Procurador-Geral da República nega investigar Bolsonaro por cheques de Queiroz à Michelle Bolsonaro, no valor de R$72 mil

Uma notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (10). Augusto Aras, procurador-geral da Republica, rejeitou a abertura da investigação contra Jair Bolsonaro sobre os pagamentos de Fabrício Queiroz – ex assessor de Flávio Bolsonaro- à primeira dama, Michelle Bolsonaro.

O STF fez o pedido de investigação em agosto do ano passado pelo advogado Ricardo Bretanha. Na nota-crime, o advogado citou reportagens que apontam o que Fabrício depositou, entre 2011 e 2016, R$72 mil na conta de Michelle, no formato de 21 cheques.

Em contrapartida, Aras afirmou que as “supostas relações espúrias” entre Fabricio e Flavio já são investigadas no caso das rachadinhas, mas que essas não mostram “indícios do cometimento de infrações penais pelo presidente da República”, e que os indícios contra Bolsonaro “são inidôneos, por ora, para ensejar a deflagração de investigação criminal, face à ausência de lastro probatório mínimo”.

Porém, desde que esses episódios vieram a publico, Augusto Aras já vinha dizendo que não pretendia investigar Bolsonaro, na justificativa de que ele tinha imunidade constitucional, não podendo ser alvo da apuração durante o cargo. Nesse sentido, em argumentos para o portal de notícia UOL, especialistas afirmam que essa condição não se aplica a essa situação. O presidente está imune a denuncias antecedentes ao mandato, o que não ocorre com esse caso envolvendo Michelle Bolsonaro.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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