Ciro Gomes defende que Lula não concorra à presidência mas afirma que Bolsonaro “precisa ser derrotado”

Algumas declarações geraram discussões nesta terça-feira (06). Dessa vez, o ex-ministro Ciro Gomes opinou sobre Bolsonaro e Lula, contextualizando-os num cenário bem próximo.

O ex-ministro, ex-governador e provável pré-candidato à presidência da República, o Ciro Gomes, gerou discussões com o que disse. Dessa vez, ele afirmou que o ex-presidente Lula não deveria disputar a eleição, mas reafirmou que “derrotar Bolsonaro é muito importante”. Então, Ciro explicou que Lula deveria dar uma chance para uma nova aliança e se inspirar com o que aconteceu na Argentina:

“A gente devia pedir generosidade a quem já teve oportunidade, como o Lula, que é uma grande liderança brasileira. Mas a gente devia pedir a ele que se compenetrasse e não imitasse o exemplo desastrado do (Nicolás) Maduro na Venezuela ou do Evo Morales na Bolívia. E olhasse o que a Cristina Kirchner fez na Argentina em que, tendo uma força grande, deu um passo pra trás e ajudou a Argentina a se reconciliar”. Mas não termina aí. Ciro ainda falou sobre Bolsonaro:

“Derrotar Bolsonaro é muito importante, não por ódio a ele, mas para derrotar o desastre que ele está produzindo, na saúde, na economia, na relação internacional que o Brasil está desmoralizado. Mas a segunda grande tarefa, mais difícil e que pede uma grande reconciliação entre todos nós, é botar algo no lugar nesse ambiente de terra arrasada em que nós estamos.”

Além disso, Ciro ainda afirmou que a direita pode “largar Bolsonaro”. Ele argumentou: “A direita brasileira vai largar o Bolsonaro ao mar e vai tentar se reciclar aí com uma carinha qualquer e vão fazer propaganda. E isso o Brasil não aguenta mais”.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Após Bolsonaro trocar 6 ministros, Ciro Gomes dispara: “Está mais perto de um impeachment do que de uma quartelada”

Uma opinião está gerando discussões nesta terça-feira (30). Dessa vez, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) se pronunciou sobre a estratégia do presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido).

O presidente Jair Bolsonaro chamou a atenção com as intensas e repentinas mudanças feitas nessa segunda-feira. Isso porque ele trocou 6 ministros, incluindo Justiça, Defesa e Itamaraty. As mudanças estão sendo vistas como se Bolsonaro estivesse cedendo às pressões do Congresso e do centrão. Contudo, alguns dos nomes escolhidos são muito fiéis ao presidente e geralmente acatam as decisões dele sem pestanejar, o que pode garantir mais proteção e fazer Bolsonaro “mandar e desmandar”. Então, diante disso Ciro Gomes afirmou:

“Bolsonaro está mais perto de um impeachment do que de arrastar as Forças Armadas para uma quartelada ao modo boçal bolsonarista de ser[…]um fascista de quinta categoria, iletrado, incompetente e despreparado. Assim, enquanto enfraquece a olhos vistos, é humilhado pelos seus sócios da politicagem mais antiga do Brasil, tenta uma saída de cachorro hidrófobo posto em um canto de parede.” Mas não termina aí.

Ciro concluiu falando sobre a demissão do ministro da Defesa e intensificou as críticas:

“Demite, sem cortesia ou mínimo respeito, o general que colocou no Ministério da Defesa, porque este não endossou sua escalada terrorista contra o povo brasileiro, suas federações, suas instituições, sua Constituição […] de assumir e demonstrar um poder violento que, a seu comando, viesse em socorro de seu governo falido, genocida e corrupto.”

Da Redação do Acontece na Bahia

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Após chamar Bolsonaro de “ladrão”, PF investiga Ciro Gomes por suposto crime contra Honra do presidente; Ciro afirma não estar “nem ligando” para inquérito

Uma notícia chamou a atenção dos internautas nesta manhã de sábado (20). O ex-governador do Ceará Ciro Gomes está sendo investigado pela Polícia Federal por suposto crime contra a honra do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O pedido investigação foi iniciada pelo próprio presidente e pelo ministro da Justiça, André Mendonça.

O político tem sido investigado após entrevista à Rádio Tupinambá, de Sobral (CE), em novembro do ano passado. Na ocasião Ciro afirmou que tinha “repúdio ao bolsonarismo, à sua boçalidade, à sua incapacidade de administrar a economia do país e seu desrespeito à saúde pública”.

“Qual foi o serviço do Moro no combate à corrupção? Passar pano e acobertar a ladroeira do Bolsonaro. Por exemplo, o Coaf, que descobriu a esculhambação dos filhos e da mulher do Bolsonaro, que recebeu R$ 89 mil desse [Fabrício] Queiroz, que foi preso e é ladrão, ladrão pra valer, ligado às milícias do Rio de Janeiro. E onde estava o senhor Sérgio Moro? Acobertando”, afirmou Ciro.

Após à investigação ter sido divulgada publicamente, Ciro Gomes se posicionou no twitter e menosprezou o processo: “Particularmente não ligo para esse ato contra mim, mas considero grave a tentativa de Bolsonaro de intimidar opositores e adversários”.

Da redação Acontece na Bahia.

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Ciro Gomes tem como objetivo tirar o PT da disputa do 2° turno contra Bolsonaro em 2022 e pretende aliança com centro

Uma notícia tem repercutido neste domingo (28/2). Isso porque há uma possível união do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) com o centro-esquerda visando o pleito de 2022. Ciro Gomes tem conversado com siglas como o DEM e PSD com o intuito de ser ele o nome a derrotar Jair Bolsonaro (sem partido) nas próximas eleições, segundo entrevista concedida à Folha.  

Na ocasião Ciro Gomes confirmou o seu rompimento com o PT. 

“Nesse quadro de hiperfragmentação, quem for contra o Bolsonaro no segundo turno tem tendência de ganhar a eleição. O menos capaz disso é o PT. Por isso, a minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno” destaca.

Ciro Gomes que em 2018 ficou em terceiro lugar na corrida presidencial com 13 milhões de votos já concorreu à Presidência da República três vezes. O ex-ministro confirmou o seu afastamento do PT em 2018 quando se absteve de apoiar Fernando Haddad (PT). 

Informou ainda que o seu distanciamento com o PT se deve sobretudo ao que ele chamou de ‘’lulopetismo’’ que julga ser uma adversidade instransponível. “Converso muito com os petistas. Lá dentro, tem um grupo que acha que o Lula, com sua loucura e caudilhismo, está passando de qualquer limite. Faz as coisas sem consultar ninguém, joga só, é o Pelé”, analisa o ex-ministro. Mas não é só isso. 

“Nós [PT e eu] somos coisas diferentes. Fomos aliados em alguns momentos e adversários em outros. Eu agora tenho uma adversidade intransponível com o lulopetismo, que é diferente dos outros ‘PTs’ que eu conheço”, declara. 

Até o momento as legendas não oficializaram com nenhum candidato para 2022 e outros nomes também são analisados para a corrida presidencial que se segue. 

 

Da redação do Acontece na Bahia  

 

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