Mulher que foi envenenada pelo marido com substância comprada pela internet morre em MG

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais neste sábado (8).Gisele Lidiane da Silva Rocha Queiroga, 37anos, que havia sido envenenada pelo marido no mês passado, morreu nessa sexta-feira (7), em Belo Horizonte, onde fazia tratamento para desintoxicação de dietilenoglicol. O corpo de Gisele foi liberado às 11h, de acordo com o serviço funerário. Mas não é só isso…

As investigações apontaram que o companheiro de Gisele havia comprado a substância pela internet e pago R$ 35 por ela. Kleber Pires de Queiroga, de 42 anos, colocou a substância num copo de cerveja e aguardou o momento ideal para oferecer a esposa. Gisele tomou a substância em 11 de abril e dois dias depois procurou atendimento no hospital Mateus Leme, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Após a mulher ter uma piora em seu estado de saúde ela foi transferida no mesmo dia para o Hospital Municipal de Contagem. Na sequência ela foi transferida para Belo Horizonte onde precisou ser internada em UTI, mas não resistiu às complicações e veio a óbito. O marido procurou a polícia e foi preso após confessar o crime.

Da redação do Acontece na Bahia

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Mulher corta genitália do marido, joga em privada e dá descarga após desconfiar de uma traição

Uma notícia está sendo destaque neste domingo (11). Uma mulher, de 40 anos, mutilou o companheiro cortando sua genitália e jogando na privada, após desconfiar de uma traição por parte do marido. O caso aconteceu em Taiwan, no condado de Changhua e as informações são do jornal britânico Daily Mirror.

A vítima é um homem de 52 anos, identificado como Huang. Ele havia acabado de jantar e foi dormir. Enquanto dormia, a mulher arrancou cerca de 1,5 cm da sua genitália. Huang só percebeu a mutilação quando acordou e encontrou uma quantidade grande de sangue na região da cintura.

Phung, de 40 anos, se encaminhou a delegacia e confessou o crime. No depoimento, afirmou que cortou o membro do companheiro e jogou em uma privada para não ter como reimplantar, porque desconfiava de uma suposta infidelidade. Na sequência, se desculpou e disse ter “agido por impulso”.

Paramédicos foram ao apartamento, realizou os primeiros socorros e o encaminhou para um hospital. Segundo o porta-voz dos bombeiros, ele “conseguia caminhar sozinho, mas sangrava profusamente”. Para que o sangramento fosse estancado, foi necessária uma cirurgia e por conta da gravidade, ele não poderá mais ter relações sexuais. Uma outra cirurgia foi preciso para reconstruir a uretra.

Com a detenção da mulher e apreensão da tesoura usada no crime, a polícia busca entender se a acusada usou algum tipo de droga para “facilitar o processo”.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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