Durante a CPI, Flavio Bolsonaro cita “Pixuleco” e Humberto Costa se revolta “Tem que falar em pixuleco qui ele lembra do Lula”

Uma notícia está sendo destaque nesta semana. Após o uso do termo “pixulé” acabou gerando confusão durante uma audiência da CPI da Covid.

Durante o depoimento de Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, o uso do termo “pixulé”, ao se referir a recursos não aplicados, fez senadores presentes na audiência se alterarem.

O termo, conhecido por ser usado na Operação Lava Jato para se referir a propina, acabou gerando uma discussão quando, ao questionarem Pazuello se ele estaria fazendo referência a alguém em específico na sua crítica, o senador Flávio Bolsonaro intercalou :

“Tem que falar em pixuleco qui ele lembra do Lula”, disse Flávio.

O alvoroço foi tanto que fez o senador Humberto Costa perder a noção do bom senso e dar seus tradicionais “surtos” e “gritos”

Flávio ainda respondeu o senador:

“Baixa a orelha pra falar comigo! […] Se olhe no espelho!”

Informações e textos do portal Jornal da Cidade Online

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“Presidente nunca me obrigou a fazer nada” afirma ex-minsitro da Saúde, Pazuello durante o seu depoimento na CPI da Covid

Uma notícia está sendo destaque nesta semana. Isso porque durante a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito, que está ocorrendo nesta quarta-feira (19), o ex-ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, afirmou durante o seu depoimento como testemunha que nunca sofreu qualquer tipo de pressão por parte do presidente da república, Jair Bolsonaro (Sem partido).

“Não havia discussão de disconvergência nenhuma [sic]. Com relação a nada. Em momento algum, o presidente me orientou ou me encaminhou ou me deu ordem para fazer nada diferente do que eu tava fazendo [sic]. As minhas posições nunca foram contrapostas pelo presidente” disse general Pazuello, em falas longas, eloquentes e difusas.

Ainda durante seu exclareciemento sobre a sua gestão na pandemia, general Pazuello voltou a dizer que Bolsonaro “nunca me deu ordem direta para nada” em relação a uso de medicamentos, como hidroxicloroquina e Invermectina, rémedios que são comprovado pela Organização Mundial Saúde, totalmente ineficazes ao combate da doença Covid-19.

De acordo com sua fala, Pazuello em uma de suas tentativas de blindar o presidente disse que todas decisões foram elencada, e apenas, sobre o seu comando. “Assunto de Saúde é o ministro Pazuello, isso foi o que Bolsonaro disse. Nunca, nenhuma vez, eu fui chamado para ser orientado pelo presidente de forma diferente por aconselhamentos externos”, garantiu Pazuello

E acrescentou que  “Não quero dizer com isso que qualquer pessoa, principalmente o presidente da República, não ouça, não levante dados ou não procure avaliar o que está acontecendo em volta dele. Seria um absurdo o presidente não ouvir opiniões, versões, para que ele crie a própria posição dele”, concluiu.

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Da Redação do Acontece na Bahia.

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Em depoimento à CPI, Ernesto Araújo atribui ao Ministério da Saúde decisões sobre cloroquina e vacina, e nega atrito com a China

Uma notícia tem sido destaque nesta terça-feira (18). Isso, porque o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, atribuiu ao Ministério da Saúde lima série de decisões relativas ao enfretamento da pandemia nas quais o Itamaraty esteve envolvido.

O depoimento do ex-ministro à Comissão Parlamentar de Inquéritos (CPI) da Covid teve duração de quase sete horas. A CPI investiga ações e omissões do governo federal no enfrentamento da doença e eventuais desvios de verbas federais nos estados e municípios.

Entre as decisões que atribuiu ao Ministério da Saúde, Araújo Citou a mobilização pela aquisição de cloroquina, remédio cuja ineficácia no tratamento da Covid foi cientificamente comprovada, e a negociação de um pequeno quantitativo de doses de vacina por meio do consórcio Covax Facility. O ex-chanceler também negou “atrito” com a China e disse que não houve retaliações do país asiático ao Brasil.

Araújo compareceu à CPI na véspera do depoimento do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, marcado para esta quarta (19). Pazuello foi o ministro da Saúde mais longevo do governo Jair Bolsonaro durante a pandemia –esteve à frente da pasta entre maio de 2020 e março de 2021, período em que houve o recrudescimento da doença no país.

Logo na fala inicial, Ernesto Araújo destacou que, em relação à Covid-19, o Itamaraty atuou em coordenação com outras pastas – “nesse caso, muito especialmente, o Ministério da Saúde”.

Após as declarações do ministro, senadores de oposição afirmaram que o depoimento será usado para questionar Pazuello.

“Vou fazer uma interpretação aqui do que aconteceu: primeiro, o grande responsável por tudo se chama Pazuello, que estará aqui amanhã. Ninguém fez nada neste governo. ‘Foi o Pazuello’, ‘foi o ministro da Saúde’. Amanhã, ele vai ter que responder”, disse o senador Humberto Costa (PT-PE).

O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues declarou que a oitiva “compromete gravemente a participação, amanhã, do senhor Eduardo Pazuello”.

Segundo o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), Araújo “carregou” no Ministério da Saúde.

“Ele, sistematicamente, enfatizou que todas as iniciativas da política externa aconteceram em função de decisões e influência do Ministério da Saúde — à exceção da importação da cloroquina, porque ele havia falado com o presidente, e da viagem a Israel. Ao dizer isso, ele transfere o ônus da responsabilidade para o Ministério da Saúde e para o ex-ministro Pazuello, diretamente”, afirmou o emedebista.

Apesar de Pazuello ter conquistado, no STF, o direito de não se autoincriminar perante a CPI, Renan afirmou que os depoimentos já realizados deveriam “estimulá-lo” a colaborar.

“Na medida em que o governo vem aqui, através de variados representantes, e eles transferem as responsabilidades para ele [Pazuello], é claro que isso deveria estimulá-lo a colaborar mais, a ajudar a sociedade a esclarecer o porquê desse morticínio”, disse o relator da CPI.

Em entrevista à revista “Veja”, o ex-secretário de Comunicação disse que houve “incompetência” por parte do Ministério da Saúde nas negociações de vacinas da Pfizer, que, somente em 2021, foram adquiridas pelo governo, apesar de ofertas feitas no ano passado.

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Da redação do Acontece na Bahia

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“Queriam tacar fogo no STF, agora querem auxílio para ficarem calados” disse o presidente da CPI da Covid, senador Osmar Aziz sobre os bolsonaristas

Uma notícia está sendo destaque nesta semana. Pois durante a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, o senador Omar Aziz (PSD-AM), fez duras críticas aos parlamentares apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido), pois todos estão procurando o Supremo Tribunal Federal (STF) para conseguir o direito de ficar calado durante a sessão. 

“É bom vermos algumas pessoas indo no Supremo pedir ajuda. Até outro dia, queriam tacar fogo no Supremo, agora querem auxílio do Supremo para chegarem aqui e ficarem calados”, disse o senador Aziz

O presidente da CPI, Osmar, disse isso em resposta ao pedido do senador Marcos do Val (Podemos- ES) para que mudasse o relator da CPI. o senador, Renan Calheiros (MDB-AL), que tem sido muito criticado pelos apoiadores do atual presidente da república.

O senador do Val, explicou que o atual relator da CPI, Calheiros, está provocando uma movimentação em que todos aqueles que foram convidados a prestar depoimentos na sessão, estão recorrendo ao Supremo Tribunal Federal, para ficar em silêncio e não serem presos por não dizer a verdade. “Não é pela pessoa (Renan Calheiros), mas o movimento que os convidados estão fazendo junto ao STF estão atrapalhando os trabalhos da CPI” disse o senador.

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