Ministro Paulo Guedes confirma que auxílio emergencial será prorrogado para mais três meses

Uma notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (14). O Governo Federal anunciou que prorrogará o auxílio emergencial por mais três meses. A informação foi dado pelo Ministro Paulo Guedes.

A decisão foi tomada na semana passada, em uma reunião no Palácio do Planalto, sob a presença dos ministros Guedes, Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) e Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral da Presidência).

Os valores, por sua vez, permanecerão os mesmos: R$150 para famílias com um componente, R$250 para famílias com mais de uma pessoa e R$375 para mães chefes de família. A formalização da prorrogação deve acontecer em breve, por meio de uma adição de medida provisória.

Anteriormente, a previsão era de que o auxílio acabasse em julho, agora serão pagas de agosto a outubro.

A prorrogação não era uma surpresa. Na semana passada Guedes já havia dado indícios de que o auxilio seria prolongado para “dois ou três meses”. Agora, a informação foi confirmada.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Categoria(s): Destaque.

Ministro da economia, Paulo Guedes, diz que governo vai renovar o Auxílio Emergencial e afirma: ‘por dois ou três meses’

Nesta terça-feira (8), uma notícia trouxe um pouco mais de alívio para coração do povo.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou nesta terça-feira (8) que o governo vai estender o pagamento do auxílio emergencial por mais dois ou três meses, até que, segundo ele, toda população adulta esteja vacinada no país.

Com isso, o pagamento, que estava previsto para terminar em julho, pode ser ampliado até outubro.

“Possivelmente nós vamos estender agora o auxilio emergencial por mais dois ou três meses, porque a pandemia está aí”, disse Guedes, em evento do setor de serviços.

“Os governadores estão dizendo que, em dois ou três meses, a população brasileira adulta vai estar toda vacinada. Então, nós vamos renovar por dois ou três meses o auxílio, e logo depois entra, então, o novo Bolsa Família, já reforçado”, completou o ministro.

O ministro não detalhou os valores, mas, atualmente, o auxílio pago está entre R$ 150 e R$ 375. Ele também não forneceu mais informações sobre o processo de reformulação do programa Bolsa Família, em estudo pela área econômica e pelo Ministério da Cidadania.

PIB brasileiro
Segundo Guedes, o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer entre 4% e 5% neste ano, em linha com as estimativas do mercado financeiro. Na semana passada, economistas dos bancos projetaram uma expansão da economia de 4,36% em 2021.

Bônus de Inclusão Produtiva
Paulo Guedes também disse que a área econômica está finalizando o desenho do Bônus de Inclusão Produtiva (BIP), a ser pago pelo governo, e do Bônus de Incentivo à Qualificação (BIQ), que será de responsabilidade das empresas.

Tanto o governo quanto os empresários, disse ele, devem pagar R$ 275 aos jovens que serão treinados – totalizando uma bolsa de R$ 550.

Segundo o ministro, a ideia é criar empregos novos para jovens entre 18 e 20 anos que queiram fazer treinamento.

“Mais R$ 275 do governo e R$ 275 da empresa, o jovem consegue um programa de um ano, ou até um ano e meio, de qualificação. Achamos que vai ter um aumento rápido do emprego, uma redução do desemprego, tirando o jovem das ruas e colocando na qualificação profissional. São os ‘nem nem’, que tem nem universidade e nem emprego. Queremos que sejam incluídos no sistema produtivo”, declarou.

Reforma tributária
O ministro da Economia também afirmou que a reforma tributária não trará, neste momento, “grandes novidades”. Segundo ele, a proposta do governo, que até o momento encaminhou somente o projeto para a tributação do consumo, será “moderada”.

“Gostaria de fazer ela um pouco mais ampla, inclusive com desoneração de folha. Não é o momento ainda, mas não vamos desistir. Vamos fazer em fatias, o que é possível agora, simplificação, redução de alíquotas e vamos avançar”, disse.

Ele afirmou, ainda, que o governo não quer elevar imposto para o setor de serviços, que poderia sair prejudicado com alta na tributação com um imposto sobre valor agregado, sobre consumo, com uma alíquota única.

Guedes disse que a proposta da área econômica pode contemplar uma alíquota para o setor de serviços e comércio, e outra, mais alta, para a indústria.

“A ideia inicial era todo mundo ter a mesma alíquota. Ainda estamos considerando duas alíquotas: uma para o comércio e serviços, mais baixa, e outra para a indústria mais alta. Talvez seja a melhor simplificação que a gente consiga fazer, e sinaliza para o futuro a unificação, quando a gente conseguir fazer a desoneração da folha lá na frente”, disse.

Acrescentou que, enquanto não for possível fazer a unificação da alíquota [para todos os setores da economia], é preciso “tratar diferentemente esse setor [de serviços] pela grande capacidade de geração de emprego que ele tem”.

Com textos e informações do portal Globo

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Categoria(s): Nacional.

Ao ser cobrado sobreo Auxílio, Bolsonaro dispara: “É só ir no banco e fazer empréstimo”

As palavras do presidente Jair Bolsonaro voltaram a causar discussões nesta terça-feira (1). Desta vez, Bolsonaro deu uma resposta sobre o Auxílio Emergencial.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta terça-feira (1) que aqueles que pedem a ampliação do auxílio emergencial no Brasil devem “ir no banco e fazer empréstimo”. A declaração ocorreu na saída do Palácio da Alvorada, em conversa com simpatizantes, e foi transmitida por um site bolsonarista.

“Qual pais do mundo fez um projeto igual ao nosso, num momento de crise, que foi o auxílio emergencial? Nós gastamos em 2020 com o auxílio emergencial o equivalente a 10 anos de Bolsa Família. E tem gente criticando ainda falando que quer mais. Como é endividamento por parte do governo, quem quer mais é só ir no banco e fazer empréstimo”, disse o presidente.

“Sabemos da situação difícil que se encontra a população, que perdeu o emprego. Não por culpa do presidente, eu não obriguei ninguém a ficar em casa, não fechei comércio e por consequência não destruí emprego”, acrescentou.

A atual rodada do auxílio será encerrada em julho. O benefício varia de acordo com a composição da família, sendo que as parcelas vão de R$ 150 a R$ 375 por mês. Os valores pagos neste ano são inferiores aos desembolsados em 2020, quando vigorou um auxílio de R$ 600 durante cinco parcelas e de R$ 300 em quatro.

O governo tem sido cobrado pela extensão do programa social e o tema foi pauta de manifestações recentes contra o presidente Bolsonaro.

Também esta terça, Bolsonaro reconheceu que o Brasil atravessa um problema de inflação nos alimentos. “Estamos com problema de inflação em especial na alimentação. O arroz subiu de preço, o milho está subindo agora, [o que] influencia diretamente no preço do ovo e da galinha”, disse Bolsonaro, durante cerimônia de anúncio de patrocínios da Caixa a modalidades esportivas, realizada no Palácio do Planalto.

Ele disse ainda que os valores atuais da gasolina –”acima de R$ 6 o litro em alguns estados”– “não têm cabimento” e que isso impacta no preço dos alimentos.

“Não seguiremos o exemplo da Argentina, que há poucos dias proibiu por 30 dias a exportação de carne para baixar o preço para o povo poder se alimentar com carne mais barata. Essa intromissão no mercado leva no curtíssimo prazo ao desabastecimento”.

“Nós aqui fazemos o contrário, investimos na produção. É o livre mercado, essa é a maneira de buscarmos soluções para os nossos problemas. Tenho certeza que dessa forma diminuiremos o preço da alimentação, que considero que está alto. Produzindo mais, e não interferindo no mercado”, declarou.

Em seguida, Bolsonaro voltou a criticar governadores que, segundo ele, não permitiram a redução nos preços dos combustíveis quando o governo federal zerou, por dois meses, impostos federais sobre combustíveis. Segundo o presidente, o abatimento dos tributos “não adiantou nada”.

“Porque muitos governadores aumentaram o ICMS [imposto estadual]. Foi um trabalho meu, um sacrifício por parte do governo que não surtiu efeito”.

Ele também defendeu um projeto que muda regras de cobrança do ICMS para que estados fixem valores nominais do tributo, mas reconheceu que a proposta enfrenta resistências no Legislativo. “Está nos sobrando apenas o caminho da Justiça”, disse.

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Com informações e textos do portal BNEWS

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Tirando onda: Traficantes acendem churrasqueira com dinheiro do auxílio emergencial mas acabam pegos em operação

Uma situação bastante inusitada, que trouxe revolta ao povo, voltou a repercutir neste sábado (22). Dessa vez, chegaram mais desdobramentos sobre o caso dos traficantes que acenderam uma churrasqueira com o dinheiro do Auxílio Emergencial.

A operação Hot Money, que tem como objetivo apreender membros de uma organização criminosa pela proliferação do tráfico de drogas em Mato Grosso e Goiás, prendeu traficantes que usaram dinheiro do auxílio emergencial para acender uma churrasqueira, na cidade de Barra do Garças.

“Colhemos imagens com queima de dinheiro com carvão para acender fogo, muito provavelmente desses valores [do governo federal], uma vez que os valores capitalizados pelo crime são muito maiores que os auxílios emergenciais”, disse Murilo de Oliveira Freitas, delegado responsável pelo caso, ao RDNews.

Segundo Murilo, os envolvidos na ação não ganharam o benefício através de fraude, eles foram autorizados a receber a quantia por não serem escritos em nenhuma atividade formal.

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