Terapeuta baiano tem fotos roubadas por suspeitos para ser usada em golpe de estelionato amoroso : “Elas vão entrando no golpe cada vez mais e quando percebem já estão sendo extorquidas”

Uma notícia tem sido destaque nesta semana, isso porque, golpistas roubaram fotos da conta do instagram  do terapeuta baiano Kau Mascarenhas, para usar para conquistar mulheres nas redes sociais, com a finalidade de chantageá-las com fotos íntimas. Entenda o caso.

Na ocasião, uma das vítimas desse estelionato amoroso, foi a Verônica, uma equatoriana que estava supostamente se relacionando com o brasileiro sem conhecê-lo além da foto do perfil. O que ela não sabia era que está conversando com um perfil falso em uma plataforma virtual de relacionamentos amorosos.

“Depois que fizemos contato pelo aplicativo Tinder, ele me pediu meu telefone, e começamos a conversar pelo Whatsapp. Ele me mandava vídeos, utilizando vídeos de outro perfil”, contou a vítima do estelionato.

Segundo o portal G1, os suspeitos que deram o golpe em Verônica, utilizavam as fotos do perfil do terapeuta Kau Mascarenhas. Quando descobriu o que estava acontecendo, ele imediatamente começou a avisar a todos sobre o golpe do falso amor nas redes sociais.

“Elas vão entrando no golpe cada vez mais e quando percebem já estão sendo extorquidas e até mesmo chantageadas. Uma forma de chantagem das mais cruéis, quando elas cedem fotos delas íntimas e os bandidos, de posse dessas fotos, eles fazem chantagem, pedem dinheiro, para não colocar as fotos na rede”, disse Mascarenhas.

A primeira decisão do terapeuta foi criar um grupo para dar apoio às mulheres que sofreram esse estelionato amoroso.

“Elas pensam que encontraram o príncipe encantado em um aplicativo de relacionamento, em uma rede social, e depois de um certo momento, vão se deparar com a triste realidade que é aquilo era tudo mentira, que a pessoa deu apenas ideias falsas e que nem a foto da pessoa era verdadeira”.

“Então isso gera muita tristeza e o mais forte para mim é que eles estão usando as minhas fotos para fazer isso” informou o terapeuta.

A vítima soube que estava sofrendo um golpe, quando resolveu fazer uma pesquisa na internet, com as fotos que estavam no perfil de quem ela conversava.

“Entrei no Google, na parte de imagens e subi a foto que ele havia me enviado, e aí me apareceu, justamente, toda informação da foto, que justamente correspondia a outra pessoa, que é Kau”, explicou a vítima.

De acordo com a psicóloga Verena Cohim, o principal motivo que leva uma pessoa a cair nesse tipo de é a vulnerabilidade emocional.

“A pessoa foi enganada, a pessoa foi iludida, a pessoa vai passar além de tudo por uma frustração amorosa, porque existia um envolvimento de sentimentos da vítima com aquela situação, além de uma frustração financeira, uma perda financeira” informou a psicóloga.

Já o delegado Delmart, Bittencourt, que trabalha no Departamento de Inteligência Policial do Laboratório de Investigação Cibernética, em Salvador, disse como se proteger desse tipo de crime.

“Ter cuidado em estar se relacionando com pessoas que não se conhece, quando esse relacionamento começa dentro da internet. Peça para falar ao vivo com essa pessoa, mande vídeo, áudio, porque eles nunca vão falar ao vivo com você, porque a fotografia é sempre de um terceiro e não dele”, alertou o advogado.

 

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Da Redação do Acontece na Bahia.

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Novo caso: Dr. Jairinho é indiciado em crime envolvendo a filha de ex-namorada

O caso do vereador Dr. Jairinho recebe mais um capítulo nesta sexta-feira (30) quando o Ministério Público, juntamente à Polícia Civil, detalhou, em coletiva de imprensa, a conclusão de um inquérito onde o vereador era investigado por cometer supostas agressões contra a filha de uma ex-namorada.

AS investigações iniciaram na 16ª DP (Barra da Tijuca), onde ainda são apuradas as circunstancias que envolvem a morte do menino Henry Borel. No entanto, o trabalho foi transferido à Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) por se tratar um inquérito diferente.

Os delegados Felipe Curi, diretor do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), e Adriano Marcelo França, titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), bem como a promotora do caso, Elisa Fraga, falaram sobre as investigações.

“Essa investigação surgiu no bojo do caso Henry. A responsável legal por uma criança, que entre os anos de 2010 e 2013, sofreu agressão comprovada pela investigação. A época, essa criança tinha entre 3 e 5 anos. Essa criança sofreu uma série de violências e até tortura”, disse o delegado Felipe Curi.

“Por medo, ela acabou não denunciando. Com o caso do Henry, ela criou coragem e acabou denunciando. Esse caso não tem nada a ver com o caso Henry, mas surgiu no bojo da investigação. Esse caso serve para corroborar o perfil violência do Dr. Jairinho contra menores filhos das pessoas que ele tem relacionamento amoroso. Isso ficou comprovado na investigação que foi concluída e na investigação que está em andamento”, disse o delegado Curi.

Indiciado por crime de tortura

Os investigadores afirmaram que haviam conseguido provas documentais a partir dos relatórios médicos de hospitais para os quais as crianças foram levadas, tanto a menina quanto o menino, na época das agressões entre 2010 e 2013.

“Essa criança narrou e confirmou as agressões cometidas pelo indiciado, conhecido pelo nome político de Jairinho. Toda versão apresentada por Dr. Jairinho foi derrubada pelas provas documentais e pelo depoimento”, explicou o delegado Adriano Marcelo França.

“Em determinados momentos ele diz não estar com determinadas crianças e em determinados locais. Porém, fotos mostram o contrário. A mãe dessa criança não foi indiciada. O crime aqui é de tortura majorada, por ser criança e por um período de dois anos”, disse Adriano.

Os delegados contaram que a criança tinha pavor e pânico ao ver o carro de Jairinho.

“A figura do doutor Jairinho trazia lembranças das agressões. Ela ficava segurando na perna da avó para não ir ao encontro do Dr. Jairinho. Quando se identificaram a ânsia de vômito e o pânico da criança, foi afastada do convívio. A criança foi praticamente criada pela avó por questões familiares”, contou.

Os delegados explicaram que a mãe da menina não será indiciada na investigação pois é tratada como vítima de violência doméstica praticada por Dr. Jairinho. O vereador vai responder por crime de tortura majorada pelas agressões cometidas contra a filha da ex-namorada, e foi pedida a sua prisão preventiva.

Da redação do Acontece na Bahia

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Jovem tira a vida do namorado usando uma agulha de narguilé; pastel de feira teria sido o motivo da discussão

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quinta-feira (29). Nicole Maria Ferreira Costa, 20 anos, foi denunciada pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO), por ter tirado a vida do próprio namorado, Adailton Gomes Abreu, 24 anos, com o uso de uma agulha de narguilé. O crime aconteceu em Aparecida de Goiânia, e o motivo teria sido uma discussão por pastel de feira. A jovem responderá por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e impossibilidade de defesa. A jovem denunciada pelo MP confessou o crime e responde o processo em liberdade.

O crime aconteceu na casa de Nicole no Residencial Village Garavelo, no dia 18 de setembro e de acordo com o Promotor de Justiça, Milton Marcolino, o casal de namorados saiu em companhia de duas irmãs dele para comer numa feira. Segundo as investigações, houve uma briga do casal sobre o que iriam comer e a discussão se prolongou até a casa de Nicole. De acordo com a denúncia, no local o jovem foi ferido no coração com uma agulha de narguilé.

O Ministério Público verificou, mesmo depois de concluído o inquérito, que era necessário tomar os depoimentos das irmãs de Adailton, que foram ouvidas na última quinta-feira (22). Entretanto o depoimento das irmãs não alterou a linha de investigação em razão de ficar constatado que elas estavam do lado de fora da casa no momento do crime. Mas não é só isso…

Segundo o delegado Eduardo Rodovalho, responsável pelas investigações, havia inicialmente a suspeita de que o jovem teria supostamente passado mal e tido um infarto. Posteriormente foi verificado a perfuração com a agulha de narguilé. “A lesão foi única, certeira e fatal. Ele agonizou por pouco tempo e depois já veio a óbito”, afirmou o delegado.

Nicole havia dito à polícia durante as investigações que Adailton teria ido pra cima dela com um narguilé quebrado, e que ela o atingiu para se defender. Informou ainda que no momento se desesperou porque não esperava a morte de Adailton. “Eles já tinham se agredido mutuamente, por imaturidade no namoro. E com o desgaste extremo, no momento da briga, ela acabou o matando. Não identificamos lesões nela no dia do crime que justificassem a legítima defesa”, informou o delegado.

O delegado responsável pelas investigações, informou que a jovem se apresentou voluntariamente após o crime e estava colaborando com as investigações, motivo pelo qual não foi pedida a sua prisão, na época do crime. O delegado ainda destacou que o casal mantinha uma relação tumultuada. “O casal vivia uma relação tumultuada. Eram muito impetuosos. Tinha histórico de briga constante”, concluiu.

Da redação do Acontece na Bahia

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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Três pessoas são denunciadas por ter matado a marretadas e incinerado o corpo de dona de casa

Três pessoas são denunciadas por ter matado a marretadas e incinerado o corpo de dona de casa

Uma história chocante ganhou mais um episódio nesta terça-feira (27).Pois, três pessoas foram denunciadas pelo assassinato de uma mulher de 40 ano. A vítima desapareceu, em fevereiro de 2020, após ter desembarcado no Aeroporto Internacional de Goiânia, voltando de uma viagem à Colômbia. De acordo com as investigações do Ministério Público do Estado de Goiás, a mulher foi brutalmente assassinada a marretadas, e em seguida foi incinerada em fornalha.

Segundo o portal Metrópoles, o motivo do assassinado seria porque o empresário, identificado como Juscelino Pinto Fonseca, teve um relacionamento com a vítima, quando ainda era casado. Além disso, de acordo com as informações da denúncia, a vítima, identificada como, Lilian Oliveira, teria brigado várias vezes com o empresário, por falta de pagamento de pensão alimentícia, para filha deles.

Ainda de acordo com o portal, outras duas pessoas são acusadas de ter praticado o crime. Foram eles, a babá, Cleonice  de Fátima Ferreira, e o amigo do empresário, Ronaldo Rodrigues Ferreira. Ambos foram denunciados por rapto e por homicídio qualificado.

O portal Metrópoles recebeu um comunicado do advogado de defesa do empresário e da babá, Thiago Sifferman.  “a defesa segue na certeza da inocência dos acusados e na expectativa de que possa ser revelado a integralidade do que existe nas investigações” disso o advogado em nota.

Em nota, a advogada de defesa de Ronaldo Rodrigues, Marcela Matias Pereira, informou que em nota que, nas investigações através das filmagens, teria observado um homem, muito diferente da fisionomia de Ronaldo. ”O carro assinalado nas filmagens, igualmente, nunca foi encontrado em posse do denunciado, nem qualquer outro vestígio” disse em um comunicado enviado ao portal.

De acordo com as investigações do Ministério Público de Goiás, as informações são de que o empresário Jucelino, teria supostamente contratado, o seu amigo, Ronaldo para assassinar Lilian Oliveira, como pagamento, o empresário perdoaria a dívida de R$ 20 mil. Ainda de acordo com  a denúncia, a babá  teria arquitetado parte do plano. Cleonice tomava conta da filha de 4 anos da vítima, ela teria gerenciado a volta de Lilian ao Brasil, para que fosse morta. Segundo informações, o objetivo de Cleonice era ficar com a filha da patroa.

 Até o momento, o trio que teria praticado o homicídio, estão em liberdade. Mesmo depois que o empresário, durante o depoimento, teria afirmado ser o mandante do crime.

“Em razão dos desentendimentos do casal acerca dos gastos decorrentes de seu relacionamento extraconjugal e da pensão alimentícia, Jucelino passou a planejar a morte de Lilian, revelando suas pretensões para a denunciada Cleonice, que fora contratada para ser uma espécie de babá da criança, e que informava detalhes da vida pessoal de Lilian para Jucelino” disse a denúncia.

As informações disponibilizadas pelo portal Metrópoles, são de que o destino do caso está na mão do Judiciário goiano, e que eles vão verificar se o trio vão para a júri popular pelo assassinato, ou não.

Da Redação do Acontece na Bahia.

 

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