Varela faz dura crítica aos políticos fazendo referência às eleições: “É bom a classe política ficar calada, quem mais aglomerou foi ela”

Uma notícia chamou a atenção dos internautas baianos nesta manhã de quinta-feira (18). O apresentador Raimundo Varela fez uma dura crítica aos políticos durante a apresentação do programa Cidade Alerta. Segundo o apresentador, os políticos não respeitaram as medidas sanitárias e promoveram muitas aglomerações, principalmente durante as eleições.

” Chegamos ao ponto máximo da pandemia. Colapso no país inteiro. É bom a classe política ficar calada. Quem mais aglomerou foi ela. A pandemia parou tudo, menos a eleição. Ai milhões de brasileiros foram às ruas. 147 milhões de brasileiros nas ruas. Caminhadas, carreatas, aglomerações aumentando. Já estávamos vivendo paredões, pancadões, praias super lotadas. E a polícia tentando impedir aqui, acolá. Todo fim-de-semana isso”, comentou.

O comunicador também comentou sobre o novo ministro da Saúde Marcelo Queiroga.

“Hoje falamos sobreo tal linchamento político do novo Ministro. Ele não é mágico, nem vai fazer milagre. Ele disse que vai dar continuidade ao processo. O Governo Bolsonaro que perdeu tempo com as vacinas. E perdeu o passo”, afirmou.

“Cartão vermelho vai para a classe política. Eles botaram o povo na rua, com carreatas, em mais de 5.600 municípios desse país. Agora estão procurando solução. Não tem solução. A solução é evitar aglomeração, o contágio. Você tem plano de saúde bom, mas não tem vaga no hospital. Pedir pra Jesus Cristo dar uma aliviada, senão não sabemos onde vai parar”, finalizou Varela.

Da redação Acontece na Bahia.

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“Não adianta trocar as rodas da carroça se o problema está no burro que puxa”, alfinetou Rui Costa perante a mudança do Ministro da Saúde

Uma notícia chamou a atenção dos internautas baianos nesta manhã de quinta-feira (18). O atual governador da Bahia, Rui Costa (PT) comentou ontem (16) sobre a troca de ministros da saúde no governo Bolsonaro. O pronunciamento foi feito através de uma live em suas redes sociais.

“Não adianta trocar as rodas da carroça se o problema está no burro que puxa”, afirmou o governador de forma sarcástica.

De acordo com Rui, não adianta mudar o Ministro da Saúde se o presidente continua a manter uma conduta errônea perante a pandemia: “Portanto, vai continuar, na minha opinião, ele estimulando as pessoas a não usar máscara, aglomerar, ridicularizar a vacinação – ele chamava de ‘vachina'”, afirmou.

“Eu dizia que eles iam entrar para a história do Brasil como o pior governo que já existiu, mas infelizmente vai ser ainda pior do que isso. Daqui a 50 anos, a humanidade vai se lembrar, quando for falar da pandemia da covid-19, no mundo inteiro vai falar: ‘Qual foi o pior país do mundo a cuidar da pandemia? Onde foi que morreu mais gente? Qual foi o país do mundo que contaminou mais gente?’ Vai dizer que foi o Brasil. E quem era o presidente? Era aquele cidadão que não acreditava na ciência, que pregava que a população tinha que se expor, que não se importava que morressem 300.000 pessoas”, alfinetou o governador.

Na terça-feira (16), o atual ministro afirmou que seguirá a conduta já adotada pelo governo federal no combate à pandemia, a qual ele elogiou. “A política é do governo Bolsonaro. A política não é do ministro da Saúde. O ministro da Saúde executa a política do governo”, afirmou Queiroga.

Da redação Acontece na Bahia.

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Luciano Huck critica Bolsonaro e afirma que é necessário tirar “um entulho do meio da sala” em referência ao presidente

Uma notícia chamou atenção dos internautas e dividiu opiniões. O apresentador e possível candidato a presidência da república, Luciano Huck, criticou a postura negacionista do Presidente Jair Bolsonaro na segunda-feira (5). Em vídeo e sem citar nomes, o apresentador afirmou que era necessário tirar “um entulho do meio da sala”, ao comentar sobre a atuação do presidente Bolsonaro no combate à pandemia do coronavírus.

Luciano participou do evento virtual Davos Lab Brasil, ao lado da ex-ministra Marina Silva (Rede) e da ex-deputada Manuela D’Ávila (PCdoB), onde fez o pronunciamento polêmico. O painel virtual é iniciativa do Fórum Econômico Mundial.

Assim, os falantes não pouparam críticas ao se referir ao tratamento realizado na pandemia pelo governo federal. Além disso, eles pediram a união da sociedade em defesa da democracia.

“O que a gente está vivendo hoje é um momento de muita incompetência, de falta de planejamento, o negacionismo que gerou mais de 250 mil mortes e a gente não vê, a curto prazo, a perspectiva de solução”, afirmou Huck.

Da redação Acontece na Bahia.

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Dilma faz duras críticas às atitudes de Bolsonaro e afirma que Auxílio não pode ser objeto de chantagem do presidente

Uma notícia estampou as manchetes dos jornais e chamou a atenção dos internautas nesta manhã de segunda-feira (1). A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) causou burburinho após afirmar m artigo publicado em seu site que o “auxílio emergencial não pode ser objeto de chantagem”. Assim, a petista criticou em texto as falas do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre o benefício.

“[Bolsonaro] chantageou os governadores, dizendo que se eles restringissem a circulação de pessoas e adotassem o necessário distanciamento social para evitar o contágio e as mortes deveriam assumir o pagamento do auxílio emergencial”, disse Dilma.

Bolsonaro voltou a atacar as medidas de isolamento adotadas pelos governadores em discurso realizado na cidade de Caucaia (CE): “Daqui para frente, o governador que fechar seu estado, que acabar com o emprego deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar a fazer política e jogar para o colo do presidente da República essa responsabilidade”.

Assim, a ex-presidente afirmou que a atitude de Bolsonaro fere a cláusula pétrea da constituição federal, como o respeito ao princípio federativo e o dever do estado de prover saúde como direito de todos”. “É uma atitude genocida, pois acrescenta ao desprezo pelas medidas para barrar as doenças e as mortes a chantagem, com o objetivo de impedir que os governadores o façam”, disse.

Por fim, ela termina o texto afirmando ter esperança no Legislativo. “O Congresso, ao votar a PEC Emergencial, deve eliminar a possibilidade de a União utilizar o auxílio emergencial para incentivar o negacionismo quanto à pandemia, chantageando governadores.”.

Da redação Acontece na Bahia.

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