Homem acaba recebendo chutes e cadeiradas depois de dar tapa em mulher dentro de bar

Uma história segue repercutindo nesta segunda-feira (14).

Um homem foi agredido com uma cadeira após dar um tapa na mulher com quem dividia mesa num estabelecimento no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. O episódio foi registrado pela câmera de segurança do restaurante.

O casal, que não teve a identidade revelada, conversava em uma das mesas. O homem dá um tapa na mulher, se levanta e retorna para onde estava sentado. Ele diz algumas coisas na direção de uma mesa, com três rapazes e uma moça.

Na sequência, os integrantes da mesa se levantam e vão na direção do homem. Ele é agredido com uma cadeira do estabelecimentos e chutes. Algumas pessoas tentam apartar a confusão, que aconteceu no último dia 1 de junho.

O G1 entrou em contato com o estabelecimento, que confirmou o episódio, mas não comentou o caso. Nenhum registro sobre o fato foi feito na Polícia Civil até o momento.

Com textos e informações do portal Globo

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Policiais assumem “trisal” e dividem opiniões: “Muita gente pensa em perda e divisão e aqui ninguém perde nada”

Uma história vem gerando polêmica e dividindo opiniões nas redes. Tratam-se de policiais que decidiram assumir um relacionamento, um “trisal”.

As informações são do portal Globo. Ficar juntos para o resto da vida é o desejo em comum dos sargentos da Polícia Militar Alda Nery, Erisson Melo e da administradora Darlene Oliveira, que estão há quase um ano em um poliamor e comemoram, neste sábado (12), o primeiro Dia dos Namorados juntos.

A história do trisal, que mora na cidade de Brasileia, no interior do Acre, começou em 2000, com o casamento dos militares Alda e Erisson, que tiveram dois filhos, um de 17 e outro de 13 anos. E mais recentemente, a Darlene também se tornou um elo importante da relação que é mantida à base do respeito, amor e lealdade.

“Quando vi a foto dela, falei para o Nery e disse que na cidade, a única pessoa com que ficaria, seria ela. A gente começou a conversar, depois a saímos nós três e acabou que nos envolvemos os três, a gostar um do outro. E ela passava mais tempo na nossa casa do que no apartamento dela”, relembra Alda sobre o início da relação.

História de amor

A Alda foi quem tomou a iniciativa e começou a conversar com a Darlene em uma rede social. A administradora estava em um relacionamento e, até então, a conversa era de amizade, mas com o fim do relacionamento, começaram a sair e desde então, os três não se separaram mais.

Alda relembra que antes disso passou por um processo de descoberta após o casamento com Melo. “Eu já sabia que gostava de mulher também, só que essa descoberta só veio depois que casei. O Nery era bem mais experiente e percebeu algumas coisas em mim e foi ele quem viu que eu gostava.”

Depois disso, Alda conta que se relacionou com outras duas mulheres, só que as relações não foram duradouras. “Eu tinha decidido que não ficaria mais, porque teve uma moça com quem fiquei e ela ficou muito ciumenta e queria que eu terminasse meu casamento. Então, decidi não ficar mais porque elas não iriam aceitar que sou casada e querer acabar com meu relacionamento e eu não quero.”

Foi por causa dessas situações que Alda desistiu de outro relacionamento. Foram pelo menos três anos, até que conheceu Darlene. “Quando vi a foto dela, falei para o Nery e disse que na cidade, a única pessoa com que ficaria, seria ela.”

Foi quando tudo mudou depois de iniciar o relacionamento, eles estão há seis meses morando na mesma casa. O convite foi feito por Alda, quando ela e Melo iam fazer uma mudança. “perguntei porque ela [Darlene] não entregava o apartamento e foi assim. Estamos morando juntos há seis meses.”

Assumindo a relação

Juntos durante esse período, os três resolveram abrir a relação e assumir para o público há pouco tempo. Eles criaram uma rede social, com perfil administrado pelos três, onde postam a rotina e interagem com as pessoas.

“Como a gente gosta dela e ela gosta da gente, íamos sair e dizer que ela é o que nossa? Minha amiga, minha prima? E as pessoas viriam dar em cima dela e a gente ia ficar com a cara mexendo? Então, se gostamos o suficiente para estar com ela, tem que gostar para assumir para a sociedade porque ela nunca foi só sexo”, explica Alda.

Reação da família
Ao G1, Alda conta que o relacionamento é algo leve entre eles e com os filhos. Muitos alimentam ‘preocupações’ sobre o trisal, porém ela afirma que foram criados para respeitar as pessoas.

“As pessoas estão criando filhos preconceituosos, intolerantes que não respeitam a decisão e sexualidade dos outros, o amor dos outros. Criei meus filhos para respeitar as pessoas e amá-las, respeitar suas escolhas e levar em consideração o caráter das pessoas”, conta a mãe.

Erisson confirma a defesa de Alda sobre os filhos e ressalta que em relação a eles, colhem os frutos da educação que deram.

“A gente hoje colhe os frutos da boa criação que demos aos nossos filhos. Porque eles foram criados para respeitar as pessoas como elas são, assim como nós fazemos. Eles têm essa maturidade, bem antes de a gente sonhar com isso”, pontua.

Outras formas de amor
Durante a conversa com o G1, Darlene preferiu não falar. Mas, ao serem perguntados qual a melhor parte da relação, Melo disse que isso se resume em estar perto de quem se ama.

“A melhor parte é viver e conviver com quem você ama. Embora, seja dureza aí fora no mundo o preconceito das pessoas, mas, para nós estarmos juntos, supera tudo isso e a gente gosta de poder expor isso. O intuito da página não era essa exposição toda, mas mostrar que outras formas de amor são possíveis. É possível a gente amar, respeitar, ter fidelidade e lealdade em uma relação como esta” , diz.
Alda afirma que eles são parceiros e isso se deve a ligação que mantêm por serem parecidos em vários aspectos. “A gente se dá bem em todas as formas possíveis, na nosso dia a dia, sexualmente, intelectualmente, no nosso pensamento, em todas as forma.”

Sonho

Juntos, os três vivem um poliamor e para eles o maior sonho é poder viver o “juntos para sempre”. Ressaltam ainda que não há o desejo por oficializar o matrimônio, mas de continuarem juntos.

“No nosso entendimento, nossa relação é totalmente oficializada. Temos consideração, lealdade e fidelidade. Nosso sonho não é casar, nosso é viver juntos a maior quantidade de tempo possível, os três juntos, mesmo com toda a hipocrisia ao nosso redor”, pontua Alda.

“Nosso propósito, de quando casamos, Alda e eu, é o mesmo agora. Permanece e queremos viver os três juntos, é o para sempre. Hoje em dia as pessoas estão desacreditadas nas relações e já começam pensando em terminar e diz: ‘qualquer coisa eu termino, qualquer coisa separo, e não é nosso objetivo’. Começamos a relação pensando no para sempre e cada um pensando na felicidade dos outros. Muita gente pensa em perda e divisão e aqui ninguém perde nada, estamos somando as três vidas, todo mundo sai ganhando”, conclui Melo.

Com textos e informações do portal Globo

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Após matar um marido, mulher frita “membro” dele numa frigideira: “Estavam juntos há 10 anos”

Um caso inusitado chegou ao povo nesta quinta-feira (10). Uma briga grave de casal resultou num episódio complicado.

As informações do portal Chico Sabe Tudo: Uma mulher de 33 anos, identificada como Dayana Cristina Rodrigues Machado, foi presa na última segunda-feira (07) acusada de matar o marido a facadas, decepar o órgão genital e, em seguida, o fritar em uma frigideira. O caso foi registrado na cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro – RJ.

De acordo com o site Uol, os policiais foram chamados até a casa do casal, onde encontraram o homem morto, nu e mutilado. Ele foi identificado apenas como André. Segundo as investigações, o casal ficou junto por 10 anos e se separaram em 2019. No entanto, encontros entre os dois ainda ocorriam rotineiramente. Eles eram pais de dois filhos.

Noite do crime

Ainda segundo informações, na noite do crime, o ex-casal foi até uma lanchonete, onde tiveram uma discussão. Na ocasião, André ficou raivoso e agrediu um filho do casal.

“A discussão continuou quando chegaram em casa e ele novamente, a ameaçou. Em um momento de descontrole, forte emoção e com medo de que ele atentasse contra a vida dela após diversas ameaças, ela acabou o matando”, afirmou a advogada Carla Policarpo.

A família e a advogada de Dayana, afirmam que ela sofria agressões físicas e psicológicas por parte do ex-marido, e já havia denunciado ele à polícia. A defesa ainda diz que ela se arrependeu do crime. O caso segue em investigação pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Com informações e textos do portal Chico Sabe Tudo

 

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Noiva morre durante a cerimônia e noivo casa com a irmã dela

Uma noiva morreu durante a própria cerimônia de casamento e o noivo decidiu casar com a irmã dela após ambas as famílias decidirem que as festividades não deveriam parar. A sucessão de fatos tristes e inusitados ocorreu no estado de Uttar Pradesh, no norte da Índia, no último fim de semana.

Segundo informações da mídia local, a noiva, chamada Surbhi, sofreu um ataque cardíaco assim que recebeu uma guirlanda símbolo do casório tradicional hindu, do futuro marido Manjesh Kumar. Uma médica foi chamada ao local, mas infelizmente não conseguiu salvá-la.

Ao invés de colocar um ponto final triste na cerimônia, as duas famílias concordaram que o casamento deveria ser realizado, e substiuíram a noiva pela irmã dela, Nisha.

O corpo da noiva falecida foi mantido em uma sala ao lado do salão onde a cerimônia foi realizada e posteriormente foi cremado.

Ajab Singh, um dos tios de Surbhi, disse ao Daily Mail que foi uma “decisão muito difícil”.

“As duas famílias se sentaram juntas e alguém sugeriu que minha irmã mais nova, Nisha, se casasse com o noivo. As famílias discutiram o assunto e ambas concordaram”, disse Saurabh, irmã da noiva, à agência indiana IANS.

Segundo a IANS, o motivo para prosseguir com a cerimônia pode envolver tradições locais. No país, a família da noiva geralmente recebe um dote assim que o casamento é realizado, enquanto a família do noivo talvez quisesse evitar ser mal vista após participar de um casamento inacabado.

“Nunca testemunhamos emoções tão confusas. A tristeza pela morte dela e a felicidade do casamento ainda não foram assimiladas”, resumiu a questão Ajab Singh, um dos tios da noiva.

Com textos e informações do portal Record

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