Ao atuar em dia de folga, delegado Marcelo Hercos morre depois ser atingido em abordagem a suspeitos

Uma triste notícia é manchete nos principais meios de comunicação neste domingo (17). O delegado da Polícia Civil de Sergipe, Marcelo Hercos, de 42 anos, faleceu na madrugada deste domingo, em Aracaju. O agente estava internado desde o dia 21 de setembro em razão de ter sido atingido por disparos de arma de fogo durante uma abordagem a suspeitos.

O delegado Marcelo foi atingido no momento em que abordou três homens suspeitos de passar cédulas falsas em um posto de combustível, na Zona de Expansão de Aracaju. Marcelo era Titular da 7ª Delegacia Metropolitana, no Conjunto Jardim, em Nossa Senhora do Socorro.

O agente abordou os suspeitos mesmo estando de folga, segundo informou a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP). Os criminosos reagiram a abordagem e um deles conseguiu tomar a arma do delegado que foi atingido por três disparos. Os criminosos fugiram em seguida.

Marcelo foi encaminhado em estado grave para o Hospital João Alves Filho, e passou por cirurgia. Os disparos atingiram o ombro, o duodeno e o estômago do delegado de polícia. O agente chegou a ter o quadro de saúde estabilizado, e foi transferido no dia 24 de setembro para o Hospital São Lucas, onde teve a morte confirmada nesta madrugada.

Foram presos, em Aracaju, quatro envolvidos na ação criminosa. Dois deles foram presos no dia seguinte ao crime, na região do Robalo. O terceiro criminoso, responsável pelos disparos, se entregou à polícia no dia 23 de setembro, em Salvador (BA). O quarto acusado, responsável pelo aluguel do veículo utilizado no crime, foi preso no dia 24, também em Salvador.

O secretário de Segurança Pública, João Eloy de Menezes, lamentou a morte do delegado. “A partida do jovem e talentoso delegado deixa uma lacuna na Polícia Civil, mas que sua história de coragem, destemor e de grandes serviços prestados ao povo de Sergipe jamais serão esquecidos”.

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Sergipe (Adepol/SE), destacou o trabalho prestado pelo delegado Marcelo e se solidarizou com a família. “Em razão do cumprimento de seu exercício profissional, compromisso e dedicação pela missão a ele confiada, o delegado Marcelo Hercos foi vítima da violência. Desejamos forças aos parentes e amigos nesse momento tão difícil”. Marcelo Hercos estava na Polícia Civil de Sergipe desde o dia 26 de dezembro de 2006.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Delegado responsável por investigar filho mais novo de Bolsonaro é substituído após decisão do Diretor-geral da PF

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste sábado (9). O diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Maiurino, substituiu o chefe da superintendência no Distrito Federal, Hugo de Barros Correia, responsável pelo inquérito das fake news e que investigava Jair Renan, o filho do presidente Bolsonaro. A decisão do diretor-geral da PF aconteceu nessa sexta-feira (8).

À frente de algumas apurações delicadas e relevantes para o Planalto, Hugo comanda os inquéritos do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre fake news, um sobre organização criminosa dos atos antidemocráticos e outro da live com ataques às urnas eletrônicas feita por Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes está na relatoria destes inquéritos.

Hugo Correia não comandava estas investigações como superintendente, mas era o responsável pelo núcleo que apura os casos. O filho 04 de Bolsonaro, Jair Renan, é investigado pela superintendência do DF na operação que apura desvios de recursos no Ministério da Saúde. Nesse sentido, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19 tem voltado a atenção para a investigação contra o filho do presidente Bolsonaro. A CPI teve acesso a documentos que mostram que o filho de Bolsonaro pediu ajuda de um lobista para abrir uma empresa privada em Brasília.

O diretor-geral da PF deve substituir Hugo de Barros Correia por um delegado do Rio de Janeiro, porém o nome ainda não foi divulgado.

Da redação do Acontece na Bahia

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Ipirá: Morre, aos 50 anos, o ex-delegado e ex-vereador da cidade, Caryl Oliveira, vítima de um infarto

Uma triste notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (31). Morreu hoje, aos 50 anos, o ex-delegado e ex-vereador da cidade de Ipirá, o Caryl Oliveira. Ele sofreu um infarto e não resistiu.

Durante 14 anos Caryl atuou como delegado titular na cidade. Já em 2016, ele se elegeu pelo Solidariedade para vereador, exercendo o mandato de 2017 a 2020.

Nas redes sociais, amigos e familiares prestam homenagens e enaltecem a competência e dedicação no trabalho.

“Acabo de perder vítima de infarto um amigo, verdadeiramente IRMÃO.’. e exemplo de honradez e dignidade no exercício da função policial e na vida pública.
Incorruptível e digno. Severo contra os desmandos daqueles que infrinjam a lei.
Perseguido politicamente, saiu de Ipirá, mas deixa um legado de postura ética e trabalho em favor da sociedade.
Siga no caminho da Luz Caryl”, escreveu um amigo.

O sepultamento acontecerá hoje, na cidade de Salvador.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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“Nunca fui acusado”, diz delegado baleado em briga com noiva, um ano após o ocorrido

Um ano após o delegado Paulo Bilynskyj ser atingido por seis tiros durante uma briga com a noiva Priscila de Bairros em São Bernardo do Campo (SP), as investigações sobre o que aconteceu no dia em que a modelo morreu seguem em aberto.

Em entrevista ao “Domingo Espetacular”, da Record, Bilynskyj diz que não seria possível ele atirar: “Nunca fui acusado de nada, sempre ficou bem claro que eu era a vítima. Pelos ângulos dos disparos, era impossível fisicamente. Bala não faz curva”.

De acordo com o delegado, Priscila atirou em si mesma após realizar os seis disparos contra ele. Em entrevista ao programa, os advogados da família dela questionam o que motivou a modelo: “Dependendo o que motivou, o doutor Paulo pode responder por instigação ao suicídio”. Bilynskyj afirma que, na noite anterior aos tiros, Priscila viu uma mensagem de uma mulher no computador do namorado e não gostou. Ele diz que era uma mensagem anterior ao relacionamento dos dois, de uma admiradora do seu trabalho como policial.

Ainda segundo ele, ela disse que iria embora, para a casa de um ex, mas não saiu. Eles então dormiram em quartos separados. “A conversa dela foi muito explosiva, um comportamento que eu nunca tinha visto nela”, diz Paulo.

Textos e informações  do portal UOL

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