Em texto emocionante, ex-presidente dos EUA, Barack Obama, lamenta morte de avó queniana: “Sentiremos muito a falta dela”

O ex-presidente dos Estados Unidos da America, Barack Obama, publicou em suas redes sociais uma bela homenagem à sua avó de criação, Sarah Obama. A senhora de 99 anos faleceu em um hospital de Kisumu, no oeste do Quênia nesta segunda-feira (29).

Em publicação no Facebook, o ex-presidente abriu o coração e desabafou sobre a vida daquela mulher que adotou e criou seu pai e que, apesar de não ter laços sanguíneos, sempre foi considerada sua avó paterna.

Leia a tocante mensagem na íntegra onde Obama fala sobre a história da sua avó e como seu trabalho árduo possibilitou com que seu pai, Barack Obama I, pudesse estudar e se destacar no Quênia e estudar em uma universidade norte-americana.

“Minha família e eu estamos de luto pela perda de nossa amada avó, Sarah Ogwel Onyango Obama, carinhosamente conhecida por muitos como “Mama Sarah”, mas conhecida por nós como “Dani” ou Vovó. Nascida no primeiro quarto do século passado, na província de Nyanza, às margens do Lago Vitória, ela não teve educação formal e, conforme os costumes de sua tribo, foi casada com um homem muito mais velho quando era apenas uma adolescente. Ela passaria o resto de sua vida no minúsculo vilarejo de Alego, em uma pequena casa construída com tijolos de barro e palha e sem eletricidade ou encanamento interno. Lá, ela criou oito filhos, cuidou de suas cabras e galinhas, cultivou uma variedade de produtos agrícolas e levou o que a família não usava para vender no mercado local ao ar livre.

 Embora não fosse sua mãe biológica, vovó criaria meu pai como se fosse seu, e foi em parte graças ao seu amor e incentivo que ele foi capaz de desafiar as adversidades e se sair bem na escola para conseguir uma bolsa de estudos para cursar uma universidade americana. Quando nossa família enfrentava dificuldades, sua casa era um refúgio para seus filhos e netos, e sua presença era uma força constante e estabilizadora. Quando viajei pela primeira vez ao Quênia para aprender mais sobre minha herança e meu pai, que já havia falecido, foi a vovó quem serviu de ponte para o passado, e foram suas histórias que ajudaram a preencher um vazio em meu coração.

Durante o curso de sua vida, a avó testemunhou mudanças históricas ocorrendo ao redor do globo: guerra mundial, movimentos de libertação, pousos na lua e o advento da era do computador. Ela viveria para voar em jatos, receber visitantes de todo o mundo e ver um de seus netos ser eleito para a presidência dos Estados Unidos. E, no entanto, seu espírito essencial – forte, orgulhoso, trabalhador, não impressionado com as marcas convencionais de status e cheio de bom senso e bom humor – nunca mudou.

Sentiremos muito a falta dela, mas celebraremos com gratidão sua longa e notável vida” – Texto traduzido com ajuda do Google tradutor.

Da redação Acontece na Bahia.

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No intervalo de apenas uma semana, jovem influenciadora, o pai e a avó morrem de Covid-19

Uma lamentável notícia está sendo destaque neste sábado (06). Três pessoas da mesma família morreram no intervalo de uma semana por complicações da Covid-19. A digital influencer Catia Antunes, 31 anos, o pai dela, 65, e a avó materna, 82, foram vítimas do vírus.

A influenciar vinha enfrentando há dois anos a mielodisplasia e mielofibrose, e após passar por um transplante de medula exitoso, Catia precisou ser internada novamente. Nas idas e vindas ao hospital, enquanto esperava pelo segundo transplante, ela pegou a covid e veio a falecer no último sábado.

O seu pai e a sua avó também estavam internados, mas em hospitais distintos e também morreram em decorrência do vírus. A senhora Carmelita faleceu no último domingo e o senhor Maria morreu na última quinta-feira.

O marido da influencier relatou sobre a dor imensurável de perder tantos entes queridos e em tão pouco tempo:
“As pessoas estão brincando, aglomerando. A gente vê o povo sem máscaras, bebendo e fumando pelas ruas como se nada estivesse acontecendo. Só vão entender a gravidade da coisa quando perderem alguém importante para elas”

“A alegria da casa, que sempre teve muito amor e união, desapareceu. Agora, é só vazio e silêncio. Não desejo isso a ninguém. Cuidem-se e cuidem dos seus”

Catia morava com o marido em Mogi das Cruzes e desde que vinha enfrentando as doenças, fazia campanhas de incentivo à doação de órgãos.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Em liminar, STF suspende a entrega de uma criança adotada há 6 anos para avó paterna biológica

Uma notícia está chamando a atenção do povo nesta segunda-feira (01). Isso porque em uma liminar feita pelo STF, a entrega de uma criança adotada, à avó biológica é suspensa, em Minas Gerais.

Tudo começou em 2014 quando a criança foi adotada por um casal. A advogada Larissa Jardim, mãe adotiva, em entrevista ao G1 contou que na época que estava tentando uma adoção, a criança estava em uma casa de acolhimento pois haviam varias denuncias contra a família biológica:

“Eram no sentido de negligência, maus tratos, mãe usava drogas ilícitas e álcool. A criança não era bem alimentada, condição precária de higiene. A mãe a expunha a homens aos quais ela se relacionava. Deixava a criança sozinha com eles. A avó chegou a dizer, na época, que era até melhor ela ser adotada porque não estava bem cuidada”. Além disso, o pai biológico foi condenado pelo homicídio do próprio pai, avô da criança.

Porém, a avó paterna sempre tentou a guarda da criança e, segundo ela, desde a adoção nunca mais encontrou a neta, que sempre via enquanto ela estava no acolhimento. Entre várias idas e vindas nas decisões judiciais sobre quem a criança ficaria, na semanada passada, a Justiça de Minas Gerais manteve o entendimento de que a criança fosse devolvida a família biológica. Agora, a decisão de devolver a menina a avó foi suspensa:

“Essa decisão suspende o retorno dela para família de origem até que seja julgado o mérito do recurso”, disse a coordenadora do GAABH, Vanici Veronesi.

Esse caso já causou grande comoção nacional. De uma lado está a família adotiva que já até conseguiu uma petição online , onde reuniu mais de 350 mil assinaturas para que a menina ficasse com eles. E do outro lado está a avó paterna que luta pela menina desde 2015 e que, segunda ela, enquanto a garota estava no acolhimento, nunca a deixou de visitar, mas que depois da adoção, nunca mais a viu. Em entrevista ao G1 a avó chegou a dizer:

“Essa adoção foi de um jeito estranho, nunca nem vi esse casal, nunca me deixaram ver a menina, perdi contato completamente. Desde o início eu procuro meus direitos para ter minha neta de volta”
“Todo mundo sabia que eu queria a menina, sou responsável. Justiça foi injusta. Ela é doida comigo, tenho certeza. Só quero minha neta”

O pai biológico da menina está em liberdade, e segundo a avó da garota, ele mora em outra casa e não teria como cuidar da criança, por isso passaria para ela a guarda sem problemas. Ainda segundo ela, a mãe biológica sumiu:

“Minha neta é meu coração. Quando era bem pequena ela ficava muito aqui em casa, dava banho nela, comidinha. Ela é tudo para mim”.

Os pais adotivos agora tentarão entregar o abaixo-assinado ao Conselho Nacional de Justiça.

Da Redação do Acontece na Bahia

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