Vizinho confessa que tirou a vida da menina Heloá para a Justiça e diz: “Eu fiz o uso, entrei lá e fiz isso”

Uma notícia tem sido destaque nesta quarta-feira (5/5). Isso porque o suspeito da morte da jovem Heloá Pereira, de 11 anos, confessou o crime. Durante o interrogatório, o homem, que era vizinho da menina, contou detalhes para a justiça de como matou a criança. Em seu depoimento ele confessou que matou a menina porque a estuprou.

Segundo o portal G1, a polícia do município de piedade (SP), além de ouvir Elivelton Santos Furtado, também escutou os seus familiares, mas a defesa não quis comentar o caso.

“[O] pai dela [Heloá] saiu para trabalhar. Eu fiz o uso de droga e entrei lá [na casa da vítima] e fiz isso. Usei crack, cocaína e bebida alcoólica antes. Sabia que [o pai da Heloá] ia receber dinheiro. Matei porque estuprei e acabei cometendo essa loucura. Se pudesse voltar atrás eu jamais teria feito isso. Todo dia me arrependo”, contou Elivelton à juíza.

De acordo com o portal, Elivelton Santos Furtado, pode pegar 39 anos de prisão.Até o momento ele teve a prisão preventiva convertida para preventiva e já foi denunciado pelo Ministério Público. O julgamento segue em segredo de justiça e ele deve ser encaminhado ao júri popular.

Confissão do crime

Ainda de acordo com o portal, depois de ter sido preso em fevereiro de 2020, um vídeo foi divulgado, mostrando parte do depoimento e da confissão

“Deitei ela [Heloá] na cama e segurei o pescoço dela com a mão e ela desmaiou uma vez. Nesse momento, eu baixei a calça dela quando ela acordou de uma vez e tinha uma faca lá, e fiz o que fiz. Coloquei ela no lençol e levei ela no buraco” Confessou.

O crime

O crime aconteceu depois que o pai de Heloá, Robson Pereira, saiu de sua residência para trabalhar e deixou sua filha dormindo no quarto. Mas, Robson resolveu retornar e buscar sua Heloá para levar para casa da avó paterna. Quando chegou em casa, sua filha já não estava dentro da sua casa. Heloá foi dada como desaparecida no dia 19 novembro de 2019.

No dia 21 de dezembro de 2020, o corpo da criança foi encontrado por cães farejadores, coberto por toras de madeira, cobertos por cobertor e um lençol, dentro de uma fossa desativada, nos fundos da casa dela.

O vizinho, Elivelton, foi detido no dia 14 de fevereiro de 2020, dois meses depois do desaparecimento da Heloá.

Da Redação do Acontece na Bahia.

 

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“Seria mais adequado um conhecimento maior sobre gestão de saúde”, diz o ex-ministro da Saúde, Nelson Teich sobre Eduardo Pazuello

Uma notícia tem sido destaque nesta semana. Isso porque o ex-ministro da Saúde Nelson Teich disse em depoimento nesta quarta-feira (05), durante a (CPI) Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid, que o general Eduardo Pazuello havia colaborado com a pasta enquanto ele exercia a função de secretário-executivo do Ministério da Saúde, mas fez dura críticas sobre a sua postura enquanto ministro.

“Eu acho que ele fez o papel dele. Contribuiu, sim [como secretário-executivo]. Lembro da gente buscando respiradores antes de irem para distribuição. A gente tentou trabalhar essa distribuição, porque aquele momento era bem difícil. Estava faltando no mundo, era uma competição mundial por EPIs [equipamentos de proteção individual], por respirador, e eu via atuando dedicado e conseguindo entregar as coisas”, informou Teich,

Segundo o portal R7, ainda durante o seu depoimento, Teich criticou Pazuello após assumir a pasta da Saúde.”Na posição de ministro, seria mais adequado um conhecimento maior sobre gestão de saúde”, afirmou. O ex-ministro da Saúde ainda acrescentou que durante o seu exercício, teve total autonomia para montar a sua equipe do ministério, com exceção de Pazuello na secretaria-executiva.”Mas todas as outras secretarias foram todas mantidas em nível técnico” disse.

Ainda de acordo com o portal, Teich comentou se houve algum tipo de interferência do governo federal  durante a sua gestão.”A única coisa que tinha uma discussão era sobre cloroquina. Inclusive quando eu entrei, nunca teve uma coisa específica sobre tentar interferir no que eu fazia”, declarou.

Durante a sessão, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) perguntou se o general Eduardo Pazuello foi imposto, já que Teich ficou apenas 29 dias no cargo, sendo substituído pelo General, ele negou. “Se ele tivesse sido imposto eu sairia em uma semana ao invés de um mês”, afirmou.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Monique Medeiros diz em documento enviado à família que “Jairinho é um homem ruim, doente e psicopata”

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (3). Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, enviou uma carta escrita de dentro da cadeia para familiares em que descreve o vereador Dr. Jairinho como sendo‘‘um homem ruim, doente e psicopata. Meu filho dizia que ele era um homem mau. E eu não acreditei.’’

De acordo com reportagem transmitida pelo Fantástico nesse domingo (2), Monique Medeiros entregou esta e mais algumas cartas aos seus advogados. Contrariando o que disse em seu primeiro depoimento à polícia, a mãe de Henry Borel tem mudado a sua versão sobre o caso e contou o que aconteceu nos dias seguintes à morte do filho e faz acusações a seu primeiro advogado dizendo que ele havia montado uma farsa.

No documento escrito por Monique para seus pais e ao irmão, ela conta que‘‘acreditava segamente no Jairinho’’. “Depois que comecei a transcrever para o papel tudo o que ele fez comigo, em tão pouco tempo, que pude perceber o quanto fui usada, o quanto fui violentada, o quanto me humilhei e me rebaixei para fazer dar certo sobre um relacionamento de um psicopata”, escreveu.

Monique Medeiros ainda descreveu Jairinho como“um homem ruim, doente e psicopata”. “É triste, mas é verdade. Ele nos convence do contrário”, continuou.

‘‘Hoje sozinha, tendo vocês e ouvindo mais os detalhes de Deus em minha vida, vejo o quanto tinha um relacionamento doentiu. Não sei se em algum dia vou conseguir superar tudo isso’’.

No documento a mãe de Henry pede ajuda ao pai. “Confie em mim! Eu poupava vocês do que eu vivia, porque eu também não enxergava”, contou.

“Eu estou sendo apedrejada na cadeia! Todos os dias elas gritam dizendo que vou morrer e que irão me matar, pois acreditam que eu deixava o Jairinho bater no Henry”, escreveu em outro trecho.

Da redação do Acontece na Bahia

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Categoria(s): Nacional.

Menino Henry Borel reclamou de cascudo recebido de Jairinho e disse que foi chamado de ‘’bobalhão’’

Mais um capítulo no caso Henry Borel veio à tona nesta terça-feira (27). A mãe de Henry Borel, Monique Medeiros, relatou um episódio envolvendo Dr. Jairinho e Henry Borel. Monique disse que Jairinho chamou Henry Borel de ‘’bobalhão’’.O caso foi relatado em um documento recente contendo 29 páginas escrito por ela no Complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio, local onde Monique recebe o tratamento contra a covid 19.

A mãe de Henry Borel contou que em janeiro, no momento em que ela preparava o jantar, Jairinho chegou do trabalho por volta de 19h e Henry via televisão na sala.“Henry veio correndo até a cozinha, uns 15 minutos depois que Jairinho chegou, dizendo que o tio tinha dado uma ‘banda’ (rasteira) nele e uma ‘moca’ (cascudo)”, disse a mãe.

Fui até a sala perguntar o que tinha acontecido. Jairinho disse que ele era um ‘bobalhão’, que segurou ele pelos braços, brincando, e passou a perna, mas que Henry não caiu, pois ele o estava segurando. Aí Henry disse para ele que iria contar para mim e ele deu uma ‘moca’, brincando, e disse para Henry parar de ser ‘bobalhão’, que era só uma brincadeira”, escreveu Monique. Mas não é só isso…

Monique ainda afirmou que pediu que Jairinho se desculpasse com o menino e que parasse de chamá-lo de ‘’bobalhão’’. “Não vi como algo maldoso. Era brincadeira de menino, mas meu filho não estava acostumado com isso”, relatou Monique Medeiros.

O advogado de defesa de Jairinho, Braz Sant’Anna, comunicou por meio de nota que o documento escrito por Monique Medeiros trata-se de  “uma peça de ficção”. “Sem falar sobre a tese da defesa, o que somente farei após a denúncia, posso adiantar que a carta da Monique é uma peça de ficção, que não encontra apoio algum nos elementos de prova carreados aos autos.”

Da redação do Acontece na Bahia

 

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