Mãe é presa após deixar filhos sozinhos durante a noite e um acabar morrendo

Nesta terça-feira (4), uma notícia impactante tem repercutido nas mídias sociais. Isso, porque 2 bebês, de 9 meses, foram encontrados mortos após a mãe deixá-los sozinhos por cerca de 12 horas.

A polícia Civil prendeu uma mulher, que não teve a identidade revelada, depois que ela deixou os dois filhos gêmeos, de 9 meses, sozinhos em casa. Infelizmente, um deles acabou morrendo em Cidade Ocidental, no entorno do Distrito Federal. A polícia ainda é investiga se o menino era vítima de maus-tratos, já que no corpo dele havia sinais de lesões, aparentemente queimaduras.

Segundo a delegada Dilamar Castro, responsável pelas investigações, a mãe saiu de casa por volta das 22h30 do dia anterior e só retornou às 10h30 do dia seguinte, quando já encontrou um dos filhos bastante roxo e sem respirar.

“Quando ela chegou em casa e viu que o filho estava naquela situação, ela foi para a rua e pediu ajuda para uma pessoa, que foi quem chamou a Polícia Militar. Os policiais tentaram reanimar esse bebê, mas, como não conseguiram, levaram ele até o hospital da cidade”, contou a delegada.

A delegada relatou ainda, que na chegada dos militares ao hospital com a criança, a equipe médica constatou que ela já estava sem vida. Ainda na unidade de saúde, conforme a investigadora, a médica responsável pelo atendimento solicitou que o corpo fosse encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), já que havia lesões aparentes, principalmente no rosto do bebê.

“O que o perito concluiu até o momento é que tinham lesões superficiais no corpo desse bebê, algumas provocadas antes da morte, outras próximo da morte e depois da morte também. No entanto, segundo o laudo, a causa da morte pode ter sido um engasgamento, já que na traqueia do menino tinha uma substância pastosa e escura”, afirmou.

Ainda de acordo com a delegada, a polícia conseguiu apurar duas denúncias já registradas no Conselho Tutelar, de Cidade Ocidental, contra a mulher. A primeira, de outubro de 2020, por não registrar os nomes dos filhos. A segunda, em abril deste ano, por falta de alimentação e localidade suja na criação das crianças.

“Diante desses fatos, eu pedi que uma equipe fosse até a casa para averiguar a situação, e eles também encontraram um ambiente bastante sujo, onde tinha, inclusive, maconha e cocaína. Por isso, nós também queremos saber se ela traficava droga ou se era apenas usuária”, disse.

A mãe dos bebês foi autuada em flagrante por abandono de incapaz com resultado morte. Segundo a delegada, as investigações seguem com o abjetivo de esclarecer o que de fato provocou a morte do menino, e se ele era vítima de maus-tratos.

“Já conseguimos ter acesso à câmera de um comércio que fica em frente à casa onde o bebê foi encontrado morto. Agora, queremos saber se alguém entrou nessa casa, quando realmente essa mãe saiu e quando voltou, além de entender o que de fato aconteceu com essa vítima”, explicou a delegada.

O corpo do bebê foi encaminhado ao IML de Luziânia. A mãe está presa, até esta terça-feira (4), no presídio feminino da mesma cidade. Já o outro bebê, que também estava na casa e foi encontrado com vida, está sob os cuidados dos avós paternos, segundo a delegada.

Da redação do Acontece na Bahia

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17 dias após parto de emergência, jovem advogada morre sem conhecer a filha: “Ela teve uma melhora boa mas depois piorou bruscamente”

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (3). Névele Menezes Lima Santana, de 37 anos e advogada, faleceu vítima do coronavírus 17 dias depois de passar por um parto de emergência e sem ver a própria filha. A advogada precisou ficar internada em Goiânia por 41 dias e de acordo com a irmã Aline Lima todos da família tiveram a Covid-19.

No dia 20 de março Névele que estava grávida de sete meses foi internada em hospital particular e o seu quadro clínico se agravou. No dia 13 de abril a equipe médica resolveu fazer um parto de emergência para tentar salvar o bebê. Névele veio a óbito nessa sexta-feira (30).

A advogada deixa o marido, o empresário Danilo de Castro Santana, a filha recém-nascida que está intubada e um filho de nove anos. A bebê segue internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal para ganhar peso e conta com o acompanhamento da família.

“A gente está muito abalado. O esposo dela não está em condições de falar. A gente está tentando retomar a rotina do filho mais velho, que tem síndrome de Down e era muito apegado a ela”, comentou a irmã.

A irmã de Névele, Aline Lima, disse que ela não tinha doenças preexistentes mas havia sentido febre e dificuldade para respirar quando contraiu a Covid-19. Informou ainda sobre a saturação do sangue de Névele que baixou e que ela precisou ser internada após procurar atendimento o que aconteceu no dia 20 de março.

“A doença evolui de forma diferente em cada pessoa. Quando ela piorou e os médicos nos ligaram, entendemos que era a hora de se despedir dela. Minha irmã era muito feliz e isso pegou todo mundo de surpresa”, contou. “Ela teve uma melhora boa depois de algum tempo na UTI. Porém, piorou bruscamente na semana que antecedeu a morte, de maneira que deixou os médicos sem entender o que estava acontecendo”, disse a irmã.

Névele que trabalhou na Procuradoria-Geral do Tocantins, recebeu homenagem do procurador-geral do estado, Nivair Vieira Borges, que lamentou a morte da advogada por meio de nota.”Neste momento de profunda tristeza, a Procuradoria-Geral do Estado externa solidariedade e conforto ao esposo, filhos, demais familiares e amigos”, lamentou o procurador-geral.

Névele também tinha registro profissional na Ordem dos Advogados de Tocantins (OAB-TO), que lamentou a morte prematura da advogada.”O amor faz eterno o legado de quem o pratica. É assim que todos iremos recordar da bondade deste coração que marcou a vida de todos que tiveram a oportunidade de compartilhar de sua presença”.

“Toda a advocacia tocantinense faz questão de ressaltar o orgulho que foi tê-la em seus quadros, especialmente aos seus filhos e ao seu esposo. Neste momento de dor imensurável, rogamos a Deus que console os corações de família, amigos e de todos que hoje choram a sua partida”, finaliza a nota emitida pala OAB-TO.

Da redação do Acontece na Bahia

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Bebê prematuro morre 11 horas após sua mãe morrer, ambos após lutar contra a covid-19

Uma triste notícia para esta quinta-feira (29), pois um bebê de apenas 15 dias de nascido acabou falecendo 11 horas após sua mãe morrer.

O bebê, que nasceu prematuro, em Araçatuba – São Paulo, há duas semanas por complicações sofridas pela mãe, Andressa Grassi, de 27 anos, causadas pelo covid-19, morreu nesta última quarta (28) 11 horas após a sua mãe ter morte confirmada.

A criança nasceu com menos de sete meses, pesava menos de 1,178 Kg e iria se chamar Thomas Grassi Menezes. Como não estava totalmente formado, foi levado imediatamente para a UTI-Neonatal da Santa Casa de Araçatuba e sequer teve contato com os familiares. Contudo, na última quarta (28) não resistiu a três paradas cardíacas e faleceu.

Fabiana Cristina Grassi Dentelho, irmã de Andressa, disse ao UOL que a mulher estava ansiosa pelo parto, previsto para meados de junho. “Ela amava muito já o bebê e estava ansiosa para conhecer, mas infelizmente essa doença destruiu isso”, lamentou a tia de Thomas.

A criança apresentou problemas de intestino e, mesmo estando bem, acabou sofrendo as três paradas cardíacas e não resistiu.

Da redação do Acontece na Bahia

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Em caso extremamente raro, bebê rompe o útero da mãe e fica com as pernas na cavidade abdominal

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (28). Em um caso raro, um bebê de 25 semanas ( um pouco mais de 6 meses) perfurou o útero da mãe durante a gestação, fazendo com que as suas pernas ficassem na cavidade abdominal. O caso foi um exemplo de casos raros em um estudo do The New England Journal of Medicine e aconteceu na França.

Os médicos perceberam uma anomalia durante os exames de rotina da mãe, que tem 33 anos. O documento publicado revela, que mesmo perfurando o útero, a mãe não sentiu nenhum sintoma ou algo estranho.

Ainda segundo os estudos, apenas 0,5% de todos os casos de gravidez no mundo apresentam essa anormalidade, sendo casos “extremamente raros” e que apresentam grande risco de vida tanto para bebês quanto para a mãe.

Como essa é a sexta gravidez da mulher, suspeita-se que tenha existido um enfraquecimento da parede uterina. O parto foi de emergência, com o bebê nascendo com 1,4kg e não teve complicações.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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