Após passar por colapso no sistema de saúde, Amazonas zera fila de UTI e libera leitos a outros estados

Uma boa notícia circulou nas redes nesta manhã de quinta-feira (25). Após passar por maus lençóis, com 86 dias de caos e colapso na rede pública e privada de saúde, a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas afirmou, na quarta-feira (24), que a fila de pacientes com Covid-19 que aguardavam leito de UTI em unidades de saúde do estado chegou a zero.

De acordo com o site Jornal de Brasília, existiam apenas 7 pedidos de transferência de cidades do interior para capital e, segundo a Secretária, “Essa quantidade não é considerada fila, tendo em vista que há vagas e as remoções dependem apenas das condições clínicas dos pacientes e da logística de transporte”.

Após forte medidas restritivas impostas no estado, o estado de calamidade sanitária que assolava o estado foi controlado. De acordo com Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas, a ocupação dos leitos de UTI no Amazonas chegou ao patamar de 75%, menor número entre unidades da federação.

Semanas atrás, pacientes do estado precisaram ser transferidos para outros estados. Agora, com a situação controlada, o jogo virou e o Amazonas tem recebido pacientes de estados vizinhos, como Rondônia e Acre.

“As taxas de ocupação de leitos de UTI têm ficado abaixo de 80%, o que possibilitou a disponibilidade de 11 leitos de UTI e 16 leitos clínicos para pacientes de Rondônia e do Acre, na semana passada”, disse a secretaria.

Da redação Acontece na Bahia.

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“Temos o risco de colapsar”, diz Secretário de Saúde de São Paulo após o estado bater novo recorde de paciente internados em UTI

Uma notícia vem preocupando os moradores do estado de São Paulo nesta sexta-feira (26). Isso porque o estado chegou hoje ao grande número de 6.767 pacientes com Covid-19 internados em leitos de UTI.

Em uma coletiva no Palácio dos Bandeirantes, o secretário de saúde do estado, Jean Gorinchteyn, afirmou que esses números são o novo recorde desde o início da pandemia:

“E pasmem: 357 pacientes a mais do que tivemos na última segunda-feira. São quase 400 pessoas internando nos últimos quatro dias, 100 pessoas por dia”

Gorinchteyn ainda disse que caso a população não cumpra com a sua parte, esses casos tendem a aumentar, mas o sistema de saúde não vai aguentar:

“Estamos fazendo o melhor, mas tudo tem limite: recursos humanos, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, espaços em UTIs. Temos risco de colapsar. Precisamos do apoio da população. Mais do que nunca, a população tem de acolher nossos chamados, os nossos pedidos. Não é só perder paladar, olfato: é perder a vida”

O estado de São Paulo está com 70,4% dos leitos de UTI ocupados e a capital, a Grande São Paulo está com 70,4% de ocupação.

Da Redação do Acontece na Bahia

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