Auxílio Emergencial: benefício poderá ser pago em até 12 parcelas de R$ 300 até o final do ano

Uma notícia chamou a atenção do povo nesta quinta-feira (25). Isso porque o auxílio emergencial pode ser pago em mais parcelas do que se esperava.

Existe uma proposta que está em tramitação na Câmara dos Deputados para criação de um novo auxílio emergencial que poderá ser pago até o final do ano. O projeto de lei 202/21 prevê o pagamento de 12 parcelas mensais no valor de R$300 a beneficiários que tiveram interrupção das atividades econômicas em virtude de medidas restritivas impostas pelo município em que reside. As condicionantes devem ser atendidas para que o beneficiário faça jus ao auxílio. 

O autor do projeto de lei é o deputado Sidney Leite (PSD-AM), que ressalta a importância e o impacto do auxílio emergencial na economia representando 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto) de 2019. Destacou ainda a relevância do benefício nas regiões Norte e Nordeste onde o impacto foi ainda maior sendo de 4,8% e 6,5%, respectivamente, do PIB regional. 

“O auxílio emergencial tem um impacto significativo, porque tem efeito multiplicador. É um programa de transferência de renda direta para a população, sem vinculação a nenhuma contrapartida que possa vir a atrapalhar a distribuição e chegada dos recursos na ponta, gerando efeitos em todos os segmentos econômicos, num momento em que várias atividades foram paralisadas em função da pandemia do novo coronavírus”, destacou o deputado. 

 

Da redação do Acontece na Bahia.

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Novo presidente diz que para pagar o Auxílio Emergencial será necessário cortar gastos: “O congresso não deve ferir o teto”

Uma notícia tem preocupado a população nesta quarta-feira (24). Um pronunciamento do novo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), de que é preciso cortar gastos para poder pagar o novo auxílio emergencial. Em razão da pandemia, foi criado ano passado o auxílio emergencial, tendo como objetivo amenizar a crise econômica trazida pelo coronavírus e seus desdobramentos. As parcelas do benefício foram pagas até dezembro. 

“O Congresso não deve, no meu ponto de vista, fazer nada de querer tentar ferir o teto, por uma causa mais do que justificável como é o auxílio, sem dar nenhum corte de despesa”, afirmou em live promovida pelo Valor Econômico. Mas não é só isso.

O presidente Bolsonaro afirmou no último dia (11/2) que o auxílio emergencial poderá durar até quatro meses sem, contudo, ficar esclarecido o valor a ser pago no benefício. O presidente da Câmara dos Deputados que se mostrou favorável a quatro meses de auxílio emergencial, falou também da importância do benefício neste momento e destacou a inclusão social a ser proporcionada pelo seu retorno. Falou também que com o fim do auxílio emergencial em dezembro passado, a discussão sobre o bolsa família e sua ampliação tem prosperado. 

Recentemente governo e parlamentares estudaram um substituto para o Bolsa Família: cogitaram o “Renda Brasil” e depois o “Renda Cidadã”. Arthur Lira afirmou que o sistema do Bolsa Família “aprisiona”’ os beneficiários. 

“Desde o ano passado que a gente defende um sistema inclusivo e permanente, em substituição ou em aprimoramento ao Bolsa Família. Em muitas situações no Brasil, o dinheiro é colocado e fica represado sem cumprir nenhuma função social”, comentou. 

“Então, um auxílio ou um programa inclusivo, onde a pessoa tem a oportunidade de sair dele, tentar arranjar um emprego formal, e voltar para ele se por acaso for demitido, é o modelo ideal”. “O sistema, hoje, de transferências de renda é um sistema que aprisiona o cidadão que recebe, porque ele não pode se aventurar a ter um emprego formal, senão não volta para o programa. E o cara não vai, ele não arrisca ganhar um salário mínimo para perder R$ 190 que pode ser a subsistência de alimento para a sua família”, afirmou. 

Da redação do Acontece na Bahia 

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Acusada de planejar morte do marido, Deputada Flordelis toma posse de cargo importante na Câmara de Deputados

Uma notícia chamou a atenção dos internautas nesta manhã de quarta-feira (3). A Deputada federal Flordelis (PSD) tomou posse como titular da Secretaria da Mulher da Câmara. A mulher é ré por suspeita de arquitetar o assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, assassinado em junho de 2019.

Página na deputada Flordelis no site da Câmara

A informação foi divulgada na terça-feira (2) através do perfil da mulher no site da Câmara dos deputados

Leia mais sobre o caso Flordelis em:

Filha da pastora Flordelis confessa que pagou pela morte do Padrasto e que jogou os celulares no mar para se livrar das provas

No início do mês de janeiro deste ano, a Procuradoria de Justiça tentou afastar a parlamentar do seu cargo público enquanto a justiça investiga o envolvimento da mulher no assassinato do marido. Agora, a decisão cabe aos desembargadores da 2ª Câmara Criminal.

Além disso, notícias em diversos jornais mostraram que foram destinados à Flordelis aproximadamente R$ 10,1 milhões em emendas parlamentares.  As informações podem ser acessadas através do portal da transparência.

 

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Projeto de lei quer prorrogar auxílio emergencial de R$ 600 até abril deste ano

Uma notícia tomou as manchetes nesta manhã de segunda-feira (25). Um projeto de lei que está em tramite na câmara dos Deputados pretende estender o pagamento do auxílio emergencial até abril de 2021. De acordo com os deputados que defendem a medida, o Brasil ainda está passando pela crise do coronavírus e seus efeitos na economia brasileira estão longe de acabar.

O projeto de lei (5650/20) pretende manter o pagamento de 600 reais até 30 de abril deste ano para atender as pessoas na condição de vulnerabilidade.

As informações veem da Agência Câmara. Assim, de acordo com o site, o projeto está “aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados”.

Existe também outro projeto, apresentado pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Esperidião Amin (PP/SC), em tramite na Câmara. Porém, este projeto prevê a prorrogação do benefício apenas até o mês de março e no valor de R$ 300 (trezentos reais) por mês.

Da redação Acontece na Bahia.

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