Luís Felipe Manvailer é condenado a quase 32 anos prisão pela morte da advogada Tatiane Spitzner

Uma notícia está gerando bastante repercussão pelo Brasil inteiro..Isso porque o biólogo Luís Felipe Manvailer foi condenado, nesta segunda-feira (10), a 31 anos, 9 meses e 18 dias de prisão pela morte da advogada Tatiane Spitzner. O crime ocorreu em julho de 2018, quando Tatiane foi atirada do quarto andar do prédio onde moravam, no município de Guarapuava, no Paraná.

O réu foi condenado por homicídio com quatro caracterização (meio cruel, motivo fútil, feminicídio e fraude processual). Além disso, o condenado ainda terá que pagar R$ 100 mil por danos morais à família da vítima. A sentença foi deferida pelo juiz Adriano Scussiatto Eyng, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR).

Apesar de não ter confessado ter matado a advogada, Luis Felipe, pediu perdão à família de Tatiane, à sua própria família e também para todas as mulheres do Brasil, por ter batido na companheira.

De acordo com o portal R7, o julgamento de Manvailler iniciou-se na última terça-feira (4), e teve cerca de 65 horas de interrogatórios nos primeiros cinco dias. Foram ouvidas 13 testemunhas, moradores do mesmo prédio, vizinhos do casal e investigadores que estava acompanhando o caso, e mais três pessoas; o informante e dois assistentes técnicos que foram trazidos pela defesa do biólogo.

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Da Redação do Acontece na Bahia.

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Justiça americana condena ex-policial Derek Chauvin após ter asfixiado George Floyd até a morte

Os direitos humanos juntamente com o movimento negro, ganharam mais uma batalha. Pois, nesta terça-feira (20), uma comissão de 12  jurados, condenaram o ex-policiak Derek Chauvin, que asfixiou até a morte, George Floyd em uma abordagem policial. O fato ocorreu em maio do ano passado, na cidade de Mineápolis, nos Estados Unidos.

Segundo o portal Globo, o conselho do tribunal, estavam reunidos desde segunda-feira (19), para debater o ocorrido e chegar a um consenso. Antes do encontro, os jurista, ouviram vários depoimentos de testemunhas, defesas e acusações. Entretanto, o ex-policial, Chauvin, não quis depor.

Ainda de acordo com o portal, Chauvin, foi considerado culpado pela decisão unanimidade dos júris, por três tipos de crimes, são eles : causar a morte, sem intenção, por meio de um ato perigoso, sem consideração pela vida humana, além de,  negligência ao assumir o risco consciente de causar a morte de Floyd e homicídio culposo.

Segundo as regras jurídicas dos Estados Unidos, o condenado só saberá quantos anos ficará preso, depois de um período de tempo. Os jurados informaram que a pena só será divulgada daqui há dois meses.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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“Matava e Bebia”: Vampiro do Itapoã é condenado a vinte e um anos de prisão por crime em 2019

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (14). Eduardo de Araújo da Conceição, conhecido como o “Vampiro de Itapõa”, juntamente a Francisco das Chagas Araújo da Conceição e Hilcimar Lopes da Silva, receberam hoje a condenação pelo assassinato de Heraldo José Carvalho, de 43 anos. O caso aconteceu em Paranoá, região do Distrito Federal, em 2019.

Entenda o caso: Em maio daquele ano, o “Vampiro” havia contratado os serviços de Heraldo para construir uma cerca no lote em que morava, em Itapoã. Heraldo, por sua vez, recebeu o pagamento adiantado em duas pedras de crack, porém, não realizou o trabalho e consumiu as drogas.

Dias depois, o “vampiro”, juntamente com Franscisco, Hilcimar e um adolescente ( cuja identidade não foi revelada), encontraram Heraldo e cobrou pelos serviços. A vítima respondeu que não poderia realizar naquele momento. Assim, Eduardo mandou que o adolescente o matasse, e, com auxilio de Francisco, o adolescente atingiu Heraldo com um barra de ferro na cabeça. Os dois, por ordem de Eduardo, além de matar, esconderam o cadáver, o lançando em uma manilha de esgoto.

Apesar de presos desde maio de 2019, hoje os três homens tiveram a sua condenação definida: 21 anos e 5 meses para Eduardo, 13 anos para Francisco e 16 anos para Hilcimar. O “Vampiro” é suspeito de matar e beber o sangue de Heraldo. No entanto, o apelido de vampiro vinha de antes da morte de Heraldo. Ele é conhecido na cidade por matar animais para beber o sangue. Após o homicídio, a polícia foi até a sua casa e encontrou vísceras e restos de animais.

Eduardo estava em liberdade provisória desde 2017 e foi preso em 2019 pelo crime. A condenação foi por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e emprego de meio cruel) e ocultação de cadáver.

 

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

 

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