Bolsonaro assina lei do auxílio-gás, benefício deve durar 5 anos para pessoas em famílias com cadastro no CadÚnico

O líder do executivo aprovou a lei. Este novo auxílio ajudará muitas famílias.

Um dos itens mais afetados pela vigente inflação é, sem dúvida, o gás de cozinha. Diante disso, o governo decidiu lançar um novo benefício. A sanção da lei que institui do auxílio-gás foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro. A publicação saiu no Diário Oficial da União (DOU), nesta segunda-feira (22). O novo benefício recebeu o nome de Gás dos Brasileiros. Mas afinal, quem poderá receber?

O Gás dos Brasileiros erá concedido para famílias que estão inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais). Além disso, precisa-se ter renda mensal per capita (por pessoa) inferior a meio salário mínimo ou ter membros da família que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC).O benecífio dará 50% do valor do gás de cozinha a cada dois meses. A expectativa é que a ajuda se mantenha por um período de 5 anos.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Lula defende novo programa de Bolsonaro, mas faz ressalva: “Problema dele se tentar tirar proveito disso”

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (20). O O ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva (PT) se mostrou favorável e defendeu o Auxílio Brasil, criado pelo governo federal para ser o substituto do Bolsa Família, programa social foi criado na primeira gestão do ex-presidente Lula. Contudo, ele também fez críticas.

De acordo com o ex-presidente Lula, o valor disponibilizado deveria ser acima de R$ 400, quantia proposta inicialmente pelo governo federal. O petista ainda fez críticas a quem é contrário ao novo programa social. Confira:

“Eu não penso assim. Faz mais de 5 meses que o PT pediu um auxílio de 600 reais. O PT pediu um novo Bolsa Família de 600. Problema dele se tentar tirar proveito disso. Se alguém acha que vai ganhar um auxílio de R$ 600 paciência, eu acho que ele tem que dar”, contou o ex-presidente Lula nesta quarta-feira (20), em entrevista exibida ao programa Isso é Bahia, na rádio A Tarde FM 103,9.

Algumas divergências entre o Planalto e a equipe econômica resultou no adiamento do Auxílio Brasil, previsto inicialmente para essa terça-feira (19). O valor proposto extrapola o teto do orçamento de gastos. O benefício deverá ser pago até dezembro de 2022, de acordo com previsão inicial do governo federal.

Da redação do Acontece na Bahia

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No valor de R$550, novo Auxílio inclusão é liberado; Saiba quem pode receber.

Uma boa novidade chegou e está em alta nesta terça-feira (5). Trata-se de um novo benefício que deve ajudar bastante as famílias brasileiros.

Através da medida do Governo, quem recebe o BPC, será incluído no mercado de trabalho formal como forma de incentivo. As pessoas que recebem o Benefício de prestação continuada (BPC), podem solicitar o auxílio inclusão, desde o dia 1º/10 no valor de 550,00 reais. Todos os favorecidos terão a quantia depositada em conta. Para incentivar a inserção no mercado de trabalho formal de quem recebe o BPC (Benefício de Prestação Continuada). Mas afinal, quem tem direito de se cadastrar?

Têm direito  de se cadastrar, de um modo geral: Idosos e pessoas com deficiência que recebem o BPC. A medida foi criada em junho, após sanção presidencial da Lei nº 14.176, de 2021. O único critério é de que estes consigam um vínculo formal de trabalho, isto é, um emprego de carteira assinada.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Novo Auxílio de R$600 para jovens é citado em programa do governo: “Queremos que seja de pelo menos um ano”

Uma nova proposta de programa social aliada à qualificação de mão de obra foi anunciada pelo governo e  está repercutindo nesta quinta-feira (27). A partir desse projeto, jovens poderão ter a oportunidade de receber um auxílio de R$ 600.

Agência Brasil – O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na última terça-feira (26) que o governo federal deve lançar, em breve, um novo programa de incentivo à qualificação da mão de obra. Segundo o ministro, o objetivo é preparar jovens para o mercado de trabalho formal, permitindo que eles recebam uma ajuda de custo de R$ 600 para trabalhar e, assim, conquistar uma profissão.

“Estamos lançando um olhar justamente para evitar o que, no mercado de trabalho, se chama de Efeito Cicatriz”, disse o ministro, se referindo ao termo usado por especialistas para explicar os prejuízos à evolução profissional que costumam afetar quem ingressa de forma precária no primeiro emprego.

De acordo com o ministro, a proposta do Ministério da Economia é, por meio da parceria com empresas interessadas, pagar R$ 600 aos beneficiários do programa. Metade do valor será pago pelo governo, metade pelos empregadores, que também teriam que oferecer meios de capacitar esta mão de obra.

“A ideia básica é que o governo pague R$ 300 e as empresas mais R$ 300. Ou seja, as empresas pagarão para para treinar [os jovens], que serão qualificadas para desempenhar o que, depois, serão seus empregos”, comentou Guedes, explicando que a iniciativa só não foi lançada ainda por questões orçamentárias.

“Temos os recursos para este ano, mas queremos que seja um contrato de [trabalho de] pelo menos um ano. Então, em vez de lançar um contrato de seis meses [só até o fim deste ano], estamos tentando obter fontes [de recursos financeiros] para que o jovem fique coberto por este programa de treinamento no trabalho por pelo menos um ano”, disse Guedes, assegurando que o ministério já vem conversando sobre a iniciativa com algumas “importantes empresas”.

Essas medidas já vêm sendo anunciadas pela equipe econômica há alguns meses, embora sem detalhamentos. Já no começo de maio, Guedes disse que o Bônus de Inclusão Produtiva (BIP) e o Bônus de Incentivo à Qualificação da Mão de Obra (BIQ) protegerão os chamados “cidadãos invisíveis”, que não estão cobertos nem pelo programa Bolsa Família, nem pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC). Discurso que ele repetiu hoje, ao anunciar os resultados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) relativos ao mês de abril.

“Protegemos os ‘invisíveis’ com o auxílio emergencial. Agora, com nossas políticas de emprego, precisamos cuidar dos milhões de brasileiros que não conseguiram [ingressar] no mercado formal de trabalho”, acrescentou o ministro.

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