Polícia do Rio de Janeiro afirma que o três meninos desaparecidos em Belford Roxo podem estar mortos

Uma notícia está sendo destaque nesta quinta-feira (19). Isso porque pela primeira vez, a polícia afirma que os três meninos desaparecidos desde dezembro do ano passado em Belford Roxo estão mortos. A declaração foi feita pelo delegado titular da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, Uriel Alcântara.

A investigação se estendeu durante todo esse tempo e segundo a polícia, é uma investigação complicada porque além de faltar testemunhas, a área onde aconteceu o crime é de difícil acesso.

Os meninos teriam sido mortos por vingança e a principal suspeita é de que foi motivado peolo roubo de uma gaiola de passarinho de um parente de um dos traficantes.

Depois de muita pressão dos familiares, operações foram realizadas e chegaram a encontrar uma ossada, mas era de um animal.

As vítimas são o Lucas Matheus, de 9 anos, Alexandre Silva, de 11, e Fernando Henrique, de 12. Os três tinham saído de casa para brincar e não voltaram mais.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Mãe e filha desaparecidas foram obrigadas a cavar as próprias covas, diz irmã

Neste domingo (7), a história de uma família voltou a repercutir nas redes. Isso porque história que chocou o Brasil ganhou novas informações.

Após meses desaparecidas, Cristiane Arena, de 34 anos, e a filha dela Karoline Vitória, de 9 anos, foram encontradas enterradas na própria casa onde viviam. As autoridades receberam, da própria filha mais velha de Cristiane, de 16 anos, informações que levaram aos corpos da mãe e da irmã. Então, constatou-se também que essa adolescente também teria participação nas mortes. Além disso, a jovem estaria num relacionamento com o padrasto, que é o principal suspeito no caso. Agora, as autoridades receberam um depoimento da irmã de Cristiane.

Segundo essa irmã, as vítimas foram obrigadas a cavar as próprias covas:

“A minha irmã cavou a própria sepultura. À meia-noite, a minha irmã cavou a sepultura dela, arrancou toda a terra, jogou tudo lá pra frente. Bateu massa, concreto, nesse dia. No outro dia, a minha irmã não bateu massa. Quem bateu massa pra ajudar a preencher o buraco foi a filha”

Alguns vizinhos haviam alertado o pai de Cristiane sobre o sumiço da filha  e da neta, pois só viam a filha adolescente de 16 anos e marido de Cristiane. Para a família, as duas estavam sob cárcere de privado.

Cristiane foi morta há meses com facadas e a criança de 9 anos com uma pancada na cabeça. Cristiane estava enterrada em uma cova de 1,5m e para encontra-la foi preciso uma retroescavadeira.

Da Redação do Acontece na Bahia

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