceição e Hilcimar Lopes da Silva, receberam hoje a condenação pelo assassinato de Heraldo José Carvalho, de 43 anos. O caso aconteceu em Paranoá, região do Distrito Federal, em 2019.

Entenda o caso: Em maio daquele ano, o “Vampiro” havia contratado os serviços de Heraldo para construir uma cerca no lote em que morava, em Itapoã. Heraldo, por sua vez, recebeu o pagamento adiantado em duas pedras de crack, porém, não realizou o trabalho e consumiu as drogas.

Dias depois, o “vampiro”, juntamente com Franscisco, Hilcimar e um adolescente ( cuja identidade não foi revelada), encontraram Heraldo e cobrou pelos serviços. A vítima respondeu que não poderia realizar naquele momento. Assim, Eduardo mandou que o adolescente o matasse, e, com auxilio de Francisco, o adolescente atingiu Heraldo com um barra de ferro na cabeça. Os dois, por ordem de Eduardo, além de matar, esconderam o cadáver, o lançando em uma manilha de esgoto.

Apesar de presos desde maio de 2019, hoje os três homens tiveram a sua condenação definida: 21 anos e 5 meses para Eduardo, 13 anos para Francisco e 16 anos para Hilcimar. O “Vampiro” é suspeito de matar e beber o sangue de Heraldo. No entanto, o apelido de vampiro vinha de antes da morte de Heraldo. Ele é conhecido na cidade por matar animais para beber o sangue. Após o homicídio, a polícia foi até a sua casa e encontrou vísceras e restos de animais.

Eduardo estava em liberdade provisória desde 2017 e foi preso em 2019 pelo crime. A condenação foi por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e emprego de meio cruel) e ocultação de cadáver.

 

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

 

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