Disputa entre Ciro x Lula aumenta tensão entre PT e PDT e após afastamento das bases

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (5). As divergências políticas em âmbito nacional envolvendo o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e o ex-presidente Lula (PT), prováveis nomes a concorrerem à presidência da República em 2022, têm gerado um clima de tensão que só aumenta entre pedetistas e petistas no Ceará. Os conflitos têm colocado uma ‘‘pá de cal’’ na boa relação entre os dois partidos, desgastada ao longo dos anos, e colocado em xeque os projetos no estado.

De acordo com líderes dos dois partidos no Ceará, o governador Camilo Santana (PT), será o nome a promover a trégua entre PT e PDT, com o objetivo de conservar a parceria político-administrativa para a sucessão ao governo do estado.

A boa relação entre PT e PDT diminuiu em 2018 com divergências políticas surgidas nas eleições presidenciais. Ciro Gomes, de um lado, era candidato a presidência da República pelo PDT e esperava ser apoiado pelo PT, o que segundo ele não aconteceu. O PT tinha como candidato Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo.

Ainda no primeiro turno o ex-ministro Ciro Gomes fez diversos ataques ao PT, como por exemplo o longo período no poder atrelado aos casos de corrupção denunciados pela Operação Lava-jato. No segundo turno das eleições de 2018, que tinha Jair Bolsonaro e Fernando Haddad como opções, o pedetista não fez campanha para o PT, mas optou por viajar para a Europa e se distanciar do pleito. Mas não é só isso…

As tentativas de trégua ocorridas até hoje entre Ciro Gomes e Lula foram patrocinadas sobretudo pelo governador Camilo Santana, que é a maior liderança petista no Ceará. Houve uma reunião entre eles em 2020, em São Paulo, na sede do Instituto Lula, gerando especulações de uma possível trégua entre PT e PDT, com objetivos eleitorais para 2022. Apesar da aparente trégua entre Lula e Ciro Gomes, a tensão tem aumentado atualmente com o pedetista fazendo críticas ao PT e ao ex-presidente Lula.

“Sairá da cabeça da nação brasileira essa espada que obriga a esquecer todas as contradições do Lula e do PT só para se livrar do mal maior, mais emergente, mais doído, que é a tragédia do genocida e corrupto Bolsonaro”, contou Ciro Gomes ao site Uol, nessa sexta-feira (2).

Da redação do Acontece na Bahia

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Ciro Gomes decide sair em defesa da atriz Juliana Paes

Um vídeo de Juliana Paes respondendo a uma amiga sobre não se posicionar politicamente, em meio à pandemia de Covid-19, acabou se transformando em uma polêmica gigantesca nas redes sociais. O movimento desencadeou uma série de outros posicionamentos e colocou as celebridades em um verdadeiro “pé de guerra”.

Tudo começou quando a atriz saiu em defesa da médica Nise Yamaguchi, que concedeu relato à CPI da Covid-19. Paes criticou o tratamento de senadores com a médica durante a sessão. Pouco depois, ela publicou um vídeo onde afirmou não ser “bolsominion” e de direita, mas que “não apoia os delírios comunistas da extrema-esquerda”.

“Cara colega, apesar de eu ter sido agredida por suas palavras caluniosas, de ter sido invadida pela sua mensagem de noite, de ter sido acusada de ser covarde, desonesta, criminosa, eu me dispus a te responder por todas as cenas que eu me emocionei do seu lado”, começou ela, sem citar nomes.

Ela continuou afirmando seu apoio em defesa da vacinação e disse que não se identifica nem com a postura da esquerda, nem com a da direita. “Você critica a minha escolha de não militar, publicamente, escolhendo um dos lados políticos nesse debate todo, então deixa eu te falar sobre o que eu penso. Estamos vivendo um dos momentos mais nebulosos. O mundo inteiro está angustiado. Qualquer assunto é politizado”, completou.

A especulação sobre a pessoa a qual Juliana se referia tomou conta das redes sociais, e alguns internautas apontaram que seria a atriz Samantha Schmultz, que postou algumas indiretas nos Stories, do Instagram, logo depois do posicionamento da artista.

Rinha de famosos
A treta entre as atrizes acabou desencadeando uma série de outros posicionamentos de artistas e acabou dividindo as celebridades em dois lados: os que criticaram e os que apoiaram a fala de Juliana Paes.

Além de Schmutz, a também atriz Letícia Sabatella discordou do dito por Paes. Em um comentário na publicação da artista, Sabatella disse não entender o que motivou o desabafo, mas que pretende encontrá-la para conversar com calma.

“Creio tanto na sua luz, na sua beleza interior, que me permito não admirar todos os pontos de sua fala, mas sim, te chamar para uma conversa muito fraterna”, escreveu ela, que aconselhou Paes a ter mais cuidado ao falar sobre assuntos sociais.

Já do lado da famosa, um dos comentários que surpreendeu os internautas foi o de Agatha Moreira, que atuou com Paes em A Dona do Pedaço (2019). “Você é incrível, obrigado por essas palavras”, disse ela.

Vários outros artistas também entraram na “treta”, como Tico Santa Cruz, Marcos Palmeira, Daniele Suzuki, Fabíula Nascimento, Marcelo D2, Gregório Duvivier entre outros.

Com textos e informações do portal Metrópoles

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Em entrevista, Ciro Gomes rebate declarações de Lula: “o maior corruptor da história brasileira”

Uma notícia tem repercutido nas mídias sociais ainda nesta quarta-feira (19). Isso, porque Ciro Gomes rebate declaração do ex-presidente Lula.

Em entrevista, o ex-ministro da Integração Nacional, durante o mandato do governo Luis Inácio Lula da Silva (PT), rebateu declarações dadas pelo ex-presidente dizendo que “iria pra cima” e que Lula seria “o maior corrupto da história brasileira”.

“Lula, não é que você não queira brigar. É que para isso você usa bajuladores e seu gabinete do ódio. O que você não quer é debater o país, os projetos, as coisas que o PT fez no poder. Então você reduz a política a uma briga de amigos, a afetos. O povo brasileiro não merece isso”, rebateu Ciro em postagem.

Antes disso, o petista havia afirmado que não faria o “jogo rasteiro” de seu antigo aliado. “Eu adoraria dizer que o Ciro é um amigo. Mas infelizmente ele não quer. Mas eu aprendi uma teoria com a minha mãe Dona Lindu: quando um não quer, dois não brigam. Não farei jogo rasteiro”, disse Lula

Por conta disso, Ciro Gomes acrescentou: “Mesmo porque, eu não gostaria de tratar você como amigo. Todo mundo sabe que você só considera amigo uma única pessoa no mundo: você próprio. Eu quero, sim, tratá-lo como oponente, em uma disputa política de alto nível, em torno de ideias, propostas, projetos e fatos”

O ex-governador do Ceará também comentou que Lula seria “o responsável pela tragédia do desastrado Bolsonaro”. “Ou você assume que 70% dos eleitores de SP, RJ, MG, Sul, Norte e Centro Oeste que votaram no Bolsonaro são fascistas e gado como sua corte chama?”, questionou.

“Respeite a inteligência do povo brasileiro, Lula. Quais são suas novas ideias? Qual seu verdadeiro projeto de nação? Se existir, aceito confrontá-los civilizadamente com o meu. Debato em qualquer dia, hora, meio ou território. Vamos debater o Brasil, não afetos pessoais”, finalizou Ciro.

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Da redação do Acontece na Bahia

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Ciro Gomes defende que Lula não concorra à presidência mas afirma que Bolsonaro “precisa ser derrotado”

Algumas declarações geraram discussões nesta terça-feira (06). Dessa vez, o ex-ministro Ciro Gomes opinou sobre Bolsonaro e Lula, contextualizando-os num cenário bem próximo.

O ex-ministro, ex-governador e provável pré-candidato à presidência da República, o Ciro Gomes, gerou discussões com o que disse. Dessa vez, ele afirmou que o ex-presidente Lula não deveria disputar a eleição, mas reafirmou que “derrotar Bolsonaro é muito importante”. Então, Ciro explicou que Lula deveria dar uma chance para uma nova aliança e se inspirar com o que aconteceu na Argentina:

“A gente devia pedir generosidade a quem já teve oportunidade, como o Lula, que é uma grande liderança brasileira. Mas a gente devia pedir a ele que se compenetrasse e não imitasse o exemplo desastrado do (Nicolás) Maduro na Venezuela ou do Evo Morales na Bolívia. E olhasse o que a Cristina Kirchner fez na Argentina em que, tendo uma força grande, deu um passo pra trás e ajudou a Argentina a se reconciliar”. Mas não termina aí. Ciro ainda falou sobre Bolsonaro:

“Derrotar Bolsonaro é muito importante, não por ódio a ele, mas para derrotar o desastre que ele está produzindo, na saúde, na economia, na relação internacional que o Brasil está desmoralizado. Mas a segunda grande tarefa, mais difícil e que pede uma grande reconciliação entre todos nós, é botar algo no lugar nesse ambiente de terra arrasada em que nós estamos.”

Além disso, Ciro ainda afirmou que a direita pode “largar Bolsonaro”. Ele argumentou: “A direita brasileira vai largar o Bolsonaro ao mar e vai tentar se reciclar aí com uma carinha qualquer e vão fazer propaganda. E isso o Brasil não aguenta mais”.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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