Monique Medeiros planejou casar e ter filho com Jairinho após morte de Henry, diz assessora

A morte do garoto Henry Borel, em 8 de março deste ano, não foi suficiente para interromper os projetos para o futuro da professora Monique Medeiros e do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho. Detalhes do relacionamento do ex-casal foram revelados nessa terça-feira (14), pela assessora da família de Jairinho há 30 anos, Cristiane Isidoro, em seu depoimento no 2º Tribunal do Júri.

“Inclusive um dia, dentro do carro, Monique disse para o Jairinho: ‘Amor, você vai reverter a vasectomia e vamos nos casar”, contou Cristiane ao promotor Fábio Vieira. A conversa aconteceu após a morte do garoto de 4 anos e antes do ex-casal ser preso, o que aconteceu em abril deste ano.

Após a fala da assessora, o advogado Igor Carvalho, que representa o engenheiro Leniel Borel, assistente de acusação do Ministério Público, questionou Cristiane Isidoro sobre o comportamento de Monique Medeiros.

Estávamos no carro, indo para a casa do advogado [André França Barreto], no Leblon, quando ela, carinhosamente, passa a mão no braço dele e verbaliza: ‘Amor, você vai reverter a vasectomia e vamos nos casar’. Jairinho responde: ‘Vamos, sim, amor’. E depois ela ainda diz: ‘E vai ser no papel”, afirmou a assessora.

Cristiane Isidoro revelou que o deputado estadual Coronel Jairo (SDD), pai de Jairinho, foi seu primeiro patrão, quando ela tinha 15 anos. A assessora foi a quinta testemunha a ser ouvida na segunda audiência sobre o caso.

Da redação do Acontece na Bahia

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Caseiro revela como fazendeiro teria ajudado a esconder o fugitivo Lázaro Barbosa

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste domingo (27). O caseiro preso pela polícia revelou detalhes de como o fugitivo Lázaro Barbosa, 32 anos, foi ajudado pelo dono da chácara a se esconder das buscas feitas pela força-tarefa, em Cocalzinho de Goiás. Informou ainda que viu o fugitivo diversas vezes na propriedade portando uma espingarda e usando um celular. A defesa do caseiro e do fazendeiro afirma que eles não ofereceram ajuda a Lázaro.

A polícia prendeu os dois acusados nessa quinta-feira (24), mas a justiça libertou o caseiro provisoriamente no dia posterior, após audiência de custódia. Segundo informou o advogado do caseiro, o seu cliente foi levado para outro local com o objetivo de protegê-lo, já que há o temor de que ele seja linchado. Já o advogado do dono da chácara informou que o seu cliente não conhece Lázaro e que o depoimento do caseiro é mentiroso.

O fugitivo Lázaro Barbosa está sendo procurado por uma força-tarefa composta por mais de 270 homens após cometer uma chacina em Ceilândia, DF, onde vitimou quatro pessoas da mesma família. As investigações apontam que o fugitivo tem se escondido na região de mata de Cocalzinho de Goiás e as buscas continuam com o intuito de encontrar o suspeito

O caseiro disse que Lázaro fazia as três refeições diárias na fazenda. Disse ainda em depoimento nessa quinta-feira (24), que notou a falta de leite na geladeira e a presença de copos sujos na pia sendo que o fazendeiro e ele não dormiam no local. O caseiro informou que ouvia o fazendeiro chamar por Lázaro quando estava no horário de almoço e percebeu que estavam sendo preparadas quantidades maiores de comida.

“Vem almoçar Lázaro”, gritava o fazendeiro em direção à mata, de acordo com o caseiro. Informou ainda que o patrão gritava em direção ao mato, antes de saírem:‘‘A porta vai ficar aberta’’, contou o caseiro afirmando que Lázaro estava dormindo na fazenda há pelo menos cinco dias.

De acordo com o caseiro, quando a polícia estava na região Lázaro se escondia em um depósito da chácara. Segundo ele, nesse depósito ficavam uma maquina de cortar grama e outros equipamentos. Quando os policiais chegaram na fazenda e prenderam os dois, Lázaro percebeu a presença dos agentes e se escondeu neste depósito, de acordo com o caseiro. Ainda de acordo com o caseiro, Lázaro estava no local e mandou que ele saísse da fazenda e não avisasse sobre sua presença ali sob ameaça de ser morto.

Segundo o caseiro, Lázaro dormiu na chácara entre os dias 18 e 23 de junho, e afirmou que nem o patrão e nem ele dormiam no local. Disse ainda que o fazendeiro deu ordens para que as portas ficassem destrancadas assim que os dois deixassem o local. Mas não é só isso…

O dono da chácara teria impedido a entrada dos agentes policiais do Comando de Operação de Divisas da Polícia Militar (COD), no dia 23 de junho. De acordo com a defesa do dono da fazenda, a proibição aconteceu por que segundo seu cliente os agentes deixam as portas abertas quando saem das localidades e isso ocasiona a fuga dos animais. Segundo o caseiro que trabalhava no local há 21 dias, houve a determinação do fazendeiro para que não deixasse a polícia entrar.

Em depoimento, um major do COD confirmou que a equipe não foi autorizada a entrar na fazenda e que também foi tratada com desrespeito pelo fazendeiro. O major contou ainda que o caseiro revelou uma relação próxima entre o fazendeiro e a família de Lázaro. O fazendeiro teria ajudado financeiramente a família de Lázaro quando o irmão do fugitivo morreu. A mãe e o tio de Lázaro já trabalharam para o fazendeiro naquela localidade.

Da redação do Acontece na Bahia

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CPI: Pazuello causa revolta em senadores ao afirmar que faltou oxigênio em Manaus apenas 3 dias

O depoimento do Ex-ministro, Eduardo Pazuello, à CPI da Covid tem causado uma grande movimentação na política brasileira, nesta quarta-feira (19). Um dos assuntos, a falta de oxigênio em Manaus, acarretou revolta entre os senadores na comissão.

O ex-ministro da Saúde afirmou à CPI da Covid, nesta quarta-feira (19) que o estoque de oxigênio hospitalar em Manaus ficou negativo durante três dias em janeiro. Fala essa, que gerou revolta dos senadores na comissão. Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou que o ex-ministro estava mentindo e que a carência do insumo durou mais.

“Quando a gente observa os mapas, a gente vê que a White Martins [empresa fornecedora de oxigênio] começa a consumir seus estoques já no fim de dezembro. Então ela tem um consumo, uma demanda, e começa a entrar no negativo, e esse estoque vai se encerrar no dia 13 [de janeiro], quando acontece uma queda de 20% na demanda e no consumo do estado. No dia 15, já voltou a ser positivo o estoque de Manaus”, afirmou Pazuello.

Neste momento, Braga interrompeu para dizer que a informação passada pelo ministro estava errada.

“Informação errada, mentirosa. Não faltou oxigênio no Amazonas apenas 3 dias. Faltou oxigênio na cidade de Manaus por mais de 20 dias. É só ver o número de mortos. É só ver o desespero”, interveio o senador.

Pazuello respondeu: “Não são os dados que estão comigo”.

Eduardo Braga relembrou, ainda, que as mortes por falta de oxigênio em Manaus ocorreram por várias

“Não, ministro, desculpe. Nós tivemos pico de mortes por oxigênio em Manaus no dia 30 de janeiro. Antes, ficamos dependendo da ajuda do [ator] Paulo Gustavo, do [cantor] Gustavo Lima. Vamos parar de ficar dizendo que foram 3 dias de falta de oxigênio”, disse o senador.

Braga também criticou o fato de o governo não ter enviado, no auge da crise, um avião para buscar oxigênio doado pela Venezuela.

“Eu só quero complementar que do dia 10 ao 20 de janeiro, quando chegou o avião da Venezuela, passaram-se dez dias morrendo em média duzentas pessoas por dia no Amazonas. Foram 2.000 amazonenses que morreram. Nós poderíamos ter colocado aquele oxigênio. E quero dizer o seguinte: faltou dinheiro do governo do estado para fazer isso? Não. Faltou vontade política do governo federal em fazer isso? E por que não fez? Por que não deu as informações ao ministro Ernesto Araújo para que o avião dos Estados Unidos pudesse ter ido à Venezuela buscar o oxigênio e levar para o Amazonas para salvar vidas?”, concluiu Braga.

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“Presidente nunca me obrigou a fazer nada” afirma ex-minsitro da Saúde, Pazuello durante o seu depoimento na CPI da Covid

Uma notícia está sendo destaque nesta semana. Isso porque durante a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito, que está ocorrendo nesta quarta-feira (19), o ex-ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, afirmou durante o seu depoimento como testemunha que nunca sofreu qualquer tipo de pressão por parte do presidente da república, Jair Bolsonaro (Sem partido).

“Não havia discussão de disconvergência nenhuma [sic]. Com relação a nada. Em momento algum, o presidente me orientou ou me encaminhou ou me deu ordem para fazer nada diferente do que eu tava fazendo [sic]. As minhas posições nunca foram contrapostas pelo presidente” disse general Pazuello, em falas longas, eloquentes e difusas.

Ainda durante seu exclareciemento sobre a sua gestão na pandemia, general Pazuello voltou a dizer que Bolsonaro “nunca me deu ordem direta para nada” em relação a uso de medicamentos, como hidroxicloroquina e Invermectina, rémedios que são comprovado pela Organização Mundial Saúde, totalmente ineficazes ao combate da doença Covid-19.

De acordo com sua fala, Pazuello em uma de suas tentativas de blindar o presidente disse que todas decisões foram elencada, e apenas, sobre o seu comando. “Assunto de Saúde é o ministro Pazuello, isso foi o que Bolsonaro disse. Nunca, nenhuma vez, eu fui chamado para ser orientado pelo presidente de forma diferente por aconselhamentos externos”, garantiu Pazuello

E acrescentou que  “Não quero dizer com isso que qualquer pessoa, principalmente o presidente da República, não ouça, não levante dados ou não procure avaliar o que está acontecendo em volta dele. Seria um absurdo o presidente não ouvir opiniões, versões, para que ele crie a própria posição dele”, concluiu.

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Da Redação do Acontece na Bahia.

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