Na iminência da greve, caminhoneiros ameaçam fechar a Dutra e outra importante rodovia de São Paulo

Nesta segunda-feira (1) a informação sobre a possível greve dos caminhoneiros tomou as redes. Diante da possibilidade de um movimento ainda mais intenso do que o de 2018, o povo ficou apreensivo, principalmente quem precisava se deslocar entre cidades. Então, agora a classe ameaça fechar uma importante rodovia em São Paulo.

De acordo com o portal Sbt, a paralisação dos caminhoneiros está interditando duas faixas da rodovia Castello Branco. Por conta disso, o transito estaria bem pesado entre as cidades de Itapevi e Jandira. Esse seria um dos principais pontos de encontro entre os caminhoneiros, que seguiram para a Petrobras, em São Paulo Capital. Contudo, eles dão indícios de que devem ocupara rodovia presidente Dutra, uma das mais importantes da região. Mas não é só isso.

Ainda segundo o portal, além da rodovia presidente Dutra, a classe também poderia fechar a Régis Bittencourt, outra importante via de acesso. Além disso, Ministério da Infraestrutura e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) afirmaram mais cedo, em boletins das 6h e 9h, que o as rodovias federais não apresentaram qualquer obstrução por conta do movimento, seja ele total ou parcial. Entretanto, isso parece estar mudando e o movimento se fortalecendo.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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Classe dos caminhoneiros confirma nova greve que pode ser pior do que a de 2018

O Brasil amanheceu diante de uma situação problemática nesta segunda-feira (1). Isso porque um contexto difícil que foi vivido há cerca de 3 anos pode estar voltando, e talvez de forma ainda mais intensa. Mas afinal, o que aconteceu?

A categoria dos caminhoneiros está planejando uma nova paralisação por tempo indeterminado. De acordo com informações preliminares, os caminhoneiros já iniciariam a nova greve ainda na segunda-feira de hoje (1).Então, os dois principais pilares para a nova greve seriam a reivindicação de melhores condições de trabalho e a alta nos preços dos combustíveis. Além disso, a classe também cobra direitos relacionados à aposentadorias especiais e a pauta do marco regulatório do transporte marítimo (BR do Mar).

Recentemente o presidente Jair Bolsonaro fez um apelo e pediu para que os caminhoneiros não parassem, pois as consequências seriam ruins para todos, sem exceção. O governo estaria buscando soluções, com redução de impostos, para diminuir os preços dos combustíveis. Contudo, agora pode ocorrer uma greve ainda mais impactante que a de 2018 por conta da já vigente crise. Mas não é só isso.

Na última greve, o Brasil lidou com inúmeras consequências difíceis. Entre elas, o desabastecimento a curto prazo e prologando de alguns itens, instabilidade em preços e impactos negativos na economia. Há cerca de pelo menos 6 semanas, as conversas sobre uma nova possível greve começaram a surgir. A grande insatisfação dos trabalhadores e a aparente falta de acordos com o governo culminaram para boatos cada vez mais verosímeis.

Da redação do Acontece na Bahia.

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Caminhoneiros planejam paralisação nacional no 1º primeiro de fevereiro: “Caminhão não passa”

Representantes dos caminhoneiros de todo Brasil decidem por uma paralisação nacional como forma de protesto no dia 1º de fevereiro. A decisão vem da Assembleia Geral Extraordinária do Conselho Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), que aconteceu na terça-feira (5).

A categoria, insatisfeita com diversos setores do atual governo, decidiu reivindicar por mais direitos. Assim, eles protestam contra o alto valor dos combustíveis, que segundo o CNTRC, é abusivo.

Além disso, os caminhoneiros também focam em outras pautas de reinvindicação como o estabelecimento de um piso mínimo de frente para o transportador autônomo, aposentadoria especial, marco regulatório do transporte e uma fiscalização mais atuante da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

De acordo com o jornal A Tarde, o Sindicato dos Transportadores Autônomos de Bens de Feira de Santana e Região (Sintracam) afirmam que a orientação é que no dia 1º de fevereiro os caminhoneiros não trabalhem. “Nas rodovias, só vai passar ônibus e carro pequeno. Caminhão não passa”, afirma o representante de classe.

A última grande greve dos caminhoneiros ocorreu em meados de 2018. Assim, os caminhoneiros ficaram totalmente parados durante dez dias e fizeram o país chegar à beira do colapso. Dessa forma, serviços e produtos essenciais tornaram-se escassos visto que quase todos os produtos brasileiros são distribuídos através do transporte rodoviário.

Da redação Acontece na Bahia.

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